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Tuesday, January 6th, 2009

A segunda temporada de Dexter impressionou-me

O plot desse seriado, serial killer que mata só assassinos, não é o tipo de sinopse que me chama a atenção. Só assisti esse seriado porque um amigo meu muito me recomendou, e até me emprestou um dvd com a primeira temporada toda baixadinha da Internet. Essa primeira temporada eu achei bem mais ou menos. Os dois primeiros episódios até eram legais pelo fator novidade, mas depois ficou totalmente repetitivo:

um assassino novo aparece, Dexter Morgan investiga e mata ele no final.

Como até então o seriado só tinha 12 episódios (a segunda temporada ainda não tinha sido lançada), continuei assistindo só pra terminar mesmo. Até que chegou os episódios finais com o Ice Truck Killer, e daí sim, o seriado engrenou.


Você sabia que na vida real eles são namorados?

Embora os episódios finais tenham sido interessantes, eu não estava nada animada com a segunda temporada. Isso porque eu achei a primeira temporada hiper mega super estimada: todo mundo elogiava sem parar o que para mim era no máximo mediano. Logo, os elogios que faziam para a segunda temporada não tinham muita força, deviam ser super estimados também.

Até que finalmente assisti a segunda temporada, e olha, fiquei estupefata. É sensacional, muito melhor que a primeira. Muito melhor. O Dexter ficava cada vez mais encurralado e em muitas horas eu não sabia como ele ia escapar da cadeira elétrica. Saiu totalmente do esquemão que estava seguindo na primeira temporada.

Claro que agora vou assistir a terceira temporada bem rapidinho, embora eu duvide que vá chegar aos pés dessa segunda.

Monday, January 5th, 2009

As “lejendas” dos seriados

Com o maior acesso a banda larga no Brasil e as cada vez maiores taxas de compressão de videos, baixar seriados e filmes pela Internet popularizou-se. Mas certamente, essa popularização também se deve aos fanáticos que legendam essas produções sem receber nada em troca.

Eu já legendei alguns videos amadores e posso dizer que é um trabalhão legendar. Escrever as falas e sincronizar é um trabalho braçal do cão. A única parte divertida é a tradução, especialmente pelo fator desafio, já que tradução não é bem uma ciência exata, e também porque traduzir ajuda a treinar o inglês.

Por isso dou meus mais sinceros parabéns a essas pessoas que legendam: são feitas sem remuneração, muitas vezes na pressa (no caso de Lost, pouquissímas horas após o lançamento de cada episódio) e num nível quase profissional.


Alguns seriados famosos

Notem a ênfase no quase. Quase porque a maior parte delas tem erros de português crassos. Eu nem falo de crases, acentuação ou regra do porquê, afinal, eu nem sei elas direito. Eu falo de erros de grafia básicos, e que se repetem no mesmo episódio, provando que não se trata de erros de digitação.

Aqui alguns exemplos:

  • No episódio 6 da primeira temporada de The IT crowd, aos 10 minutos, aparece a palavra envocado ao invés de invocado. Nesse mesmo episódio, aos 16 minutos, temos a palavra tranze ao invés de transe.
  • Em Hannah Montana episódio 1 da primeira temporada, mais ou menos aos treze minutos, aparece concertado ao invés de consertado e exarpe ao invés de echarpe.
  • No episódio 16 de Aliens in America, aparece num momento ofencivas ao invés de ofensivas.

Eu diria que pelo menos um erro assim é encontrado por episódio de qualquer seriado que você fizer download.

O que mais me impressiona, é como pode uma pessoa saber inglês tão bem a ponto de poder traduzir e não saber escrever português direito?

O mesmo vale para animes. Em Death Note, foi possível ver no primeiro episódio a palavra simplesmente escrita como simplismente várias vezes. Suponho que essa legendagem deve ser feita a partir das legendas em inglês porque eu definitivamente não acredito que alguém que saiba uma língua tão díficil como japonês cometa um erro tão infantil como simplismente.

E não me venham me dizer que são erros isolados, essas eram as séries que quando eu estava assistindo resolvi anotar os erros, mas qualquer outra tem.

PS: Sim, eu sei que algumas legendas profissionais da televisão paga também têm erros horríveis, mas são de tradução, não de português. E sim, eu sei que devem ter grupos que fazem legendas boas, mas de modo geral, são péssimas.

Thursday, December 18th, 2008

Beauty and the Geek, um reality show diferente.

