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Wednesday, February 3rd, 2010

Big Brother Polônia

Então, mesmo aqui na Índia, eu tô assistindo o Big Brother pela Internet. Dito isso, esses dias eu tava assistindo e mostrei pra Paula, a polonesa que mora comigo. Era justamente o programa que aparecia a cena do Michel e da Tessália embaixo do edredon. Daí eu falei pra ela que a Tessália tava sofrendo a maior rejeição do público brasileiro por causa disso.

Eu jurando que ela ia ficar chocada, mas ao invés disso ela diz: o Big Brother Polônia é muito pior! Respondi: ah tá, duvido. Big Brother Brasil é cheio de putaria, casais fazendo sexo, dançando sensualmente, dúvido que na Polônia seja mais apelativo.

Aí ela me mostrou o video da cena de sexo entre a participante Frytka e o participante Ken do Big Brother Polônia terceira edição. Pra vocês terem uma idéia, foi numa banheira, sem edredon, sem nada !!!

Ela me contou que depois a participante foi eliminada com muitos votos, sofreu alta rejeição do público também já que a Polônia é uma país muito católico. E adivinhem o que a Frytka (apelido para Agnieszka Frykowska) fez depois da eliminação? Óbvio, posou na Playboy !!! E também gravou um cd e participou de alguns filmes.

Mas não é só isso, também teve esse participante doido que quebrou tudo na casa, dando inveja nos maiores barraqueiros do Big Brother Brasil !!! Sério, Big Brother é baixaria igual em todo o mundo : P

Pra terminar o post, fiquem com a versão polonesa da música de abertura, igualzinha a do nosso BBB (mas em polonês, óbvio).

PS: Viram que bonito que é intercâmbio cultural? : P

Sunday, November 8th, 2009

As Pegadinhas Picantes do Topa tudo por dinheiro

Hoje parei pra ver o Topa tudo por dinheiro. Quer dizer, não sei se é esse ainda o nome do programa, mas é assim que eu chamo qualquer programa que envolva a tríade Sílvio Santos, aviãozinhos de dinheiro e câmeras escondidas.


Caravana de onde?

Embora pareça meio deslocado para os tempos atuais, o negócio continua divertidinho como sempre. E o auditório mais feminino do Brasil continua lá. Por sinal, lembro que quando criança uma vez perguntei pra minha mãe se homem podia ir lá assistir e ela respondeu que sim. Mas então, porque eles não vão lá? Não sei até hoje. Você sabe?

Outra coisa que continua por lá são as câmeras escondidas, o grande destaque do programa. E vejam bem, não são novas gravações como era de se esperar, são exatamente as mesmas que já foram exibidas. Dá pra entender já que fazer pegadinhas novas com o elenco anterior seria impossível: a Ruth Romcy morreu, o Ivo Holanda ficou velho e o Celso Portiolli não faz mais esse tipo de programa. E convenhamos, mesmo que fizessem, quem não iria reconhecer eles né … se bem que supostamente não reconheciam o Sérgio Mallandro nas pegadinhas do Malandro, mas whatever


Reconhecível até fazendo mais plásticas que o Michael Jackson.

O que me chamou a atenção é que durante o programa o Sílvio ficava anunciando um quadro chamado “Pegadinhas Picantes”, coisa que não existia no tempo que eu via. Vai um aviãozinho de dinheiro, vai outro, até que finalmente começa.

A primeira decepção é que as pegadinhas picantes não são brasileiras, são americanas, talvez inglesas, o que interessa é que são do estrangeiro. Não que seja um problema, mas é que no SBT a gente quer ver pegadinha from here né, senão vou ver Candid Camera com Don DeLuise que eu ganho mais. E segundo, embora passe num horário super tarde (eram mais de meia noite) e logo depois passasse um seriado com cenas bem fortes para os padrões essebetezisticos, o Californication, as pegadinhas picantes não tinham NADA, absolutamente NADA de picantes. Todas as pegadinhas, eu disse TODAS, consistiam de uma mulher bonita, loira ou morena, não importa, perdendo a camiseta “acidentalmente” por algum motivo absurdo na frente de transeuntes que fazem sempre uma cara tosca de surpresa. Não preciso dizer que elas sempre esqueciam de usar sutiã.


Ok, pra não dizer todas, em 1% aparece a calcinha ao invés de peitos.

