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Friday, September 26th, 2008

Top 7 melhores aberturas de anime dubladas

Eu botei essa restrição de dublada pra restringir um pouco a quantidade de aberturas que eu teria que comparar. E também porque existem raros casos de aberturas dubladas que de fato ficam legais e bem feitas, embora eu prefira que nunca, nunca, se adapte esse tipo de coisa em animes (ou pelo menos lancem uma versão em dvd com a abertura original). De brinde, alguns comentários sobre os animes.

1. El Hazard: Um anime muito simpático que a Bandeirantes exibiu nos tempos do Band Kids.

2. Sailor Moon: Clássico !!! A abertura da Gota Mágica de Moonlight Densentsu (Lenda da luz da lua) dá um banho em relação a abertura da BKS.

3. Dragon Ball Z: Fazer uma abertura que não ficasse devendo a cantada pelo Hironobu Kageyama é um super desafio, mas o pessoal da Álamo conseguiu.

4. CardCaptor Sakura: Embora tenha destruido a abertura de Sailor Moon, a BKS soube fazer uma boa abertura pra esse anime do CLAMP. Por sinal, como eu chorei vendo esse anime, o final é tão bonito (sim, eu me apego a animes).

5. Yuu Yuu Hakusho: O anime com a melhor adaptação de músicas de todos os tempos. Encerramentos e aberturas muito bem tratados. Passou na grande Rede Manchete !

6. Patlabor: Embora o anime fosse bem chato (e desconhecido), a abertura ficou bem legal e parecida com a japonesa. Passou na Fox Kids.

7. Corrector Yui: Outro anime chato, meio desconhecido e com um character design horrível que tem uma bela abertura em português. Passou só no Cartoon Network.

De brinde, aberturas que foram assassinadas de tão horríveis (sendo que a original era legal): Guerreiras Mágicas de Rayearth, Digimon (Angélica ninguém mereceu, nada contra a loira) e One Piece.

Demais animes que eu lembrei que tem abertura(s) em Português: Shurato, Cavaleiros do Zodíaco, Bucky, Tenchi Muyo, Pokémon, Hunter x Hunter, Street Fighter, Fly, Monster Rancher, Slayers, Inuyasha, Ranma 1/2, Dragon Ball, Dragon Ball GT e Super Pig.

Se lembrarem de algum outro anime com abertura em português (do Brasil, por favor), comentem.

Thursday, September 18th, 2008

Top 5 mulheres do Tokusatsu

Esse post serve pra matar dois coelhos de uma vez: primeiro, fotos de japonesas (especialmente as peladas, sem calcinha ou com pouca roupa) sempre ajudam a aumentar os rendimentos de um blog. Segundo, e principalmente, eu sempre fui fã incondicional dos seriados japoneses de super herói, e fazer um post sobre eles, é sempre algo agradável de escrever para mim.

OBS: as fotos estão uma porcaria, mas eu não achei melhores.

1. Reiha, a ninja de Jiraya de olhos brilhantes.
A mais bela de longe, mas também, quem não se encantaria por uma mulher misteriosa vestida de pseudo ninja que trabalha para o serviço secreto do Japão e que ainda por cima tem um par de olhos brilhantes (literalmente).

2. Patrine
A estrela fascinante Patrine é pra quem gosta de colegiais heroínas japonesas, estilo Sailor Moon. Yuko Hanashima é a atriz que interpreta.


Patrine transformada


Patrine destransformada e mais velha

3. Tomoko
A unica representante feminina dos Cybercops. E uma das minhas ídolas. Policial habilidosa, tímida, mexe com computadores e brincalhona.


Tomoko no seriado


Parece que é a Tomoko nessa foto uns anos depois do seriado

4. Nefer
Pra quem gosta das meninas más, do estilo oncinha, e não se importa com cabelos pintados de branco, Nefer é a escolha certa. Ainda por cima, o chicotinho acompanha. Ela era chefe de outras duas mulheres que se vestiam como gatinhas, Urk e Kitty. Mas elas eram meio feias. Se você achou a Nefer uma má opção, fiquem com a Sara, a Yellow Flash. A única que conseguiu encontrar seus pais verdadeiros no final de Flashman.


Urk, Nefer e Kitty, guerreiras do mal. Mas no fim do seriado parece que a Nefer vira do bem.


Sara, a yellowflash.

5. Aracnin Morgana
Na realidade ela não é bonita (ok, ela é horrorosa), mas ela é tão petulante, que pode conquistar. De fato, ela ja conquistou. Num dos episódios de Jiraya, ela deixa bem claro que já teve um caso com Dokusai (deve ser dai que veio os chifres). Dokusai é o chefe da familia dos feiticeiros e rival da família de Jiraya. Inclusive, nesse episódio, Morgana passa a mão na bunda do Dokusai na maior cara de pau!


Morgana, eu avisei que ela não era bonita


A família dos feiticeiros: Dokusai é o de chifres

Thursday, August 14th, 2008

Eu, os comics, e o Lanterna Verde

Sempre fui fã da cultura japonesa, desde criança. Dentre as muitas facetas da cultura japonesa que eu aprecio, uma delas é o mangá.

