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Friday, July 11th, 2008

O final do seriado Sex and The City e o filme

Apesar de talvez ser meio atrasado para postar, aqui vão minhas opiniões a respeito. Atenção: spoilers sobre o filme e seriado inteiro nesse post.

Já mencionei mil vezes que esse seriado é nota mil, então, como bem a Lu do dia de folga disse, mesmo que o filme fosse uma droga eu iria gostar (fangirl).

Só que o filme não é uma droga, o filme sequer é bom, ele é Ó-T-I-M-O !

Acho que ele de certa forma corrigiu o final do seriado que teve vários defeitos. Não que o último capítulo tenha sido ruim, mas foi bem corrido. A Carrie tá lá deprê em Paris, e bem no finzinho do capítulo o Big chega e ela volta para Nova York com ele. Dá uma ceninha com ela passeando na grande maça e pá, acaba. Totalmente repentino.

Mas o que mais me incomodou no último capítulo foi o excesso de conto de fadas. Até a Samantha acabou com namorado, sendo que ela sempre foi super independente e avessa a namoro. Tudo bem, eu adoro final água com açúcar, adoro o Smith Jerrod (ele é muito legal quando cuida da Samantha com câncer), e iria odiar se a Carrie ficasse com aquele russo velho tosco do Barishinikov, mas achar um principe encantado até pra Samantha foi demais. Nada condizente com o resto do seriado. Ficou num nível de sacarose similar ao que Titanic teria se o persongem de Leonardo Dicaprio não tivesse morrido no final do filme.

Pois então, o filme de Sex and The City veio sanar todos esses problemas. Ficou um final muito mais interessante, verossímil (ou seja, Samantha sem principe e Carrie com casamento tosco no cartório, porque nem tudo é perfeito) que fechou com chave de ouro esse que é um dos melhores seriados de todos os tempos.

Claro, o longa metragem tem alguns defeitinhos (personagem da Charlotte é mal aproveitada, aquele personagem nova na faixa dos vinte anos formada em computação que a Carrie contrata não tem grande serventia no filme, o motivo pelo qual o Big ficou com medo do casamento não me convenceu, o filme, como bem alguém disse, tá muito mais pra Love and the City do que Sex and the City, etc), mas são erros pontuais. A trilha sonora do filme está perfeita, e aquele início com um pequeno resumo do seriado foi MUITO bem feito e acho que não teve um fã que não ficou emocionado.

Aqui e aqui algumas opiniões sobre o filme e seriado bastante interessantes. A última é especialmente direcionada aos homens que ficam criticando o seriado.

Também recomendo o RapaduraCast que fala sobre Sex and the City. Os comentários da Maíra estão muito bons. E concordo com eles, a primeira temporada é muito inferior as demais.

Monday, June 9th, 2008

Malditas promoções de criar frases

Eu leio a Zero Hora quase todo dia (quando não acordo atrasada). Tomo meu café da manhã sempre lendo. E a minha parte favorita do jornal é o Segundo Caderno. Pra quem não é do Rio Grande do Sul e não sabe, é o caderno da Zero Hora referente as informações culturais como shows, filmes, críticas músicais, etc.

Na contracapa do Segundo Caderno, temos uma seção escrita por uma jornalista chamado Roger Lerina. Diria que é a parte mais legal do jornal. Nela tinha uma promoção referente ao filme Sex and The City.

Pra quem não sabe, eu sou ultra mega super fã da série de Carrie e companhia. É o único seriado que eu tenho todas as temporadas em DVD originais (se bem que em breve completo The O.C). Pois então, em sua seção, Roger Lerina anunciou uma promoção, no qual os vencedores ganhariam como prêmio ir ao cinema ver a pré-estréia do filme, sendo buscada em casa de Mercedez com motorista (e não é eufemismo para ônibus, é o carro mesmo : P) e ainda por cima, ganharia uma noite no hotel Sheraton, o hotel mais chique, caro e poderoso de Porto Alegre. Hotel que sempre hospeda os famosos que vem para POA como Avril Lavigne, Amy Lee, etc.