A questão é que, no meu tempo, o SBT não esperava passar da meia noite pra mostrar seios. Por exemplo, tinha o extinto programa Cocktail, já resenhado nesse blog, que passava em horário nobre, e mostrava esse tipo de nudez leve o tempo todo (mas sem silicone, ainda não era moda). Na realidade, o SBT ia muito mais longe, e mostrava tetas até mesmo de tarde, em filmes estilo Férias do Barulho.

A pergunta que fica é, o que houve com o canal do Sílvio? Será que simplesmente a fiscalização sobre os programas de TV ficou mais forte ao longo dos anos e nem tinhamos percebido? Ou será que o mundo está ficando mais conservador e isso explicaria também o que aconteceu na polêmica da minissaia de Geisy Arruda da Uniban? (bah, agora forcei uma relação com esse fato totalmente nada a ver só pro post parecer mais relevante : P). Dê a sua opinião, Aqui e Agora.

Tuesday, September 1st, 2009

Uma análise profunda do seriado iCarly

iCarly é o seriado resposta da Nicklodeon ao sucesso de Hannah Montana da Disney. Como eu tinha visto Hannah Montana e curtido, resolvi ver iCarly né, vai que é melhor. Procurei na internet e fiz o download pra conferir.


Resposta? E qual pergunta eu fiz?

Bom, dizer que iCarly é uma cópia de Hannah Montana é uma coisa que só os não antenados em séries infantis podem dizer. Uma comparação muito mais justa e adequada é com o Disney CRUJ, uma vez que iCarly está muito mais para uma releitura dos tempos atuais do Disney CRUJ.


Cruj Cruj Cruj tchau

Lembram do Disney CRUJ né? Comitê Revolucionário Ultra Jovem. Eram três personagens, o Macaco (dá o play macaco), o Chiclé, e o Caju, o lider da turma. Eles se disfarçavam e faziam um programa de TV num escoderijo da casa deles. Pegavam um sinal pirata e transmitiam pra todo o Brasil vários desenhos como Timão e Pumba por exemplo, além de fazer vários protestos em prol dos ultra jovens. Depois veio a Maluka, uma personagem feminina que usava umas perucas loucas.

Então, iCarly são duas meninas, a Carly e a Samanta que fazem um programa também. Só que os tempos são outros né, era da internet e tal, não faz sentido transmitir por sinal pirata, então elas transmitem pela Internet, ou seja, fazem um videocast. E é o maior sucesso, só que elas não transmitem desenhos, e sim curiosidades gerais bizarras (dá pra beber espaguete com almôndegas?), e o seriado gira em torno dos bastidores do programa.


Dá um pageview pra gente.

Mas ao contrário de Hannah Montana, eu não curti muito. É engraçadinho, mas pra mim faltou alguma coisa que eu não sei bem o que é, aquela empatia que só alguns seriados conseguem causar.

Friday, June 19th, 2009

Final do episódio de Chapolin da Branca de Neve

Quando eu era criança, não existia Internet na casa das pessoas. Como eu era uma criança de apartamento, minhas opções de lazer eram poucas. Por isso, eu acabava assistindo MUITA televisão. E consequentemente muitas reprises.

Entretanto, não me incomodava ver o mesmo episódio centenas de vezes. Mas tinha uma coisa me irritava profundamente: histórias sem final. O maior exemplo é Chapolin. Quem não lembra daquelas histórias do Chapolin que eram pra continuar no mesmo canal, nesse mesmo horário mas DE FATO NUNCA CONTINUAVAM ???


Início do episódio da Branca de Neve dublado

Era a maior decepção, porque muitas das histórias eram ótimas. E eu bem trouxa, no outro dia esperava ansiosamente a continuação e ela nunca aparecia, ao invés disso, botavam outro episódio aleatório qualquer.


continuação …

Era muito revoltante. Extremamente revoltante.

Claro que a não exibição desses episódios geravam vários boatos. Os mais populares eram:

1. As fitas com o final se perderam num incêncdio.
2. O sbt não tinha comprado os direitos desses episódios.
3. Nunca foram sequer gravados esses capítulos.

Mas graças a Internet, além dos meus dias serem sempre repletos de diversão, agora eu tenho acesso a coisas que nunca imaginei, como por exemplo, esses tais episódios “secretos”, bastando procurar no Youtube com carinho e amor.