Assisti meio atrasada (já tá na quinta temporada, e eu assisti a segunda) ao reality show Beauty and the geek (numa clara referência ao desenho animado a Bela e a Fera da Disney - Beauty and the Beast no original), que passou no Multishow e foi traduzido aqui no Brasil como As gostosas e os geeks.

A idéia é simples, pegam 8 mulheres bonitas bem patricinhas, e 8 geeks bem geeks, e de preferência feinhos (embora não seja o caso de todos, vejam o caso do Wes). Mas bem geeks mesmo. Tipo, eu gosto de geeks/nerds, mas os participantes desse programa realmente se puxavam : P. Junte eles todos numa casa. Cada geek forma dupla com uma mulher, e no final vai ser decidida qual a dupla campeã (o prêmio é 250 mil dólares, não sei se pra cada um ou dividido). As provas são a melhor parte: para eles, provas sobre decoração, cultura pop (do tipo qual o nome do cachorrinho chihuhaua da Paris Hilton … não sabe né ? Tinkerbell seu nerd!!! : P), maquiagem, encontros, beleza. Para elas, computadores, geografia, história, etc. Em uma das provas, as mulheres bonitas tiveram que montar um computador, conectar a internet, baixar uma música e gravar num cd. Quem conseguisse em menos tempo escapava da eliminação.


Josh era definitvamente o mais tímido de todos!

Ao contrário de outros reality shows, esse não dá ênfase nenhuma ao sexo. Só teve um único casal que se formou e se pegou durante o programa, e as cenas mais tórridas por assim dizer nem foram mostradas.

Não entendi ainda porque não adaptaram esse reality show aqui no Brasil, bem que o Sílvio Santos que adora imitar coisas dos Estados Unidos podia seguir essa fórmula. Seria sucesso na certa. E achar geeks no nosso pais não seria nenhuma tarefa árdua.

Não sei ao certo se gosto ou não de reality shows. Confesso que gosto de Big Brother Brasil, adoro ver as estratégias, as brigas idiotas, o pessoal bêbado fazendo coisas improváveis, os “romances” e tudo mais, curtia bastante o No limite também, porque aquelas comidas bizarras eram o máximo. Agora, já American Idol, America’s Next Top model, e suas respectivas versões brasileiras eu acho um saco.

Mas esse Beauty and the Geek, não importa se você é fã ou não do gênero, o programa é bom mesmo.

Wednesday, December 10th, 2008

Capitu - finalmente uma minissérie que preste na Globo

Eu acho a Globo um absurdo: é um dos maiores canais de televisão do mundo (em audiência e dinheiro) e praticamente só faz porcaria. Investe quase todo o dinheiro em novela, e ainda por cima novela ruim. Até as mexicanas conseguem ser melhores.

O pior é o fato das novelas serem todas iguais, eles nunca inovam ou tentam fazer algo um pouquinho diferente do usual. Acho que é justamente porque novela é aquela audiência garantida, ruim ou não, muita gente sempre vai assistir. Inovar nesse caso é arriscado, o feijão com arroz de sempre é garantia de dinheiro.

Mas em minisséries a Globo até se arrisca um pouquinho mais. Até porque se for um fracasso, vai ficar pouco tempo no ar. Além disso, elas passam em horários nada nobres. São nessas minisséries que dá pra ver que existem muitos talentos subaproveitados lá na emissora carioca.

Ontem estreou uma dessas minisséries, Capitu. É uma adaptação bem livre e diferente de Dom Casmurro. Claro que justamente por isso, algumas pessoas torceram o nariz, mas no geral, assim como outros, achei muito legal. Acho que uma obra que reconta-se milimetricamente cada passagem do livro seria inútil, não acrescentaria nada para a história já contada no livro, seria apenas uma versão inferior, assim como são os filmes de Harry Potter.

Essa obra da Globo tem um clima meio onírico, lembrando um pouco o clima de Pushing Daisies sem ser tão colorido. É caricato mesmo, mas de uma maneira bem interessante. Tem suas falhas, por exemplo, achei que o ator que interpreta o Bentinho jovem não foi uma boa escolha, mas no geral, está muito bom. Quanto a trilha sonora, no início eu achei meio estranho ser em inglês, mas se fundiu bem a essa estética pop da série. E pop no bom sentido.

PS: Bem observado pela Ana, porque a Globo chama de minissérie brasileira ? Até parece que eles passam muitos sitcoms ou minisséries de outros países pra ter que fazer essa diferenciação tosca.