Aqui um printscreen da coluna do Roger falando sobre a promoção:

Notem que eu só precisava responder de maneira criativa a frase: Por que você merece ser tratada como uma diva? Aí começou o primeiro problema: eu nunca ganhei nenhuma promoção que tivesse que inventar frase. Na realidade, eu nunca ganhei promoção nenhuma. Mas eu estava determinada a ganhar. Fui tomar um banho e começei um autobrainstorm, pensando em todas as frases possíveis. Notei que a busca exaustiva não funcionava, e comecei a usar algumas heurísticas. Eu já tinha umas 5 frases que eu considerava boas. Pensei até em mandar mais de uma frase, bastava eu mandar no nome de alguma amiga (como o prêmio é com acompanhante, certo que eu iria ir junto). Mas dai usei meu pouco aguçado processo decisório e consegui escolher uma frase só. A frase pefeita.

Pá, fui no site da Zero Hora e mandei. Ai hoje fui lá conferir pra ver se eu tinha ganhado. O legal da Zero Hora e que eles publicam as frases vencedoras, pra tu ter a possibilidade de ver como as outras pessoas são mais criativas.

E adivinhem o resultado?

* Que rufem os tambores *

Perdi, óbvio. Como disse, essas promoções são impossíveis de ganhar.

Saturday, May 31st, 2008

Melhores beijos do cinema

O primeiro beijo da história do cinema foi já em 1896 (apenas 1 ano após o cinema ter sido inventado pelos irmãos Lúmiere) no filme O beijo, entre os atores John C. Rice e May Irwin. Desde então, muitas cenas de beijo aconteceram, e algumas ficaram antológicas, por isso, decidi escolher o meu top 5 beijos mais legais da história do cinema.

Segue a lista com comentários:

1. Titanic. Leonardo DiCaprio e Kate Winslet na proa do navio. A cena dispensa apresentações. Incrível que a melhor cena de beijo do cinema seja de um diretor acostumado com (ótimos) filmes de ação como Exterminador do futuro e True Lies. O vento, o figurino esvoaçante de Kate Winslet, o timing, a música, tudo conspirou a favor da cena.

2. Homem aranha. Tobey Maguire e Kirsten Dunst. Mais uma surpresa: a segunda melhor cena é de um filme de super herói, que apesar de sempre terem uma mocinha, são tradicionais por não colocarem o romance em primeiro plano. A cena é um primor: a parte que a Kirsten tira parte da máscara dele, a chuva, e claro, o beijo de cabeça pra baixo, acho que o único da história do cinema. Mais criativo, impossível. A cena ainda gerou uma imitação que conseguiu ser quase tão legal quanto: O beijo de Seth Cohen (Adam Brody) e Summer Roberts (Rachel Bilson) do seriado The O.C.


A cena


A cópia

3. A dama e o vagabundo. O beijo mais meiguinho da lista e também o único acidental. Ambos apaixonados, mas tímidos e e ingênuos (afinal é um desenho da Disney). Notem que eles vão comendo o fio de macarrão olhando para o lado, sem fitar os olhos um do outro, até que o acidente revela seus sentimentos e intenções.

4. Ghost – Do outro lado da vida. Patrick Swayze e Demi Moore. Apesar do beijo entre eles quando o Patrick Swayze já esta morto quase no fim do filme ser muito bonito, me refiro ao beijo do início do filme, certamente, um dos beijos mais apaixonados do cinema (senão o mais). A Demi Moore ali tentando trabalhar, mas a paixão a impede completamente. Amo a cena.
Interessante que Unchained melody fundiu-se tão bem a cena que é quase impossível escutar a música e não associar a este filme.

5. Bonequinha de Luxo. Audrey Hepburn e George Peppard. Como já disse nesse post, não é dos meus filmes favoritos, mas a cena final do beijo é tão bonita, que mereceu entrar na lista. Beijo na chuva sempre ganha uns pontos a mais nesse tipo de lista.

Menção honrosa: O beijo de Segundas Intenções, entre Ryan Phillipe e Reese Witherspoon. Adoro esse filme, e adoro a cena.

