Saturday, July 3rd, 2010...4:30 pm

Top 7 profissões inúteis e sem sentido

Coisa que me irrita são essas profissões que serve só pra empregar pessoas. Pela amor de Deus, ao invés de fazer a ‘bondade’ de empregar alguém numa profissão inútil como essas, dê o dinheiro pra pessoa fazer um curso e aprender algo útil pra assim depois trabalhar em algo que produza para a sociedade. Ou que nem produza, melhor ficar em casa vendo TV e se divertindo.

7. Cobrador de ônibus
Tá, esse até tem uma utilidade mínima, que é a de dar informação pras pessoas perdidas que pegam ônibus. Mas mesmo assim né, não precisava. Sei que o sindicato não vai gostar de eu tá dizendo isso, mas o fim dessa profissão é iminente. País de primeiro mundo não tem.

6. Frentista
A única utilidade desse é que ele pode lavar teu vidro. Fora isso, nenhuma. Outra que o primeiro mundo não tem e que tá fadada ao fim.

5. Entregador de papelzinhos aleatórios nos sinais
Aqui em Porto Alegre acontece muito de contratarem umas meninas bonitas pra entregar papelzinho com planta de prédios a venda nos vidros dos carros. Por favor, além de poluir o mundo, é um tipo de propaganda bagaceira.

4. Carinhas que usam aquelas roupas com “compro ouro” escrito
Sério ? Tem que explicar ? Contratem um poste que vale mais a pena.

3. Tiazinha que pega as bandejas na praça de alimentação dos shoppings
Eu me refiro as tiazinhas que ficam na praça de alimentação esperando as pessoas terminarem de comer pra pegar a bandeja com os pratos sujos e botar os restos no lixo. Sério, o usuário devia fazer isso ao invés de fazer um ser humano ficar perdendo seu tempo com esse pointless job, que por sinal eu tive quando trabalhei na Disney.

2. Tiozinho que passa o tíquete de estacionamento pras pessoas nos shoppings
Pelo menos em Porto Alegre eu já vi algumas vezes. Sabem aquelas máquinas onde você retira um tíquete dizendo que horas você entrou num estacionamento, dai paga ele pra depois passar por um leitor de código de barras pra cancela levantar e você poder sair do shopping ? Então, em alguns lugares daqui, tem um carinha que passa pra você o tíquete no leitor de código de barras. Sério, PRA QUÊ ? Mandem a criatura descansar em casa.

1. Ascensorista
Esse é o top 1 de longe. Graças a Deus que está cada vez mais rara. Tipo, o que que custa pra uma pessoa apertar um botão com o andar que ela quer ? Gasta mais energia falar o andar que tu quer pro ascensorista do que apertar o botão propriamente dito.





15 Comments

  • Discordo de algumas:

    7. A tendência é acabar com o cobrador, mas ele é bem útil. Tudo bem, pro dia a dia, pra quem já conhece de cor e salteado a cidade, tanto faz. Mas nem todo mundo conhece a cidade ou os trajetos ou os horários. E ficar perguntando pro motorista não dá, a pressa e o trânsito simplesmente não deixam. Fora que tem situações q vc precisa pagar com dinheiro e o troco é chato de se controlar; se o motorista faz isso, pára mais ainda o trânsito. Se vc conhece a geografia de Floripa, sabe que em horário de pico, isso iria gerar um caos.

    4. Colocar placa em poste não pode, suja a cidade, é contra a lei na maioria dos lugares, etc. Mas não dá pra proibir um fulano com uma camiseta de ficar parado lá, como um poste, hahaha.

    3. Eu não retiro o lixo da praça de alimentação. Já pago caro pra kct, o shopping que providencie limpeza adequada. Só jogo eu mesmo, se o lugar estiver atulhado e as tiazinhas claramente não estão dando conta. (Mesmo assim eu acho que o shopping deveria arcar com o custo, o aluguel/condomínio das lojas não é barato.)

  • Amigo, paga caro porque quer. Churrasco grego na rua é um real e ainda vem com um suco de graça no sabor vermelho ou no sabor amarelo.

    Se dissesse “não retiro o lixo da praça de alimentação porque eu quero que o próximo que for comer ali se foda” seria mais digno.

  • São profissões inúteis sim, mas pode reparar que quem as tem são pessoas em dois pontos limites: ou são novas sem estudo (as mocinhas entregando panfleto) ou são velhotes sem estudo (poste de “vende-se ouro”). A questão é a tão falada “falta de experiência”, que faz a pessoa escolher estas profissões tão medíocre. Cabe aqui o discurso de que tem que se investir em educação, mas não vou fazê-lo por que estou com preguiça. Mas acho que a profissa de cobrador de bus não deveria ser extinta não. Isso atrapalharia o trabalho do motorista, como disse o rapaz ali no primeiro comment. De resto, são todas dispensáveis.

  • Me espanta ver um post de tamanho preconceito, “tiazinha, tiozinho, carinha” será que por serem profissões exercidas por pessoas pobres merecem esse tratamento desrespeitoso. A autora parou para pensar que talvez um desses “carinhas” use essa profissão “inútil” para sustentar uma família? Ou que a escolha de uma “profissão útil” é uma questão de classe, aqueles que podem ir à Universidade podem, portanto escolher o que vão fazer. Ninguém se torna cobrador por que acredita que nasceu para fazer isso.