Monday, December 1st, 2008

A Net é a pior operadora de tv por assinatura do UNIVERSO

Minha história: a Net tinha saido do ar aqui em casa, do nada. Então ligamos pro serviço de atendimento pra descobrir o que havia acontecido. Primeiro pediram TODAS as informações possíveis, só faltou pedir o título eleitoral. Até aí tudo bem, só que no final, avisaram que o técnico só viria a minha casa em 5 dias. Tipo, 5 dias sem televisão. Mas ok, dái, passados os 5 dias, o técnico ao invés de vir para nossa casa, telefonou, mandou botar uma senha no aparelho que aparentemente reseta ele, e pá, a TV funcionou.


Russo dos infernos, scavuska pra ti

Tipo, vocês notaram, que era só dar as informações POR TELEFONE, que não precisava técnico nenhum vir pra minha casa. Ou seja, deixaram eu sem Net por 5 dias totalmente À TOA.

O mais revoltante, é que se atrasa um dia que seja de pagar, eles ligam, cobram, ameaçam cortar, etc.

Ou seja, pra cobrar, são bem atenciosos, pra atender, te tratam feito gado.

Thursday, November 13th, 2008

Não gosto de assistir seriados no computador (e Aliens in America)

Uma das coisas que a Internet de alta velocidade, BitTorrent e os codecs de video propiciaram foi o downloads de seriados americanos.

Graças a isso, agora podemos assistir os seriados a hora que quiser, sem dublagem e sem comerciais (e depois comprar o box de dvds original, claro).

Tudo muito legal se não fosse por um problema: eu não gosto de assistir nada no computador. Tipo, se a tela do computador estiver longe, tal como uma TV, não tem problema, mas assistir sentada na cadeira do computador, ou com o notebook no colo pra mim é desconfortável. Parece algo sem sentido, mas conversando com algumas pessoas, eu descobri que não sou só eu que penso assim.

Por causa disso, uma coisa que eu desisti foi de assistir filmes no PC. Longa metragem, com quase 2 horas de duração é algo impossível. Mas seriados, por serem mais curtos, fica até agradável.

O problema é que a moda agora são seriados dramáticos de pelo menos 40 minutos de duração. Eu adoro eles, Lost, Desperate Housewives, The O.C são são exemplos cabais. Mas eu sou do tempo que o que estava por cima eram os sitcoms: comédias bem engraçadas e leves de 20 minutos de duração (de preferência com risadas da platéia no fundo). Eu adoro esse tipo de série. O problema é que salvo algumas exceções como Two and a half man, por algum motivo elas pararam de ter qualidade desde de Friends.

Além do fato de eu gostar desses seriados,como já mencionado, eles tem a vantagem de ter vinte minutos de duração. Eu sou da opinião que vinte minutos é o tempo ideal para assistir algo no PC sem cansar. Claro, se eu tô animada, eu assisto até 2 episódios seguidos, mas me faz feliz saber que se eu cansar em 20 minutos de epi, eu posso parar e não preciso depois recomeçar da metade.

Um dos seriados desses de 20 minutos que eu estou curtindo (além de The big bang theory) é Aliens in America.


Esperando o intercambista

Decidi baixar porque tinha assistido a um comercial que me chamou a atenção e não me arrependi, o treco é bem engraçado, me lembrou um pouco o humor de Malcom in the middle, um seriado legal que passava na Fox há uns anos. Aliens in America É a história de um garoto de 16 anos que não é popular no colégio que acaba recebendo na sua casa um estudante de intercâmbio paquistanês chamado Raja. Óbvio que o seriado explora o choque cultural pra criar situações inusitadas.


Oh no, he is from Pakistan : P

Se você visitar sites sobre seriados, vai ver que ele é um sucesso, todo mundo gostou. Mas por algum motivo inexplicado não deu audiência e por isso foi cancelado na primeira temporada. Mas não se deixe levar por isso, vale a pena.


Rezando para Alá em direção a Meca

Eu não consegui encontrar o comercial que eu assisti, mas tem esse teaser do seriado que é muito bom. Meio longuinho (4 minutos), mas assista que dá vontade de assistir o resto do seriado.

Thursday, November 6th, 2008

Existe o verdadeiro altruísmo?

No episódio The one where Phoebe hates PBS do seriado Friends, Joey vai trabalhar voluntariamente numa espécie de Criança Esperança dos EUA só pra aparecer na TV. Nisso, ocorre uma discussão com a Phoebe, no qual ele diz que não existe ação realmente altruísta, já que as pessoas na visão dele, só fazem boas ações para se sentirem bem. Ou seja, mesmo as ações altruístas na verdade são egoístas. A Phoebe então passa o episódio inteiro tentando achar um contra-exemplo.