Continuação da continuação …

Dentre esses episódios, um dos mais legais de Chapolin era “A Branca de Neve e os sete anões“, um episódio repleto de tiradas, situaçõe e piadas simplesmente sensacionais. Talvez o meu favorito do seriado. Quem não lembra da musiquinha Tchurin Tchurin Tchunflais ? Da Cheves, a cerveja incrível ? Do marido da dona cigarra que foi fumado? Do rei que resolveu morrer de pneumonia galopante? Pois então, o final dessa história perfeita está totalmente disponível no Youtube !


Última parte do episódio que chegou a ser exibida no Brasil

Eu não sei como uma notícia tão bombástica como essa tão não foi melhor divulgada pela imprensa brasileira!

Infelizmente, o video com a parte final não está dublado, mas pelo menos tem legendas. Divirta-se finalmente vendo que aqueles episódios “ocultos” existiam e que sim, as histórias não acabavam no vácuo.

Sugiro ver as partes já exibidas no SBT antes, pra entrar no clima.


Parte 1 do final nunca exibido


Parte 2 do final nunca exibido


Parte 3 do final nunca exibido

Tuesday, April 21st, 2009

Por que eu não gostava muito mas agora adoro How I met your mother

How I met your mother é uma sitcom no qual o protagonista (Ted) conta para seus filhos como ele conheceu a mãe deles. Só ele conta para os filhos histórias desde o momento que ele decidiu que queria casar, isso quando estava por completar 30 anos, logo são apresentadas todas as namoradas que ele teve desde então.

Nisso você conhece os amigos dele, Lily e Marshal, casal que se conheceu na faculdade, Barney e Robin.


Barzinho que a galera toma cerveja

Uma das grandes qualidades do seriado é a narrativa sofisticada em comparação a outras sitcoms: idas e vindas no tempo (não linearidade), flashbacks dentro de flashbacks, várias versões para um mesmo acontecimento (por exemplo, um mesmo acontecimento pode ser mostrado várias vezes na versão de vários personagens diferentes), etc. Em suma, é uma narrativa interassante, e como dito, não usual nesse tipo de seriado.

Além disso, as piadas e situações em geral são muito engraçadas, mas para mim uma sitcom precisa de mais do que isso para funcionar, precisa mais do que situações engraçadas, uma sitcom precisa de personagens carismáticos.

E era ai que residia o grande problema de How I met your mother pra mim: eu não achava seus personagens carismáticos. O Ted era romântico de um jeito carente e irritante, Lily e Marshal um casal perfeito sem falhas e o Barney um sem vergonha que mesmo engraçado era nojento pra mim. Só quem se salvava era a Robin, a canadense mais legal do mundo depois de Alanis Morissette.


Robin e Barney

Mas como a série era MUITO bem falada, eu felizmente segui assistindo mesmo sem estar curtindo tanto (afinal era só 20 minutinhos cada episódio). Bem que eu fiz. Talvez seja aquele apego aos personagens que vai se criando a medida que se assiste uma série, mas mais tarde (tipo metade da primeira temporada) eles ficaram bem mais interessantes. A Lily e o Marshal acabam tendo problemas normais que todo casal enfrenta, o Ted acaba namorando algumas personagens e a gente vê que ele não é tão carente e irritante assim (embora ainda seja o personagem menos interessante).

Mas a grande mudança de paradigma aconteceu em relação ao Barney. Aos poucos nota-se que embora ele seja cachorrão, ele tem motivos no passado dele, e que ele de uma forma mesmo que estranha, ama bastante sua família e amigos, e pode até mesmo nutrir amores platônicos por um bom tempo. É meu personagem favorito atualmente, junto com a Robin.


Barney e uma de suas teorias loucas e ótimas.

O seriado está quase no fim da quarta temporada e pelo visto muitas outras ainda virão por aí. Recomendado para todo mundo fã do gênero.