Comecei a ler quadrinhos relativamente tarde, mais ou menos aos 16 anos, com Ranma 1/2 e depois Dragon Ball (quadrinhos da Mônica, Menino Maluquinho e Disney não contam).


Provavelmente o quadrinho mais engraçado do mundo

Sempre gostei de desenhar também e quando eu tinha uns 18 anos decidi fazer um curso de desenho, mais especificamente, o curso de desenho do Daniel HDR, aqui em Porto Alegre.

Lá descobri que existiam pessoas fanáticas por comics. Tipo, num nível de fanatismo igual ao meu por mangá. Só que vendo de longe eu achava comics um lixo. Uns caras super musculosos bombados com roupas colantes e histórias com a profundidade de um pires. Tipo, não concebia que alguém com mais de 12 anos pudesse gostar daquilo.

Mesmo frequentando eventos de anime, tendo amigos fãs de anime, acabei me apaixonando justamente por um fã de comics. Mais especificamente por um fã da DC, o que piora mais ainda a situação, já que os únicos heróis de comics que eu não achava completamente toscos eram o Homem Aranha e o X-Men que são da Marvel (e só simpatizava com eles por causa dos filmes).

Claro que meu noivo sempre me sugere que eu leia comics (em contrapartida eu sugiro alguns mangás). Por causa dele tentei ler “O Reino do Amanhã” (aquele traço do Alex Ross me mostrou que de fato, existem bons desenhistas de comics, mesmo que os heróis ainda sejam desproporcionalmente super musculosos com roupas colantes) e também O Cavaleiro das Trevas.

Como eu disse, tentei ler. Isso porque essas histórias de heróis aposentados que voltam a ativa não me agradaram.

Mas teve alguns outros comics que ele me emprestou que eu acabei lendo (e gostando), como a Piada Mortal. Outro que eu gostei foi “Lanterna Verde, renascimento”.


A história do Coringa

Bom, eu acho que o grande problema dos comics é que como as histórias nunca acabam (Batman é publicado há mais de 70 anos por exemplo), fica difícil pra quem nunca acompanhou uma história pegar o bonde andando. Mas isso ainda fica mais complicado no caso de heróis como o Lanterna Verde e o Flash, justamente porque não existe um Lanterna Verde, existem vários, assim como não existe um Flash, são no mínimo uns 3 até onde eu sei, pra confundir ainda mais a cabeça da pobre newbie que decidiu ler. Pelo menos Batman, Super-Homem e Homem-Aranha tem um só de cada.

Bom, no caso do “Lanterna Verde, renascimento”, ainda tem várias outras complicações: você tem que saber um monte de coisa a priori pra ter um entendimento mínimo sobre a história. Se você não sabe quem é o Parallax, o Espectro, o Sinestro, entre outras coisinhas, você boia.


Green Lantern

Claro que pegando um Dragon Ball pela metade você também vai boiar, mas aí existe a possibilidade de comprar todas as edições do mangá e ler desde o começo (além do fato que um dia a históra vai ter um fim). Agora como vou fazer com Batman por exemplo? Vou comprar todos os quadrinhos desde 1939?

Mesmo sem saber detalhes do Lanterna Verde, nada que explicação do noivo e/ou algumas boas visitas a Wikipedia não resolvam, mas que é complicado virar fã de comics, isso é.

Apesar desses contras, recomendo a história sobre a redenção de Hal Jordan (o Lanterna Verde mais pop entre todos). O traço e as cores estão bem bonitos (mesmo pra mim que gosto de um traço mais minimalista estilo CLAMP), e a história é bastante interessante, me fez até correr atrás de Crepúsculo Esmeralda, a mini-saga que conta como Hal Jordan virou do mal.

Sunday, August 3rd, 2008

Ócio criativo e Cybercops

Pra quem ainda não sabe, me formei em ciência da computação pela UFRGS (clap clap pra mim, obrigada, formatura em meados de Agosto). Como eu não estava estagiando, nem trabalhando, desde o dia 10 de Julho me encontro no mais puro ócio. E como era de se esperar, estou adorando : P

Uma das muitas coisas que tive chance de fazer nesse ócio foi assistir Cybercops inteirinho de novo, só que dessa vez, tive a chance de ver o final (que é muito legal e meio triste até), já que na primeira vez que assisti, há uns 15 anos na rede Manchete, os últimos 4 episódios de um total de 34 não foram exibidos.

Por isso, aproveitei e escrevi um guia de episódios completinho, coisa que eu não encontrei na Internet inteira. Se algum site de tokusatsu por exemplo quiser copiar, dê os créditos para meu blog por favor.


Os atores do seriado atualmente. No canto superior esquerdo, a Tomoko, que nitidamente baranguiou total

1 – A chegada de Júpiter: A cena inicial são os 3 cybercops destransformados mais Tomoko tocando numa casa de shows. Até que surge um chamado para prender criminosos. As armaduras e armas são apresentadas. Depois surge a Destrap (a organização inimiga). Os Cybercops não conseguem dar conta, mas surge um policial com amnésia chamado Shinya Takeda. Ele meio que sem saber porque, entra na cabine de transformação e se torna Júpiter, o cybercop mais poderoso. A cyber Força dele é apresentada e o inimigo derrotado.