Segundo Antônio Damásio, autor do célebre livro sobre psicologia O erro de Descartes, altruísmo verdadeiro de fato não existe. Segue uma passagem do livro.

… comportamentos altruístas beneficiam quem os pratica num outro aspecto que assume relevância aqui: permitem evitar a dor e o sofrimento futuros que seriam provocados pela vergonha de não agir com altruismo. Não é só a idéia de arriscar a vida para salvar um filho que nos faz sentir bem; mas a idéia de não o salvar e de perde-lo faz que nos sintamos muito pior do que com o risco imediato.

Eu como otimista que acredita no lado bom do ser humano, acho que sim, existe altruísmo verdadeiro. Como então Joey e Damásio explicariam o comportamento de algumas espécies de animais que se sacrificam pelos filhos ? No caso dos animais, não existe nenhuma sociedade para te culpar, e mesmo assim alguns bichinhos vão lá e se sacrificam pelo seu filhotinho, ou mesmo por outros animais. Isso é a prova de que o altruísmo é intrínseco e pode sim existir sem esperar nada em troca.

Pra finalizar o post, fiquem com 2 diálogos desse memorável episódio da quinta temporada de Friends:

Rachel: Talvez Joey esteja certo. Talvez todas as boas ações sejam egoístas.
Phoebe: Eu vou achar um boa ação altruísta. Porque eu acabei de parir três crianças e não vou deixar eles crescerem num mundo onde Joey está certo.

Phoebe: [ao telefone] Eu encontrei uma ação altruísta. Fui passear no parque e deixei uma abelha me picar.
Joey Tribbiani: Como isso pode ser uma boa ação?
Phoebe: Isso faz a abelha se sentir poderosa na frente dos seus amigos abelha. A abelha está feliz e eu definitivamente não.
Joey Tribbiani: Uh, Pheebs, você sabe que a abelha provavelmente morreu depois de te picar né?
Phoebe: Droga !!!

Wednesday, November 5th, 2008

A história do seriado Chaves

Post em homenagem ao R_the_alien, que adora Chaves e Chapolin.

Aproveitando os podcasts sobre Chaves e Chapolin, finalmente li um livro que ganhei na minha formatura, Chaves de um Sucesso, de Pablo Kaschnner, altamente recomendado para fãs. O livro foi feito baseado na monografia de final de curso do autor, que foi obviamente sobre Chespirito (apelido de Bolanos, criador e ator de Chaves) e seus dois seriados de maior sucesso.


Isso isso isso

Uma das partes mais interessantes é a história do seriado Chaves contada no livro. Inicialmente, existia um quadro de poucos minutos no programa do Chespirito de uma criança pobrinha sem nome. Como esse quadro fez muito sucesso, em 1971 esse quadro ganhou nome, Chaves, e virou seriado. Inicialmente, era composto apenas pelo Chaves e Seu Madruga, os outros personagens foram acrescentados aos poucos. Em 72 finalmente temos a trupe completa e os personagens finalmente assumem as características marcantes que conhecemos hoje (antes, por exemplo, Seu Barriga ainda não era o dono da vila, só um cobrador de aluguel, seu madruga não usava sempre a camiseta preta, e Dona Florinda não usava os bóbis sempre). Um episódio desse período inicial que passou no Brasil é Seu Madruga Leiteiro (episódio raro não mais exibido pelo SBT). Dá pra notar que os atores estão bem jovens.

Em 1974, a atriz que interpretava Chiquinha decidiu sair para gravar um programa de variedades. Por isso Bolanos criou dois personagens para preencher o buraco: Pópis e Nhonho. Nesse período, as crianças começam a frequentar a escola, e Girafales ganhou destaque consequentente.

Em 1975, Chiquinha volta, já que seu programa não fez sucesso. O sucesso é tanto, que em 1978, os atores já são celebridades, e graças aos investimentos maiores, começam os episódios musicais e os célebres episódios de Acapulco (que o ator de seu Barriga confirma numa entrevista do livro que o episódio foi patrocinado pelo Hotel, e que era um alvoroço de fãs durante as gravações). Nesse ano também acontece o especial de Natal na casa do seu Barriga.

Infelizemente, no inicio de 79, é a vez de Quico decidir sair. Logo após, é o seu Madruga que sai. Por causa disso, em 1980, Chaves volta a ser um quadro do programa Chespirito. Para dar ânimo ao seriado, Bolanos cria um novo cenário: o restaurante da Dona Florinda. Notem que seu Madruga e Quico de fato não aparecem nesses episódios. O carteiro Jaiminho e Dona Neves são os personagens criados nessa fase do programa.