Sunday, February 22nd, 2009

Aberturas de seriados friendzadas

Conforme eu disse nesse post, uma das aberturas mais legais é a abertura de Friends. Depois que algum fã criou uma abertura para Lost inspirada nos moldes da abertura de Friends (que infelizmente agora só está disponível sem som), várias aberturas de outros seriados foram criadas no estilo Friends de ser. Eis algumas delas. Notem que algumas são bem feitinhas mas outras são bem tosquinhas, nem se deram o trabalho de usar a mesma fonte de letra. Mas não deixa de ser divertido

30 Rock:

Supernatural:

Gossip Girl:


Desperate Housewives
: Esse seriado também tem abertura estilo Friends, mas esse video, com cenas de Friends e narração da Mary Alice eu achei mais legal.

The office:

One Tree Hill:

Brothers and Sisters:

Gilmore Girls:

E a pergunta fica, quando vão fazer uma abertura baseada em Friends de How I met your mother, seriado que tem sido constantemente comparado com a sitcom dos 6 amigos ? Ou ainda, uma com as cenas mais engraçadas de Dexter ? Tenho certeza que ficaria ótimo.

Saturday, February 21st, 2009

Top 7 melhores aberturas de seriados

Eu tentei selecionar aberturas de acordo com vários critérios como o quão inesquecível a abertura é, o quão marcante, o quão criativa, a música, o quanto ela consegue captar a essência da série, etc. Eu tentei ser imparcial, mas é óbvio que é díficil não escolher aberturas de seriados que eu gosto, talvez (possivelmente) por já ser apegada aos personagens. Como a escolha fica bem pessoal (ok. como todas) faça vocês também suas listinhas em seus blogs.

7. Sex and the City: Eu ia colocar O.C, só pela música mesmo, mas acho que essa abertura de Sex and the City melhor. Alguns podem dizer que essa abertura peca por não mostrar Miranda, Samantha e Charlotte. Mas eu gosto assim, com ênfase nas 2 principais personagens, Carrie e Nova Iorque.

6. The Office: Única abertura de seriado que eu não gosto presente nessa lista (não gosto de mockumentários, ou pseudo reality filmes como Bruxa de Blair). Ficou tão clássica que mil sátiras já foram feitas no youtube.

5. Desperate Housewives: Eu gosto do clima super retrô dessa abertura: o american way of life com donas de casa perfeitas, varrendo a sujeira pra longe, pin ups provocativas, etc.

4. The Big Bang Theory: Várias imagens sobre a evolução humana num ritmo acelerado, culminando num grande big bang, tudo em uníssono com a música. A abertura mais curta de todas com pouco mais de 20 segundos.

3. Friends: Os 6 amigos dançando numa fonte ao som de I’ll be there for you. Simples, porém efeitvo. Quem não quis fazer bagunça numa fonte depois de ver essa abertura ? Eu pelo menos quis : P

2. Anos Incríveis: Sério, eu não vivi nos anos 70, mas essa abertura consegue passar um clima de nostalgia incrível. Claro que uma música composta pelos Beatles na abertura também colabora bastante. Nem assiste que dá vontade de rever o seriado inteiro.

1. Dexter: Embora um pouco longa, essa abertura é uma obra de arte. Na verdade é uma simples manhã do Dexter, mas filmada de um jeito inusitado. Graças as câmeras com um super zoom, aos diferentes ângulos, aos efeitos sonoros e a música, um mero corte de carne parece uma precisa incisão de bisturi, um mero amarrar de tênis, um estrangulamento, fazendo uma bela, assustadora e irônica composição.

Menções honrosas: Married … with children e Six feet under. A de Nip/Tuck também é legal. Díficil escolher só 7 né ?

E vocês ? Preferem alguma outra abertura ? Arquivo X ? How I met your mother ? Weeds ? Lost ? That’s 70’s show ? The IT crowd ?

Thursday, February 5th, 2009

Hannah Montana é o máximo !

Hannah Montana é uma típica sitcom. E acreditem, é legal mesmo que você não seja uma criança ou não goste de palíndromos!

Sendo uma sitcom, o que você vai ver, basicamente, são episódios que podem ser assistidos fora de ordem embora exista uma certa continuidade neles, tipo Friends ou Two and a Half man, várias piadinhas rápidas, com risadas no fundo e duração de 22 minutos.


Hannah e Miley

No seriado, Miley Stewart é uma garota de 14 anos que tem uma vida dupla: quando ela se disfarça (apenas colocando uma peruca loira), ela vira Hannah Montana, uma cantora de sucesso. Esse nome meio country vem do fato da família dela ser do interiorzão dos EUA, mas o seriado já começa com eles morando na Califórnia. Os episódios giram em torno da vida familiar de Miley, conflitos na escola, com os amigos, a dificuldade de viver uma vida dupla, etc.