Menção honrosa número dois: Todos os beijos da Meg Ryan, porque as comédias românticas dela são o máximo : D

Claro que não esqueci do beijo de A um passo da eternidade (mas como nunca vi o filme, não posso avaliar), o beijo quase forçado de E o vento levou, o de Star Wars entre Han Solo pegador e Leia Organa, etc. Mas bom, preferi os beijos acima.

Aproveito para linkar essa lista com os top 10 beijos mais estranhos do cinema. Bem interessante. E também aproveito pra convocar o Anderson do Rosebud é o Trenó pra fazer a dele (aposto que vai ter o beijo de Moulin Rouge). E também quem mais quiser responder a esse “meme”.

E esse post participa da promoção das cinco coisas do blog do 1001 gatos do Schrodinger pra ganhar um linkzinho.

Sunday, May 18th, 2008

Interface gráfica no filme Homem de Ferro

Sabe o que é mais absurdo nesse filme: não é o fato do Tony Stark conseguir fazer uma armadura em pouco tempo com poucos recursos naquela caverna cercado de terroristas. É ele ter feito até uma interface gráfica pro software que ativa a armadura, com features como barra de loading (porque Tony Stark não programa porcarias em que a ativação do programa é por linha de comando).

Mas ele se formou no MIT (Massachussets Institute of Technology), ele pode : P

Opinião sobre o filme: absurdo mas bastante legal, especialmente a aparição de Nick Fury, chefe da SHIELD, organização que eu só conhecia porque li parte saga Guerra Civil do Homem Aranha.

Esse post também serve pra eu mostrar meu super bonequinho do Homem de Ferro que eu ganhei por pedir um lanche infantil do Burger King (ou seja, o Mc Lanche feliz do concorrente), que agora tem lancheria no Shopping Praia de Belas de Porto Alegre.

Monday, May 5th, 2008

Atores gênios

Muita gente acha que atores e atrizes são burros, drogados, prostituidos, etc. De fato, muitos são. Mas existem exceções notáveis, especialmente nos EUA.

Num episódio do ótimo seriado The big bang Theory, dois personagens comentam sobre atores gênios. Entre os citados temos Mayim Bialik. Você talvez não conheca o nome da atriz, mas certamente deve conhecer o nome da sua personagem mais famosa: a Blossom Russo, do seriado Blossom, que começou a passar no Brasil em 1997. Por sinal, aproveito pra dizer que esse seriado é um dos meus favoritos, e que a islifecorp podia muito bem disponibilizar. Aqui a abertura (my opinination).

Voltando aos atores gênios, Bialik é PhD em Neurociências pela UCLA. Nada mal né? PhD pra quem não sabe, é o mesmo que doutorado.

Mas não é só ela. Vocês obviamente se lembram dos seriados Anos Incríveis né ? Não, não é o Kevin Arnoldo o gênio. E muito menos o Paul Pffeifer. É a Winnie Cooper ! A atriz se chama Danica McKellar, é também tirou seu Phd na UCLA. Mas ela foi além. Danica também criou um teorema que leva seu nome, chamado Chayes-McKellar-Winn. Aqui a abertura de Anos Incriveis, que assim como Blossom, é excelente.

Outra geniazinha é a atriz Natalie Portman, atriz de Closer e Star Wars. Ela não chegou a ter Phd e tal, mas se formou em psicologia em nada menos do que na universidade de Harvard.

E ai, já imaginaram serem orientados pela Blossom ou pela Winnie Cooper ? : P

Sunday, April 27th, 2008

Cheiro de Ralo

Assisti ao cultuado filme brasileiro Cheiro de ralo, com Selton Mello.

O filme, basicamente, conta a história de um cara muito estranho, que trata todo mundo muito mal, e que acaba se viciando no cheiro podre de ralo que vem do banheiro anexo a sua sala de trabalho (ele compra objetos usados para aparentemente revender por um preço melhor depois).

Não curti muito. Na realidade, logo depois de acabar o filme, eu achei ele ruim (apesar de alguns monólogos bem engraçados/interessantes do Selton Mello), mas depois pensando e discutindo um pouco a respeito, o filme até tem algumas qualidades.