# 2 – A cidade do futuro: Takeda entra no ZAC (polícia responsável pelos Cybercops) e começa a treinar. Nos restos de uma cidade aparentemente do futuro, um inimigo surge. Os cybercops detém ele.

# 3 – O combate ao tanque Cyborg: Um tanque supostamente mais poderoso que a equipe do ZAC é construído para substituir os Cybercops. Mas mais tarde o tanque sai do controle e começa a atacar todo mundo.

4 – Pânico na cidade! A ameaça do computador: Uma super programadora que só acredita nos computadores e não nos humanos é visada pela Destrap já que ela poderia fazer vírus e enlouquecer os computadores de Tóquio. Obviamente ela é detida.

# 5 – Um príncipe em apuros: Um príncipe mimado de um país não revelado chega ao Japão. Pelas estimativas da Destrap ele será o lider mundialno futuro, por isso ele deve ser morto, mas novamente os Cybercops entram em ação para impedir.

6 – O rapto de Oda: Oda, o chefe dos Cybercops vai flertar uma mulher mas cai numa armadilha e é raptado pela Destrap. Nesse episódio descobrimos que Marte foi adotado por Oda.

7 – Avião de combate ataca a metrópole: Esse episódio tem uma cena muito legal: a armadura do Marte é semi-destruída, e por isso, ele arranca o capacete. Adoro essas cenas em que destroem a armadura. No episódio a Destrap usa uns aviões estilo caça pra destruir Tóquio.

# 8 – A usina de energia por um triz: Uma usina de energia é atacada, a mãe de mercúrio tenta convencer ele a sair da polícia, mas ele não sai. Conhecemos um pouquinho do passado do mercúrio.

9 – Segurança em risco. Corra Blade-Liner: A Destrap quer destruir a base dos Cybercops, mas ela fica no subsolo, por isso, nem uma bomba atômica poderia destruir. O plano deles então é roubar um cybercard para entrar na base da polícia pela tubulação por onde saem as cyber armas (que plano mirabolante). O cybercard é roubado de Saturno por uma garota que o distrai dando um beijo nele (podemos notar que garotas conseguem facilmente ludibriar os policiais japoneses, ver episódio 6). Nesse episódio aparece a moto do Júpiter, que parece a moto do Kaneda do filme Akira.

10 – Arrepios no hotel mal-assombrado: No início desse episódio deu até pena da Miho: levou um fora do feioso do Takeda (e depois rola um super ciúmes da Tomoko hahaha). Bom, como consta no título, o episódio é sobre um hotel mal-assombrado. A cena com o Saturno com medo de entrar no hotel é ótima. E nesse episódio, um dos radares da armadura dele é destruído!

# 11 – Ameaça na auto-estrada! Surge um tanque aéreo: A Destrap faz um tanque do mal, uma motoqueira ajuda o Takeda porque ele dirige motos bem.

# 12 – O menino e o dragão: É natal. Um menino tem um dragão de estimação que ataca a cidade. Nesse episódio.

# 13 – Satélite ameaça destruir Tóquio: Satélite do mal ameaça destruir Tóquio, mas o Júpiter impede. Acontece um draminha no qual parece que o Takeda morreu, mas óbvio que isso não acontece.

14 – O segredo de Takeda: A partir daqui vem uma leva de excelentes episódios. No início do episódio já quase rola um beijo entre Takeda e Tomoko. Depois, um jogo de video game feito pela Destrap é vendido para a Miho. Só que este jogo é capaz de controlar a mente dos Cybercops e faze-los lutar entre si. Nesse episódio acontece o combate mais esperado pelos fãs até então: a luta entre Júpiter e Marte. Informações sobre o passado (ou futuro) de Takeda são finalmente reveladas. Barão Kageyama conta que no futuro, existe uma grande guerra: de um lado as pessoas que querem que o mundo seja comandado por um computador (os siliconióides), do outro lado, os opositores a idéia. Barão Kageyama é do primeiro grupo, e tenta convencer que Takeda era seu amigo (além de um assassino). A partir desse episódio, muda o encerramento. Prefiria quando era a bandinha.

15 – Júpiter, a esperança do futuro: Tomoko encontra Takeda (que tinha fugido da base, confuso). Um vírus, P4B2 deve ser impedido de se espalhar pela cidade. Júpiter por ser do futuro, aparentemente é imune ao vírus. Esse episódio tem um erro de continuidade, quando Júpiter vai se transformar, a roupa dele é uma, mas minutos antes era outra.

16 – Lúcifer, o emissário do demónio: Outro episódio sensacional. Um dos personagens mais legais surge, Lúcifer. Os Cybercops vão para uma vila de pessoas que são contra o uso da tecnologia (uma espécie de velho oeste japonês). Lá, Lúcifer ataca. Lúcifer, assim como Takeda, veio do futuro e perdeu a memória. Lúcifer é o mais poderoso, bonito e arrogante de todos: “Só quem tem a força pode praticar a justiça”. A armadura dele é o máximo também. As razões de Lúcifer para lutar não são reveladas. Lúcifer leva uma cyber força, mas como ele é poderosão, não morre. A partir desse episódio, a abertura muda um pouco, para Lúcifer aparecer.

