Sunday, December 14th, 2008...7:45 pm
Meg Ryan, minha atriz autoral favorita
Nesse post d’A Grande Abóbora o marcus fala sobre atores autorais. Eis a definição:
Aquele que, com seu jeito especial de interpretar, sempre ilumina os filmes dos quais participa com seu jeito próprio de reinterpretar o mesmo personagem várias vezes.
A minha atriz autoral favorita é Meg Ryan. O papel padrão dela é esse: jovem bonitinha decepcionada com o amor que encontra alguém que ela se dá mal no começo mas que se apaixona perdidamente no final para viverem felizes para sempre. Ou seja, as famosas comédias românticas, como Harry e Sally, Lente do amor e Surpresas do Coração (o melhor dela na minha opinião), etc.

Filme assim, mesmo quando é ruim, é bom. E quando é feito inspiradamente, é o máximo.
Claro que a Meg Ryan, como todo ator que já cansou de comprar mansões, tentou fugir do estigma de atriz de um tipo de filme só. E claro que os filmes que não seguem essa fórmula foram um lixo, exceto por Quando um homem ama uma mulher, mas claro que um filme com esse título também não tinha como ser ruim. Em outro filme, Meg Ryan chegou até a protagonizar cenas de sexo, filme esse que eu não assisti nem assistirei, porque filme da Meg Ryan não pode esse tipo de cena, no máximo elas podem estar subentendidas. Dizem que ela foi a primeira opção para o papel que foi de Julia Roberts em Uma linda mulher, mas ela negou porque não época ela (ou seu empresário) (ainda) sabia que Meg Ryan não pode interpretar prostitutas, mesmo que a prostituta em questão seja legal ( até porque mesmo legal, ainda é uma prostituta : P)

Obviamente, depois de alguns anos, ela chegou naquele ponto da carreira terrível: ela está mais velha e não pode mais fazer o papel de jovem mulher bonitinha decepcionada com o amor que volta a acreditar porque se apaixona. Por isso, agora ela faz outro tipo de papel: o de não tão jovem mulher bonitinha decepcionada com o amor que volta a acreditar porque se apaixona. Não fica tão bom (vide Kate e Leopold. PS: Hugh Jackman não devia tirar a barba, assim como Sansão não devia cortar os cabelos), mas ainda diverte. Até porque ela no papel de velha que não acredita no amor é sempre um desastre (vide Eu e as mulheres, filme em que ela contracena com Seth Cohen).
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10 Comments
December 14th, 2008 at 8:05 pm
Legal você falar nesse assunto! Realmente tem atores que ficam presos num estigma de só interpretar um tipo de personagem. Não sei ao certo se isso é um defeito ou uma qualidade! :o) Sei que nas novelas brasileiras tem muito disso, vide Humberto Martins, por exemplo. :oP
Acho que desse ‘tipo’ de atriz, por assim dizer, gosto mais da Sandra Bullock, que sempre é a atrapalhada-mas-fofa. A Meg tem filmes clássicos pra qualquer mocinha, mas nunca me despertou muitos sentimentos.
;o***
December 14th, 2008 at 8:18 pm
A Sandra Bullock é legal também, adoro ela !!! Filme que ela é atrapalhada mas fofa sempre funciona. O meu favorito dela acho que é Enquanto você dormia.
December 15th, 2008 at 3:03 am
Eu era fã da Meg, mas acho que ela devia se aposentar. O tempo dela já passou…
Agora, só como elenco de apoio, pra pagar as contas
December 15th, 2008 at 7:32 am
Ela já devia mesmo, mas coitada, não consegue né : P
December 16th, 2008 at 6:05 am
Denzel Washington
December 16th, 2008 at 7:29 am
Ele é sempre policial né ?
December 16th, 2008 at 9:11 am
Charles Chaplin? xD
December 21st, 2008 at 6:02 am
“Eu e as Mulheres” foi o melhor filme que eu vi em 2007.
Por mais que a Meg Ryan esteja velha, ela ainda tem um carisma e um jeito de ser que encanta qualquer homem. Muito mais “fofa” do que a Sandra Bullock
O meu ator autoral é o Mathew Perry, que sempre faz o papel de Chandler - meio desajustado, sarcástico e atrapalhado com mulheres - impossível ele fugir disso, e é ótimo
January 9th, 2009 at 7:14 am
[...] definição: Aquele que, com seu jeito especial de interpretar, sempre ilumina os. fique por dentro clique aqui. Fonte: [...]
September 27th, 2009 at 9:36 pm
[...] Bullock é digamos uma Meg Ryan morena. Mulher de bom coração, desastrada e sempre se dá bem no final, mas claro, tendo vários [...]
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