A grande sacada, é que o protagonista, em seu trabalho avalia o valor de vários objetos, de forma muito vantajosa para ele, ao passo que em sua vida, ele avalia pessimamente o valor das pessoas (valor sentimental, claro).

A única coisa que eu fiquei meio sem entender, é a moral do cheiro de ralo … ele é metáfora de alguma coisa? Qual o sentido dele? Por acaso tem algum? Não encontrei nenhum site,blog ou resenha cinematográfica que tentasse discutir o filme de maneira menos superficial do que apenas contar a sinopse dele.

Se você não assistiu e está afim, apenas esteja preparado para um filme mediano, meio nonsense e bastante estranho.

Monday, March 31st, 2008

Filmes subestimados

O Anderson do Rosebud é o trenó respondeu um meme do Weiner da Grande Arte. Resolvi responder também. Mas só consegui pensar em 3 filmes. Aqui vai a lista.

1) Vidas em Jogo, de David Fincher –> Todo mundo quando pensa em David Fincher lembra imediatamente de Seven, Clube da Luta (ou ainda do superestimado Zodíaco). Realmente, Seven e Clube da Luta são obras primas, não tem como não lembrar delas, mas justamente por isso, as pessoas esquecem de outra grande obra da filmografia desse diretor: Vidas em jogo. Um filme onde não dá pra saber o que é real e o que faz parte do jogo no qual o protagonista(Michael Douglas) é forçado a viver.

2) Meninamá.com, de David Slade –> Esse filme tem um motivo pra ser subestimado: uma das piores escolhas/tradução de títulos da história. Mas não se deixem levar por esse detalhe: o primeiro filme relevante de Ellen Page, a protagonista de Juno, é surprendente. Mais do que uma crítica óbvia a pedofília, uma crítica a quem tenta parecer mais esperto do que é na internet.

3) Um kickboxer muito louco, de Jackie Chan –> A melhor comédia de todos os tempos. Passava direto no SBT faz uns anos. Acho que é um dos primeiros filmes do Jackie Chan (e o único que realmente presta). Uma espécie de Indiana Jones muito mais escrachado. Conspirações nazistas, escorpiões venenosos no deserto, coadjuvantes femininas hilárias, lutas, muitas viagens, e arábes mercenários do mal : P

Pra quem acha que lembra e não lembrou, aqui um videozinho com cenas do filme.

Eu sei, o filme pode parecer tosco (porque é mesmo), mas notem que não é só eu que acho esse filme obscuro ótimo. No site da Amazon, se você ler os reviews, um diz que o filme é ótimo (4 estrelas de 5), e as outras 2 criticam o fato dessa versão de DVD à venda ter cortes. Nesse site HKflix, ele ganha a mesma nota (4 estrelas de 5). Eu, claro, dou 10 estrelas de 5 possíveis : P

PS: Descobri que o nome do filme em inglês é Operarion Condor – Armour of gods 2. Isso quer dizer que deve haver um Armour of gods 1. Preciso ver ! ! !

Thursday, March 13th, 2008

Bonequinha de luxo e My fair lady

Um dos clássicos do cinema que eu tinha obrigação de ver. Não curti muito o filme, esperava mais romance. Mas realmente, a Audrey Hepburn está linda e super estilosa nesse filme. As roupas dela, em estilo clássico, estão belíssimas. Por sinal, o vestido (Givenchy) que ela usa logo no começo do filme, segundo uma revista que eu não me recordo o nome, foi escolhido o segundo vestido mais lindo da história do cinema. Era o primeiro, mas foi desbancado pelo vestido verde de Keira Knightley em Desejo e reparação.

audrey hepburn
Audrey escondendo as olheiras com um super óculos

breakfast at tiffanys/bonequinha de luxo
Costas do vestido

A história do filme em uma frase: Pseudo escritor se apaixona pelo jeito maluquete de Holly (Hepburn).

Curiosidades: No meio do filme descobrimos que o nome real de Holly é Lula Mae(!). Além disso, no filme temos a chance de escutar Audrey falando em português, que segundo ela, é uma língua complicada com mais de 4000 verbos irregulares. Acho que não é tanto verbo assim, mas concordo que nossa língua mãe é complicada mesmo.