17 – O desafio de Lúcifer: Takeda dá nos dedos do Ryouti, chamando ele de fanfarrão porque ele só pensa em mulheres e na banda. Ainda por cima o chama de covarde na hora da luta. Dai o Ryouti se revolta e vai lutar contra o Lúcifer secretamente. Óbvio que leva um pau daqueles. Dai Saturno entrega um disquete com dados da luta para o Marte entregar para o Takeda. Só que o Marte olha o disquete e vai lá enfrentar Lúcifer sozinho. Adivinha o que acontece ? Apanha nas fuças. Dai Mercúrio e Júpiter chegam. Júpiter luta contra Lúcifer e adivinhem ? Apanha !!! O Lúcifer é muito irônico: “preparei um caixão pra você”. Mas ai a Tomoko chega e se abraça no Júpiter. Lúcifer vai embora porque não quer mata-la.

18 – Cristalo! A força dominadora: Mercúrio, Marte e Saturno decidem fazer um treinamento especial para não precisar mais depender de Júpiter. A Destrap está por destruir Júpiter, mas Lúcifer impede pois quer destruir Takeda com suas próprias mãos. A Destrap apresenta o Cristalo, uma arma que impede que o Júpiter usa a cyberforça.

19 – A revolta de Tomoko: Tomoko fica decepcionada porque não ganha uma unidade cyber pra ela. Depois ela é escolhida para ser instrutora da polícia feminina. Lá, um clone assume seu lugar, causando vários problemas. Os Cybercops devem se vestir de mulher para investigar o departamento feminino.

20 – O segredo dos Cybercops: Uma fotográfa entra no ZAC para fazer uma reportagem. Lúcifer conta que Takeda no futuro explodiu a torre Babylon, traindo seus companheiros do bem (ou seja, no futuro, Takeda e Lúcifer lutavam no mesmo grupo, contra os siliconióides). Lúcifer não acredita que Takeda possa ser do bem mesmo com os demais cybercops afirmando. Lúcifer diz que vai esperar Júpiter recuperar a memória, e até lá, não se aliará a ninguém.

21 – A hora da verdade: Uma experiência com o cérebro de Takeda funciona, e as lembranças de Takeda são colocadas num disquete. Mas antes que os Cybercops possam assistir, Barão Kageyama rouba o disquete. O espectador (mas não os Cybercops) finalmente fica sabendo do que houve: Kageyama botou uma bomba na torre Babylon, Júpiter chega, pega a bomba, e nesse instante Lúcifer chega, achando que o culpado era Júpiter. Nesse momento a bomba explode (matando vários amigos de Júpiter e Lúcifer) e abre um porta dimensional que leva os três para o passado. Entretanto, apenas Takeda perde a memória. No final desse episódio uma luta muito disputada entre Júpiter e Lúcifer, que faz Júpiter finalmente lembrar de tudo.

22 – Os falsos Cybercops: A Destrap cria uns cybercops do mal (até com cyberorça fake), que dão um pau nos verdadeiros. Dai chamam o exército, mas também não adianta. Dai a Tomoko descobre que o problema é a falta de trabalho em equipe. Aí tem uma hora que a Tomoko ajuda, e por causa dela (e do trabalho em equipe) os verdadeiros Cybercops vencem !

23 – O Homem de Honk Kong: Um andróide que sabe várias artes marciais do mundo e que veste uma roupa de palhaço ataca os Cybercops. Ao mesmo tempo, um cara da polícia de Honk Kong é enviado para o ZAC para treina-los. Júpiter desconfia que era o mesmo cara, mas não era. Juntos, eles destroem o andróide.

24 – O ataque dos mísseis: Um novo plano da Destrap consiste no lançamento de vários misseis. Tomoko é presa dentro da base da Destrap. Os cybercops chegam até lá para destruir os míssies e salvar Tomoko. Durante a luta, a base da Destrap é completamente destruida e Dr. Einstein é morto.

25 – A vingança de Luna: Luna, irmã de Einstein, e seus soldados prendem Tomoko e atacam os Cybercops.

# 26 – A fortaleza Inimiga: Uma aranha gigante ataca numa floresta. O plano de Luna é destruir um avião que tem a bordo Tomoko. Os Cybercops com ajuda de Lúcifer impedem.

# 27 – Falha na unidade Cyber: A Destrap faz ajustes na cabine de transfomação para causar falhas nas armaduras dos Cybercops. Os irmão de Ryouti aparecem pra rever o irmão.

# 28 – O Dirigível Bomba: Vários dirigíveis com bombas dentro são lançados pela Destrap para se chocarem na Torre de Tóquio.