  • 1 – ainda existe pra manter empregado quem vive disso, mas duvido q alguem ainda seja contratado
    3- esta precisa, pois faz a limpeza da mesa além de retirar as bandejas. Ou vc memso quer limpar ?
    7- Aqui em ctba a maioria dos onibus nao tem, mas ai o cara fica no tubo cobrando, ou seja nao importa , em algum canto vai ter q ter alguem cobrando e dando troco

    os demais sao inuteis memso

  • Você exagerou em alguns aspectos. Comparar o Brasil com países de primeiro mundo é um deles. Não se pode fazer isso sobre profissões nem sobre qualquer outra coisa.
    Sobre o ascensorista, por exemplo, é uma função que antigamente era necessária. E muitos prédios antigos do centro ainda possuem elevadores não tão automáticos e que precisam de alguém lá para controlá-lo.
    Entregar folhetos não é uma profissão inútil. Sou contra este tipo de propaganda que além de ineficiente ainda ajuda a poluir mais as ruas. Mas a profissão em si não é responsável por isso.
    Não dá para mudar a cabeça de 190 milhões de uma vez só, exige esforço e tempo.

  • @Tati

    Ele tem alguma utilidade (o cobrador) mas na Europa e nos EUA/Canada nao tem. Pq eles nao precisam e a gente precisa de alguem ali pra dar informacao e troco ? É so a gente mudar nosso comportamento e dar sempre tudo trocadinho e se informar antes … eu preferiria isso se a passagem ficasse mais barata. Fora que pelo menos em Porto Alegre maior parte das pessoas usa vale transporte.

  • @Danielle

    Mas eu não estou criticando os trabalhadores, estou criticando quem contrata esse tipo de serviço. Não acho que chamar de tiazinha seja desrespeitoso, tanto nao acho, que eu Já fui uma delas !!!

  • @George Marques

    Como assim? Claro que eu posso comparar o Brasil ao primeiro mundo. Óbvio que cada país tem sua cultura, e coisas que funcionam lá, podem não funcionar aqui, e vice-versa. Mas comparar não é necessariamente negativo.

  • Mas ficar uma pessoa no Tubo é melhor do que uma em cada ônibus não ?

    Eu queria num mundo ideal que cada pessoa botasse seu lixo no lixo. Mas esse eu sei que é quase impossível.

  • Esqueceu os empacotadores de supermercado, que trazem alguns problemas (não por culpa deles, e sim administração do supermercado):

    - No geral quando há empacotadores é porque há sacolas plásticas “gratuitas” (todos nós pagamos por elas). Ou seja, mesmo se nós quisermos usar sacolas de pano ou etc para ajudar, pagaremos o mesmo preço de quem leva 15 sacolas plásticas cada vez que vai lá. Sacola plástica deveria ser cobrada (a gente já paga mesmo).

    - Não consigo conceber o motivo de porque as pessoas tem que empacotar suas coisas no caixa! Se todo mundo botasse tudo de volta no carrinho/cesta e empacotasse depois de sair do caixa a fila iria diminuir muito.

    Mas temos em alguns dos nossos supermercados uma solução engraçada pra filas grandes de supermercado: TV pra cada fila de caixa, pras pessoas não se irritarem :)

  • Uma falta de respeito este post.
    Todos estas profissões são úteis.
    Úteis para matar a fome de quem esta com fome. Úteis para pagar o colégio dos filhos de quem a exerce. Úteis para pagar as contas da casa de quem as exerce. Úteis para comprar remédio para os familiares ou para a própria pessoa que exerce uma destas profissões. Ùteis para que a quantidade de mendigos não aumente em nosso país. Úteis para que pessoas exerçam atividades legais, ao invés de roubar ou vender drogas.
    Úteis para que a taxa de desemprego no nosso país diminua.
    É lamentável ler um post como este!

  • Renato! Esqueceu de mencionar que os empacotadores praticamente te obrigam a usar as sacolas. Eu geralmente peço para não empacotarem, a menos que eu tenha comprado coisas de mais e não tenha sacola de pano. Recebo como resposta caras espantadas, comentários como “Mas como você vai carregar???” e até mesmo risadas.

  • Boas suas observações. De fato, são empregos inúteis. Sugiro, se você tem interesse, em ir mais além. Não se trata apenas desta minúscula lista de trabalhos que existem apenas para justificar o emprego humano, ela é infinitamente imensa. De fato, 99% dos trabalhos remunerados são socialmente irrelevantes. Mas isso é apenas um sintoma de um problema amplamente ignorado. Se quiser entender melhor isso entre no site que deixo aqui. =)
    Aliás! Deixe-me fazer um convite. Você é de Porto Alegre, não? Dia 14, no Guion, irá estreiar um documentário que tem tudo a ver com seu post!

  • Concordo com todas e ainda acrescentaria mais algumas pois a tecnologia ira acabar com esses inuteis como advogado: que so faz pose e decora leis.. Tudo bem que eh bastante, mas elas estao escritas em algum lugar nao eh?; Administrador: que na maioria das vezes eh um “faz tudo” nas empresas e que virando um cadastrador de informacoes em que quem faz alguma coisa mesmo eh o sistema. E com coisas com nota fiscal eletronica ele tera cada vez menos utilidade. Chefe gastronomico: que estuda pra incrementar(deixar mais caro e menor) pratos de comida. Ora ora.. quem faz a “chiqueza” da comida eh a fome..

    Resumindo: existem ainda muito mais profissoes inuteis que inevitavelmente tornar-se-ao obsoletas por conta da evolucao tecnologica tanto de sistemas controladores como ciberneticos.

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