Friday, February 13th, 2009
Dos filmes que eu gosto: Segundas Intenções
Segundas Intenções é daqueles que filmes que tem uma história clichê total (cara quer conquistar uma guria por causa de uma aposta, mas adivinhem, se apaixona por ela e deixa sua vida de cara mau), mas daqueles clichês legais sabe, bem feitos, que dá gosto de continuar vendo o filme, não é que nem clichês podres a mal feitos como Segundas Intenções 2 por exemplo, uma continuação bisonha que tentou repetir o sucesso do antecessor. Além disso, tem atores legais, e principalmente, uma trilha sonora ótima que virou minha favorita.
O filme começa com o Sebastian andando naquele carro super style (maria gasolina detected hahahah, capaz, nem ligo pra carro, é sério) andando numa das highways de Nova York, com aquela quantidade descomunal de cemitérios embaixo da estrada com Every you Every me, uma das melhores músicas de uma das minhas bandas favoritas, o Placebo.

O Sebastian é interpretado pelo Ryan Phillipe, que no filme faz o estilo de bonitinho ordinário : P. Pena que depois ele nunca mais fez um filme que prestasse, pelo menos não que eu lembre.
Depois da cena do carro, aparece o Sebastian aprontando total com a psicóloga idiota dele. Tipo, apronta mesmooooo, mas como a psicóloga era do mal também, você acaba nem se importando, mas já nota que ele não é flor que se cheire.
Depois do começo do filme ele, o Sebastian, vai lá falar com a sua meia irmã bonitona, a Sarah Michele Gellar, de cabelo preto, e do mallllll. Claro que pelo fato do filme adorar clichês, a personagem do mal é meio slut por assim dizer e a do bem é totalmente pudorada. Acho que a Sarah tava meio de saco cheio de ser tachada de Buffy, caça vampiros loira do bem, e foi fazer esse filme pra tentar tirar o estigma.

Voltando ao filme, daí eles fazem aquela aposta super do mal. A Buffy dúvida que o Sebastian pegue a filha loira virgem e bonitinha do diretor da escola super high society que eles estudam (acho que esqueci de mencionar, os personagens do filme são milionários, meio Gossip Girl style).
A tal filha do diretor é a Reese Whitespoon, atriz que eu adoro e que faz uns filmes ótimos, tipo A eleição. Ela inclusive se casou com O Ryan Phillipe, mas depois de uns anos, se separaram.
Bom, depois, o filme é basicamente o pessoal tratando mal a personagem da Selma Blair, mas assim, só por diversão e o Sebastian dando em cima da Reese e ela negando e tal, porque ela tem seus preceitos, até que ela finalmente se apaixona enlouquecidamente por ele, e ele também, e assim o filme segue. Mas essa parte da conquista é ótima por causa do jogo de sedução, dos diálogos, justamente porque o Sebastian e a Annete (a Reese) tem pensamentos bem diferentes.

E o melhor, as cenas são acompanhadas pela trilha sonora que eu já tinha elogiado e vou elogiar de novo. Além de Every you Every me do Placebo, tem Praise do Fatboy Slim, Coffee and Tv do Blur, Colorblind do Counting Crows (essa toca quando o Sebastian tá subindo na escada rolante pra encontrar a Annete, adoro a cena) e a cena final com a magnetizante Bittersweet symphony do The Verve. Adoro as cenas finais desse filme com a Sarah Michele Gellar (eu sempre lembro do Ross por causa do Gellar, tá, eu sei que é Geller o dele, mas é parecidinho, vai), com aquela cara de Oh my god !!!



