29 – Tomoko na mira da Destrap: A Destrap pensa em atacar o ponto fraco dos Cybercops: a policial Tomoko. Enquanto isso Tomoko pensa em casar com um amor de infância com o qual ela troca correspondências. Ai o Marte dá a real pro Takeda e diz quea Tomoko gosta do Takeda e só tem pena do amor de infância. Takeda fica confuso. No fim Tomoko rejeita o amor de infância, e tem mais uma lutinha contra a Destrap.

# 30 – A carga da morte: Marte deve transportar um explosivo liquido que está sendo pesquisado. A Destrap tenta roubar.

31 – O roubo do Cyber Thunder Arm: A Destrap usa um monstro que usa técnicas de bilhar. O monstro consegue roubar o Cyber thunder arm de Takeda e usa-lo. Até o capitão Oda sai ferido. São tantos ataques que a imprensa começa a criticar os Cybercops. Tantos que Takeda até pede demissão por um momento. No fim o cyber thunder arm é recuperado.

32 – Ataque ao alojamento do Cybercops: O episódio começa com algumas lembranças dos melhores momentos da série (já preparando terreno para os dois episódios finais). O Akira acaba revelando onde é o esconderijo dos Cybercops para Luna disfarçada (e ela começa a se apaixonar por Marte).

33 – Proteção ao trem expresso: Nesse episódio descobrimos que todo mundo da Destrap, exceto barão Kageyama, são andróides programados com sentimentos humanos, inclusive Luna e Fuher (ou seja, Kageyama é um programador dos bons). Só que eles não sabem disso. O primeiro a ser destruído pelos Cybercops é o cientista Floyd. Nesse episódio Oda motra que tem um anel dos lanternas verdes : P e com ele mata a madame aquela de cabelo branco, que traiu Kageyama depois de descobrir que ela era um andróide. Kageyama pretende destruir o trem onde esta Tomoko e Akira.

34 – Neo Tokyo em perigo, a vitória final: A frase que todos queriam escutar acontece nesse episódio. Marte fala pra Tomoko o seguinte: Tomoko, se eu morrer, diga a Júpiter que ele não é mais um amador : ) Luna torna-se do bem. Kageyama obriga Fuher a se fundir com ele para ficar mais poderoso. Luna conta aos Cybercops onde fica a nova base secreta da Destrap. Luna morre os braços de Akira, numa cena bem legal. Barão Kageyama conta que quer que os computadores dominem a Terra para que a natureza não seja destruida (no século 23 os humanos já destruiram tudo). Mas os Cybercops não aceitam o argumento e vão batalhar. Lúcifer une as forças com Júpiter e conseguem destruir Barão Kageyama. Na batalha uma fenda para o futuro é aberta. Todos convencem Júpiter a ir para o futuro. Tomoko apaixonada decide ir junto. Um final não completamente feliz (uma vez que Júpiter e Tomoko ficaram separados do grupo), mas muito condizente com a série.

Sunday, July 20th, 2008

O choque de Lasier Martins e o Gyodai

Graças a Internet, mais especificamente ao Youtube, o choque que Lasier Martins ficou conhecido nacionalmente. Devido a horda de desocupados, várias versões do choque foram criadas. Cada pessoa tem a sua favorita. A minha é a do Rayden do Mortal Kombat. O fatality e o flawless victory ficaram ótimos.

Outras versões interessantes, entre várias, são Lasier na vila do Chaves e Power Bazooka no Lasier.

Mas existe uma versão que eu não gosto. Quer dizer, não é que eu não goste, mas é que como fã purista de tokusatsu (fãs puristas odeiam Power Ranger porque é americanizado), me desagrada um grave erro que ela tem. Vou explicar.

Existe uma versão conhecida como Gyodai dando choque no Lasier. O erro grave está que ela nos leva a pensar que Gyodai dá choques pelo olho da boca, o que não é verdade. Depois que um monstro é derrotado com a Power Bazooka dos Changeman (Changeman são heróis japoneses dos anos 80), Gyodai surge e com o seu laser que sai pelo olho da boca, ele não só ressucita o monstro dado como morto, mas também o aumenta, ou seja, deixa ele gigante. Quando isso acontecia, só restava aos Changeman usar seu robô gigante para exterminar o monstro de uma vez por todas.

Logo, o que deveria acontecer no vídeo é o Lasier ficar GIGANTESCO, e não eletrocutado.

Abaixo a versão com Gyodai dando o choque no Lasier, e a versão de Gyodai aumentando um monstro do seriado.

Diz a desciclopedia que hoje em dia Gyodai tem outra função, mas eu acho que é boato : P

Tuesday, July 15th, 2008

Eu conheci o Jiraya

Quando eu era criança, eu até curtia a moranguinho, a barbie, bonecas em geral, mas não adiantava, o que eu curtia mesmo eram seriados japoneses de heróis. E dentre todos eles, o meu favorito era Jiraya, o incrível ninja.

O seriado, basicamente, falava sobre um ninja que defendia a paz da Terra. O protagonista era Toha Yamashi, a forma civil de Jiraya. Abaixo uma foto com o Jiraya, seu irmão menor Manabu, sua irmã e o seu mestre (e pai adotivo), Tetsuzan Yamashi.