Quem quiser curtir a Audrey num filme mais legal, sugiro My fair lady (Minha bela dama), onde a atriz interpreta uma pobretona que aprende a ser uma dama com o auxilio de um ricaço e solteirão convicto chamado Henry Higgins, exatamente igual a aquele episódio de Chapolin (quer dizer, o episódio é igual ao filme). Apesar de não gostar muito de musicais, o filme conta com musiquinhas bem legais. E Audrey está igualmente bonita.

my fair lady
My fair lady

Tuesday, March 11th, 2008

A atriz mais estranha de Hollywood

Você é diretor de um filme e precisa de uma atriz para fazer uma personagem bizarrona. Qual atriz você pensa ? Se não pensou em Helena Bonham Carter, comece a pensar.

Não sei se é porque ela está longe dos padrões de beleza de Hollywood, mas ela só faz personagem no mínimo estranho. Talvez por ser esposa do Tim Burton ela tenha uma predispoção a gostar desse tipo de papel, ou talvez seja porque o Tim Burton quase sempre escale ela nos seus filmes, dai claro, só sobra papel bizarro.

Pra quem ainda não lembrou que atriz é essa, ela faz uma das macacas do Planeta dos Macacos, faz a mulher estranha do Clube da luta, faz a Bellatrix Lestrange do Harry Potter e a Ordem da Fênix, dublou a noiva cadaver, e agora, em mais um papel bizarro, a mulher que faz tortas com um gostinho especial em Sweeney Todd.

helena bonham carter como marla no clube da luta
Ela em clube da luta, contracenando com Edward Norton

Pra quem sabe mais de cinema, me digam, ela já fez algum papel normal na vida dela? Quero dizer em grandes filmes, não nos que meia dúzia de pessoas assistiram.

Helena Bonham carter no filme Planeta dos macacos de tim burton
Ela com um pouco de maquiagem

Friday, March 7th, 2008

Razão e Sensibilidade

Um dos livros que li ano passado foi Razão e Sensibilidade (no original, Sense and Sensibility, nome muito mais poético), da inglesa Jane Austen. Quando li sobre o que se tratava o livro, me interessei imediatamente: duas irmãs, Marianne e Elinor Dashwood vivem na inglaterra do século XVIII. Logo no início do livro, o pai delas morre, e assim elas ficam com poucos recursos (A.K.A pobretonas). Marianne é a mais sensível (a sensibilidade do título), Elinor é a mais racional (logo a razão).

Mas então, era um romance, com uma personagem principal com o nome parecido com o meu que se deixa levar pela emoção (tal como eu) e interpretada pela Kate Winslet no filme homônimo (a Kate Winslet é uma das atrizes que eu permitiria que me interpretasse : P).

Mas ao começar a ler o livro, decepção: é chato chato chato chato chato. Mesmo assim li o livro até o final.

razao e sensibilidade
A Razão e a Sensibilidade juntas

Mais tarde, resolvi assistir ao filme. Foi dirigido por Ang Lee, o mesmo do Segredo de Brokeback Mountain, e concorreu ao Oscar 96. O filme é bem feitinho, mas mesmo tendo o Hugh Grant (que descobri recentemente que estrela vários filmes que eu gostei), continua chato porque, como era de se esperar, segue fielmente a história do livro : P, e além disso, o final é mega corrido. De repente, personagem x do nada se apaixona por personagem y e se casam, sem muitas explicações.

Mas o filme tem uma coisa muito legal: o ator Alan Rickman. Eu adoro ele, adoro a voz dele, e é incrível como ele consegue convencer em papéis tão diferentes: ele já foi o vilão de Duro de Matar, o cara que se apaixona por outra em Simplesmente Amor, o Severo Snape de Harry Potter, e agora o cara sensível de Razão e Sensibilidade.

Coronel Brandon
Alan Rickman como o coronel Brandon

Depois dessa obra, fiquei meio ressabiada em ler/assistir outras obras da Jane Austen. Mas já estou com o filme Orgulho e Preconceito em casa (peguei emprestado), que também é baseado numa obra dela, tomará que seja melhor.