Wednesday, November 28th, 2007...11:00 pm

O Beto Carrero World – eu adoro parques de diversão

Adoro parques de diversão. É um lugar que sempre me traz boas recordações. Como o próprio nome indica, é um lugar feito para as pessoas se divertirem. Eu me divirto.

Sou tão fã que conseguia me divertir até com os parques podres e caindo aos pedaços que tem no litoral gaúcho. Ou ainda com o parque Tupã. E mais ainda com as antológicas vindas do Playcenter para Porto Alegre (lembram, sempre que vinha ficava no estacionamento do Shopping Iguatemi).

Para uma fã de parques de diversão, o Beto Carrero World (e não Beto Carreiro) foi a grande guinada no meu conceito de parques. O Beto Carrero conseguia ser MUITO melhor do que qualquer outro que eu já tinha visto. Tão legal que já fui 2 vezes (uma com a família e outra no passeio da escola da oitava série) e poderia ir uma terceira.

Os motivos são vários. Primeiro, ao contrário dos outros parques que eu já tinha visitado, o Beto Carrero é um parque fixo e não itinerante. Assim, ele podia ter construções fixas e melhores, além de não precisar se preocupar com a mobilidade do parque. Fora isso, a arquitetura (dividido em vário mundos, imitando de certa forma o Magic Kingdom da Disney) e a disposição dos brinquedos e tudo mais podia ser muito mais trabalhado.

Mas não era apenas isso, existem ótimas atrações lá. Foi o primeiro lugar onde pude ir numa montanha russa com looping (ou seja, ficava de cabeça pra baixo). Também tinha uma atração muito legal que nenhum outro parque tinha: o Maximotion. Era legal porque era diferente, era mais do que um negócio qualquer andando em alta velocidade como montanhas-russas, kamikaze, revolution e etc. Era uma tela de cinema onde passava um filme em primeira pessoa de uma nave espacial viajando pelas galáxias mais distantes (qualquer semelhança com Star Wars não é mera coincidência). O legal é que as cadeiras mexiam de acordo com o filme, gerando uma sensação até bastante realística de simulação.

Para descansar das imensas filas, existiam vários ótimos shows. O bom do show é que ao contrário de uma atração onde tu fica meia hora na fila pra ficar 10 minutos no brinquedo, nos show as filas são menores, e eles têm em geral uma duração mais longa, tipo 30 minutos, possibilitando ficar sentado na sombra (às vezes no ar-condicionado) por meia hora, descansando. O melhor show era dos africanos loucos que faziam altos malabarismos. Eles até fizeram apresentações no Faustão e Domingo Legal se nao me falha a memória. Eu não gosto muito de circo, mas aquele show era bastante diferente e conseguiu me impressionar.

Dos parques brasileiros, queria conhecer ainda o Hopi Hari, parque de diversão localizado nos arredores de São Paulo, concorrente de luxo do Beto Carrero.

Num próximo post conto sobre a Disney, AKA: o melhor lugar para turismo do mundo.





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