A familia unida


Toha (o Jiraya) e Dólar, seu cachorro

Eu tinha entre 7 e 9 anos enquanto ele passou no Brasil. Eu era tão fã, que no meu aniversário de 8 anos pedi de presente uma fantasia de Jiraya tosca mas que para crianças era super realística. Minha mãe me levou na loja de brinquedos (a falecida Superfestas, lugar de brinquedo, lugar de criança) e lá, descubro que além da fantasia, tinha pra vender uma espada olímpica de plástico com bainha e tudo. Dúvida cruel: peço a fantasia ou a espada? Minha mãe vendo a minha cara de indecisão (eu já era indecisa desde aquele tempo) resolve me dar os dois. Êxtase total.


Meu irmão com a fantasia e a espada olímpica

Além desses brinquedos, eu também tinha o disco do Jiraya. Tenho até uma fita VHS do meu aniversário de 7 anos no qual eu danço a música de abertura.


Capa do disco


Contracapa


Disco e encarte

Então, num evento chamado Anime World, organizado em Porto Alegre em Julho, um dos convidados especiais foi Takumi Tsutsui, nada menos do que o ator que interpretava Jiraya no seriado ! Apesar de eu estar meio enjoada de eventos de anime (acho que já fui em mais de 10), óbvio que fui lá.

E não é que consigo apertar a mão e tirar uma foto com o herói da minha infância mais ou menos 15 anos depois do seriado ter terminado no Brasil !? Emoção total !!! Pena que meu japonês ainda é insuficiente pra bater um papo ! E pena que não tive a idéia de levar meu disco pra ele autografar. Mas mesmo assim , um sonho de infância realizado !


Takumi Tsutsui, o Jiraya, e o loiro é Akira Kushida, cantor da abertura e encerramento do seriado em japonês

Pela foto, dá pra ver que Takumi mesmo aos 47 anos tá super novo !

Valeu Anime World por trazerem eles pra Porto Alegre !

Ainda tive a chance de conversar com o Ricardo Cruz, cantor brasileiro de anisongs que é pura simpatia. Graças a conversa, descobri que o ator que fazia o Jaspion, hoje em dia, mora em Okinawa e é professor de mergulho. Na minha viagem pro Japão que eu vou fazer um dia, vou tentar incluir umas aulas de mergulho : P

Pra terminar esse post, fiquem com a abertura em português do seriado.

Friday, July 11th, 2008

O final do seriado Sex and The City e o filme

Apesar de talvez ser meio atrasado para postar, aqui vão minhas opiniões a respeito. Atenção: spoilers sobre o filme e seriado inteiro nesse post.

Já mencionei mil vezes que esse seriado é nota mil, então, como bem a Lu do dia de folga disse, mesmo que o filme fosse uma droga eu iria gostar (fangirl).

Só que o filme não é uma droga, o filme sequer é bom, ele é Ó-T-I-M-O !

Acho que ele de certa forma corrigiu o final do seriado que teve vários defeitos. Não que o último capítulo tenha sido ruim, mas foi bem corrido. A Carrie tá lá deprê em Paris, e bem no finzinho do capítulo o Big chega e ela volta para Nova York com ele. Dá uma ceninha com ela passeando na grande maça e pá, acaba. Totalmente repentino.

Mas o que mais me incomodou no último capítulo foi o excesso de conto de fadas. Até a Samantha acabou com namorado, sendo que ela sempre foi super independente e avessa a namoro. Tudo bem, eu adoro final água com açúcar, adoro o Smith Jerrod (ele é muito legal quando cuida da Samantha com câncer), e iria odiar se a Carrie ficasse com aquele russo velho tosco do Barishinikov, mas achar um principe encantado até pra Samantha foi demais. Nada condizente com o resto do seriado. Ficou num nível de sacarose similar ao que Titanic teria se o persongem de Leonardo Dicaprio não tivesse morrido no final do filme.

Pois então, o filme de Sex and The City veio sanar todos esses problemas. Ficou um final muito mais interessante, verossímil (ou seja, Samantha sem principe e Carrie com casamento tosco no cartório, porque nem tudo é perfeito) que fechou com chave de ouro esse que é um dos melhores seriados de todos os tempos.

Claro, o longa metragem tem alguns defeitinhos (personagem da Charlotte é mal aproveitada, aquele personagem nova na faixa dos vinte anos formada em computação que a Carrie contrata não tem grande serventia no filme, o motivo pelo qual o Big ficou com medo do casamento não me convenceu, o filme, como bem alguém disse, tá muito mais pra Love and the City do que Sex and the City, etc), mas são erros pontuais. A trilha sonora do filme está perfeita, e aquele início com um pequeno resumo do seriado foi MUITO bem feito e acho que não teve um fã que não ficou emocionado.

Aqui e aqui algumas opiniões sobre o filme e seriado bastante interessantes. A última é especialmente direcionada aos homens que ficam criticando o seriado.

Também recomendo o RapaduraCast que fala sobre Sex and the City. Os comentários da Maíra estão muito bons. E concordo com eles, a primeira temporada é muito inferior as demais.