Em 1981 seu Madruga volta, e novos episódios são gravados até 1983, quando o seriado finalmente termina, sem episódio final.


Turma do Chaves

Em 1988, Seu Madruga morre, e Quico já não se dava bem com Bolanos. Mesmo assim, o seriado voltou a ser gravado. Basicamente, eram episódios na escola sem a presença de Quico, e alguns remakes com o Nhonho no lugar do Quico e Jaminho no lugar de Madruga. Entetanto, é nítido que com o envelhecimento, os atores perderam um pouco o ritmo. Essa fase pode ser acompanhada no programa Clube do Chaves que passou no SBT alguns anos atrás, infelizente, com aquela dublagem nova que os fãs não gostaram. Essa segunda fase durou (no México) até 1992, quando a morte de Jaiminho e de Dona Clotilde sepultaram o seriado. Em 1995 é a vez do programa Chespirito chegar ao fim.

Atualmente, o programa é transmitido em quase toda a América Latina, mesmo anos após o fim do seriado, comprovando que o humor usado em Chaves/Chapolin nunca fica datado, é atemporal.

Saturday, October 25th, 2008

Joguinho de seriados mais legal do universo

Já jogaram o jogo em flash lançado pelo séries etc ? Simplesmente viciante.

Consiste de uma imagem onde várias coisas relacionadas aos nomes das séries acontece. Por exemplo, aquele homem perdido ali, que seriado será ?

Lost, óbvio. Tem mais 34 pra decifrar. Algumas óbvias, outras semi impossíves.

Boa sorte tentando.

Dica do marcus.

Sunday, August 10th, 2008

Top 5 casais mais legais dos seriados

Só pra avisar, tem spoilers de The O.C, Friends e Sex and the City.

1. Summer Roberts e Seth Cohen - The 0.C: Primeiro a Summer não dava a mínima bola pro Seth, que tinha ela como paixão platônica. Depois ela se apaixonou completamente e fez de tudo pra ficar com ele, disputando com garotas do calibre de Anna Stern (inclusive se vestindo de mulher maravilha pra conquistá-lo). Na terceira temporada, ao descobrir que Seth vai aplicar pra Brown, uma das universidades mais concorridas dos EUA, ela, mesmo com poucas chances, aplica junto pra poder morar perto dele. Claro, aconteceu que ela conseguiu a vaga e ele não, mas o que importa é que mesmo com a distância que eles tiveram que superar várias vezes, no final, casaram.


Casal nerd cute


Sim, eles namoraram na vida real também

2. Kirsten e Sandy Cohen - The O.C: De novo O.C! Os dois se conheceram na faculdade. Embora tivessem muitas diferenças (ele todo engajado em política e ela meio filhinha de papai), formaram um dos casais mais legais da TV. Também passaram por vários problemas como alcoolismo, ex-namoradas(os) inoportunas(os), acidentes de carro, filho drogado, mortes, etc.


Kiki e Sandy

3. Rachel Green e Ross Geller - Friends: Depois de MUITOS problemas para começar a namorar (problemas como uma namorada chinesa e listas de prós e contras), eles finalmente iniciam o relacionamento, que só durou parte da segunda e da terceira temporada por causa da moça do xerox, álcool demais e o “we were on a break“. Mesmo assim nunca ficaram separados muito tempo, voltaram na quarta temporada por pouco tempo (ela fez a namorada do Ross na época ficar careca!), casaram bêbados em Las Vegas, etc. Mesmo com Ross casando com outra (a chatinha da Emily, e a Rachel ainda teve que assistir ao casamento), eles na última temporada finalmente se acertaram e ficaram juntos. Abaixo video com alguns momentos deles, ao som de with or without do U2, música que tocou na segunda temporada.

4. Carrie Bradshaw e John Big - Sex and the City: Embora o Big tenha feito de tudo pra não ficar com a Carrie, desde viagens para Paris, viagens para a costa oeste, casamento com outras mulheres, etc, se arrependeu e foi pra Paris tirar a escritora dos braços daquele russo milionário chatissímo.


Quando eles cairam num hotel …


e quando eles cairam dentro de um lago do Central Park. Sim, eles gostavam de cair juntos

5. Kate e James Ford (Sawyer) - Lost: Eu sei que tem o pessoal que quer que a Kate fique com o Jack, mas por favor, o Jack é muito sem sal. A Kate e o Sawyer são de longe o casal mais legal de Lost.


Eu ia botar essa foto romântica …


mas não resisti em botar essa também : P

Menção honrosa: Lynette e Tom Scavo, de Desperate Housewives.