Viu como um óculos e um gelzinho podem disfarçar bem? Pois é, perucas loiras também funcionam.

O seriado me lembrou um pouco Punky, a levada da breca, ou mesmo Blossom. Claro, eu prefiro Punky e Blossom, mas Hannah Montana é bem divertidinho. Digamos que Hannah Montana seja uma versão mais crescidinha da Punky ou mais criança que a Blossom.


Minha ídola


Você sabia que atriz que faz a Blossom tem doutorado?

E se você viu High School Musical, achou uma droga, e acha que Hannah Montana é igual, tudo farinha do mesmo saco (especialmente porque ambos são da Disney), não se engane! Hannah Montana está anos luz dessa trilogia tosca do Troy e da Gabriella, a qual eu só tive saco de ver o primeiro filme.


Músicas a cada dois segundos, um dia eu faço um post falando mal

Algumas piadas de Hannah Montana são notavelmente infantis, mas grande parte diverte qualquer pessoa de qualquer idade. Claro que por causa do público alvo, você não vai ver piadas de cunho sexual, ou cenas de nudez, ou qualquer coisa do tipo. Muito menos palavrões. E claro que você tem que aceitar alguns absurdos do tipo, no mundo real, os papparazzi em dois minutos descobririam que Miley é a cantora, mas no seriado não, mas isso não tira a graça da sitcom.

As músicas são bobinhas, mas eu me divirto bastante com a abertura, Best of Both Worlds. Mas o melhor é que tem no máximo uma por episódio (e em geral é só um trecho e não a música inteira), e as vezes nem tem.

Assisti a primeira temporada inteira (o seriado está na terceira, e deve ir até uma quarta, máximo quinta), e a Miley é muito simpática. Logo me apeguei a ela, e a amiga dela, Lilly, uma espécie de Six ou Cyntia (Cherrie). Não curto muito o irmão da Miley, que é aqueles persongens que tem a função de ser cômicos mas que acabam não conseguindo.


Lilly, Oliver e Miley

Uma curiosidade interessante é que a atriz que interpreta Miley Stewart se chama Miley Cyrus. E o cara que interpreta o pai dela no seriado, é de fato pai dela na vida real. E Miley Cyrus namorou um carinha feinho do Jonas Brothers na vida real, mas eles já terminaram.

Miley Cyrus é daquelas personalidades bem recatadas na dela, mas a imprensa faz de tudo pra achar um escândalo de cunho sexual com ela. Tadinha. Essas fotos aqui, ao que parece, foram tiradas por ela mesma num celular e acabaram vazando na Internet, assim, como o tal banho dela com suas amigas.

Pelo visto, é a coisa mais pelada que vão conseguir ver dela.

Friday, January 30th, 2009

Eu não ia falar de Big Brother …

… mas não resisti. Então ignore o post se você odeia o programa.

Todo mundo sabe que as primeiras semanas são chatas porque tem gente demais na casa. Mas felizmente dessa vez a Globo tá se esforçando pra rolar umas tensões o quanto antes.

Bom, primeiro teve aquele véio, o Norberto, também conhecido como Betão. Ele é daqueles caras que devem ter sido bonitos quando jovem, e não caiu a ficha que ficou velho, e daí continua a dar em cima de mulher de 20 anos. Claro que logo foi eliminado.


O vovô eliminado

Mas o post é pra falar sobre o primeiro grande mala dessa edição. Gaúcho, porque é incrível como tem gaúcho mala em Big Brother. O nome da criatura é Newton, também conhecido como Tom.

Vou explicar o que aconteceu: a prova do anjo era uma piscina imensa, cheia de penas. Cada participante recebia uma cor. O primeiro participante que achasse 5 coelhinhos de brinquedo da sua cor escondidos dentro da piscina ganhava o colar do anjo. Daí a participante Ana e a participante Francine já tinham achado 4 coelhinhos cada uma. A Ana então achou o coelhinho que faltava pra Francine ganhar. O que ela fez ? Botou umas penas em cima pra dar mais tempo de ela achar o coelho dela. Tática essa que deu certo, porque a Ana ganhou.