Thursday, May 29th, 2008

Cybercops

Eu era sou fanática por seriados de heróis japoneses. Jaspion, Jiban, Jiraya (nossa, tudo com J), Patrine, Flashman, Black kamen rider, Solbrain, Metalder, em suma, todas esses que passavam (a maior parte deles) na falecida e saudosa rede Manchete.

Vendo um post do Leite de Vaca, sobre os uniformes para jogar tênis do futuro relembrei de Cybercops. Um dos meus top 5 tokusatsu (é como esses seriados de heróis japoneses são denominados, da mesma forma que a palavra anime denomina os desenhos japoneses). Certamente, a melhor abertura de qualquer tokusatsu, tanto pela música como pelas imagens em si. Adoro a ceninha deles caminhando juntos no início : P

Basicamente podemos separar os tokusatus em duas categorias: super sentai e metal hero. Super sentai são aqueles seriados no qual temos em geral 5 integrantes, cada um de uma cor. Exemplos são Flashman, Changeman e os famigerados Power Rangers. A outra categoria, o metal hero, são heróis com roupas metalizadas como Jaspion, Winspector e Jiban.

Cybercops já é diferente por ser difícil de classificar em uma dessas categorias (embora esse site especializado tenha dito que é um henshin hero, o que eu discordo), Você pode dizer que é sentai porque cada armadura tem uma cor, mas ao mesmo tempo pode dizer que é metal hero porque as armaduras estão muito mais pra um Jaspion do que pra um Changeman.


Um cosplay quase perfeito no Animesul

Na época que eu assistia, meu favorito era o Júpiter (por ser o principal). Hoje em dia, prefiro o Marte, por ser o mais bonitinho (por sinal, como os outros eram feios) e mais revoltado por assim dizer, e também a Tomoko, porque mesmo fraquinha, sem ter armadura e tal, era a mais inteligente, divertida e animada. Além disso, uma das personagens mais bonitas de todos os tokusatsus (fãs de japonesinhas peladas e sem roupa – venham paraquedistas do Google – devem ter sonhos com ela até hoje). E ainda por cima, ela era quem manipulava o computador na parte da transformação deles, e todos sabem que garotas que trabalham com computadores são sempre as mais interessantes : P

Notem que a transformação deles só podia ser feita nessas cabines, o que dava um ar de realidade maior (não era que nem Jiraya, em que ele guardava a armadura não sei aonde)

O que eu gosto nesse seriado é que além das armaduras serem muito legais (inclusive a dos vilões), existem vários elementos diferentes dos seriados desse tipo. Exemplos: os heróis tem uma bandinha de rock (eles tocam nas horas vagas e a Tomoko é a vocalista), existem problemas como inveja (no relacionamento entre Cyber Júpiter e Cyber Marte), rivalidades (entre Júpiter e Lucifer … sim, naquele tempo os anti-hérois podiam ainda ter nomes de demônio sem a dublagem alterar : p) um leve romance (entre Takeda e Tomoko), tem os cybercards (por sinal eu tenho um que comprei no animecon!!!), tem aqueles tubos sensacionais por toda a Tóquio que trazem armas para os hérois, e essas mesmas armas conectavam na armadura de forma muito legal, etc.

Abaixo, o encerramento do seriado, com a Tomoko (Mika Chiba) cantando a música Shooting star (com aquele inglês de japonês ótimo na parte “I want to be a shooting star”).

Além disso, existem episódios antológicos, como aquele em que destroem a base inimiga, o episódio em que invadem a base dos cybercops, o episódio com o clone dos heróis, e principlamente, todo aquele mistério envolvendo viagem no tempo com o Takeda e o Lúcifer. Por sinal, o elemento viagem no tempo foi muito bem inserido nesse seriado.

Claro, nem tudo são flores: os efeitos especiais desse eram horríveis. Beirando o ridículo de tão podres. Até fãs desses seriados que já estão acostumados com os defeitos especiais achavam esses especialmente ruins : P

Pra não variar, o episódio final desse seriado nunca foi exibido no Brasil mesmo tendo sido dublado e os seus direitos comprados, isso porque a Manchete tinha esse péssimo hábito: eles exibiam e repetiam a série exaustivamente e nunca exibiam o episódio final, pois assim, as pessoas teriam que ficar vendo as reprises até o dia em que passasse o episódio derradeiro. De fato, com crianças a técnica funcionava, porque eu assisti 50 milhões de vezes os episódios. Só que, no caso de Cybecops, eles foram tão sacanas que nunca exibiram o episódio final !!! Eu queria tanto assistir. < update > Esse episódio foi colocado no youtube em 3 partes, viva o youtube < /update >

Uma das frustações dos fãs de Cybercops é que nunca lançaram brinquedos deles. Tinha bonequinho do Jiraya (até uns carros que ele nem tinha lançaram em brinquedo), do Jaspion, Winspector, Kamen Rider, mas não tinha nada de Cybercops. Nem bonequinhos.