Aí a Ana bem ingênua (pra não dizer burra) pegou e contou pra Francine que escondeu o coelho dela. Óbvio que a Francine se fez de vítima e ficou revoltada. Só que notem que várias pessoas fizeram isso de esconder o coelho dos outros.


O mala do Tom e a namoradinha dele, que é supostamente uma “interesseira” porque prefere o dinheiro ao invés do amor.

Bom, nessa mesma semana, o Tom era o lider, e indicou a Ana, dizendo que ela era desleal, sem caratér, etc. Mas ele queria o que ? Que a Ana entregasse o coelho pra outra ganhar ?

Como se não bastasse, na última prova do lider, que era de resistência, o Tom não aguentava mais ficar de pé, mas disse que desistiu porque queria deixar o outro participante vencer, já que umas das coisas que o lider ganhava era uma ligação, e o outro participante disse que queria falar com o filhinho. Ou seja, o Tom quis se fazer de generoso, muito fake. Típico jogador que faz um joguinho medíocre.

Pra piorar, ele acusou a namorada dele, a participante Josiane, de preferir o jogo ao invés dele. Nossa, que dúvida, será que ela prefire um milhão ou um cara chato que ela conheceu faz menos de 20 dias?

O cara quis queimar até a namorada com o jogo tosco dele. Uma chinelagem. Que bom que logo vai cair fora, porque ninguém vai com a cara dele.

Wednesday, January 7th, 2009

Dexter deve morrer !!! E Death Note.

Como já disse nesse post, o seriado Dexter realmente impressionou na sua segunda temporada. Sei que devido ao sucesso, ainda vamos ter muitas pela frente (ouvi falar que vai pelo menos até a quinta temporada). Mas para mim, não importa o quanto eles vão enrolar para chegar nos finalmentes, mas sim como vai ser esse final. Eu realmente espero que o Dexter morra no último episódio da última temporada, embora os produtores tenham dado claros sinais de que vão deixa-lo bem vivinho.

Aqui começa uma série de spoilers sobre a segunda temporada de Dexter. Não leiam se não querem saber o que acontece.

Os sinais de que vão deixar o Dexter vivo foram dados no final da segunda temporada. Fizeram toda uma “forçação” de barra para que a Lila matasse o Doakes ao invés do Dexter. Afinal, Dexter não mata pessoas inocentes.


Pobre Doakes

Mas vejam bem, se não existisse a Lila, o Dexter seria obrigado a mata-lo. Ele é um assassino, e assassinos não podem ter final feliz, mesmo que no caso dele, ele seja legal, boa pinta e a princípio só mate pessoas más, ele não se importa de matar os bons para não ser descoberto. Ou melhor, ele até se importa, mas isso não o impede. Ele mataria o Doakes, não é?


Para os roteirista do seriado, ela é má, mas Dexter não, tá?

Tem um anime, que eu não me canso de elogiar aqui nesse blog, que se chama Death Note. Se você gosta de Dexter, deveria perder seu preconceito idiota contra animes e assistir (tem no islifecorp por exemplo). O plot tem várias semelhanças, embora tenha um viés sobrenatural. No caso de Death Note, Raito Yagami encontra um caderno, e caso você escreva o nome de uma pessoa nesse caderno, essa pessoa morre.

Raito então faz exatamente o que Dexter faz, escreve (e consequentemente mata) o nome só de assassinos e pessoas que ele julga que devem morrer. Óbvio que depois de alguns episódios, um super detetive começa a procurar quem é o responsável por aquelas mortes, e aí que surge L. L é um detetive que podemos comparar ao agente especial Lundy, visto que é tão, senão mais, perspicaz que ele.


Perspicaz, mas não pegou o Dexter, e também não pegaria o Raito

Aqui começa uma série de spoilers sobre o final de Death Note. Não leiam se não querem saber o que acontece.

Claro que para escapar de L, Raito acaba ficando encurralado. E o que ele faz ? Exatamente o que você deve estar pensando, ele larga o seu código e mata pessoas inocentes a fim de não ser descoberto. No final, mesmo que ele não tenha cometido seus crimes por vaidade ou porque gosta de matar, mas sim por uma filosofia de limpar o mundo da podridão, Raito morre. Um final condizente para um assassino, e que seria condizente para o Açougueiro de Bay Harbor também.


Raito Yagami, o “Dexter” japonês