Abaixo, brinquedos lançados só no Japão, perfeitos como sempre:

Bom, não sei como terminar esse post, então, fiquem com a abertura dele mesmo, em japonês, exatamente como passava no Brasil (felizmente, a Manchete, acho que por ser pobre, não mandava adaptar todas as aberturas). Existe uma versão em português no youtube, mas como eu nunca vi ela passar na TV, acho que foi feita por fãs. Aviso que é ruim de doer.

Aqui, guia de episódios.

Nossa, que texto longo … como eu me empolgo quando falo desses seriados : P

Friday, April 11th, 2008

Neon Genesis Evangelion, o Lost dos animes

Evangelion é um anime (e posteriormente um mangá, contrariando o fluxo natural japonês de primeiro ser feito o mangá e depois o anime) do estúdio Gainax, e dirigido por Hideaki Anno. O anime foi transmitido pela falecida Locomotion aqui no Brasil, mas foi redublada e vai ser transmitida pela Animax.

Ops, você não conhece o estúdio Gainax ? Uma introdução.

A Gainax é um dos mais cultuados estúdios de animação. Da Gainax surgiram diversos animes de bastante sucesso como o bizarrícimo FLCL (pronuncia-se Furi Kuri), Nadia and secret of Blue Water (que eu não cheguei a assistir inteiro), o cultuadissímo Otaku no video, que eu tenho obrigação de ver no futuro, e o melhor shoujo de todos os tempos: Karekano, entre outras obras.

Você também nunca ouviu falar sobre Hideaki Anno ? Ok, outra introdução:

Hideaki anno é o diretor da maior parte dessas obras. A sua característica que o diferencia da grande parte dos diretores de animes é sua tendência a abordar os aspectos psicológicos de seus personagens. Os personagens de seus animes são muito mais profundos e verossímeis do que a grande parte dos da concorrência (salvo algumas exceções, como Serial Experiments Lain). Mesmo que você não goste da obra dele, ou não ache ele tudo isso que dizem (o meu caso), temos que dar o braço a torcer. Hideaki Anno foi muito além dos outros diretores de animes.

A obra máxima de Anno é Neon Genesis Evangelion. Anime de apenas 26 episódios que virou cult no mundo dos animes. Obra obrigatória para qualquer um que se autodenomine otaku. Em Eva (o nome que os fãs carinhosamente chamam a série), criaturas gigantes chamadas Angels atacam a terra. Robôs gigantes chamados Evangelion são a única solução contra essa ameaça.

Abre parênteses

Nunca entendi essa fixação por robôs gigantes que os japoneses tem. Todo seriado estilo Flashman, Changeman, (os Sentais) tem um robô gigante. Um dos animes de maior sucesso de todos os tempos no Japão é Gundam Wing, que nada mais é do que um anime sobre robôs gigantes. Existe uma infinidade de seriados que tratam sobre essa temática Japão. Outro que me lembro de cabeça é Patlabor que passou na Fox Kids brasileira. Só há uma explicação possível: coisa da mente insana (e legal) dos japoneses.

Fecha parênteses

Os Evangelions só podem ser controlados (por algum motivo que mais tarde será desvendado na série) por crianças de 14 anos específicas. Uma delas é Shinji Ikari. Shinji é o personagem mais inseguro que já surgiu em qualquer produção, e seus medos e preocupações serão duramente testados até o fim do seriado. Outra piloto é Rei Ayanami: a personagem sem sentimentos e para muitos a mais sexy dos animes (claro, isso se você gosta de albinas submissas : P).


Rei Ayanami é pop, já foi capa da Rolling Stone (!)

Uma outra qualidade de Evangelion é que existem vários mistérios que vão surgindo e sendo revelados aos poucos (bem no estilo Lost). Entratanto, justamente aí reside também seu maior defeito: muitos desses mistérios não são bem explicados, o que deixou muitos fãs revoltados. Os 2 episódios finais do seriado foram tão viajantes e destoaram tanto do resto da série que um filme foi produzido que reconta a história desses dois episódios de forma mais normal, por assim dizer.

A parte técnica de Evangelion é exuberante. A animação, apesar de ter vários momentos vamos-economizar-acetato típicos da Gainax, é muito bem feita. Assim como a ótima trilha sonora.

Pessoalmente não acho Evangelion o melhor anime do mundo, alguns episódios são bem chatinhos, mas a história é realmente interessante, e sendo uma série curta e com um roteiro bem mais elaborado do que a média de qualquer produção (sendo anime ou não), vale a pena conferir.

Thursday, April 3rd, 2008

Animes que ando assistindo: Paradise Kiss

Como vocês já devem ter percebido pelos meus últimos posts sobre anime, tenho buscado produções menos mainstream, mais obscuras que tivessem algum diferencial em relação as toneladas de produções que o Japão lança todos os anos.

Screenshot Paradise Kiss anime manga

Paradise Kiss é um anime que trata do universo da moda. A personagem principal dele, Yukari, é escolhida para ser modelo para um grupo de estudantes de uma universidade de design (os quais criam a grife Paradise Kiss). O universo da moda não chega a ser destrinchado, mas alguns insights bem interessantes são mostrados.

Screenshot Paradise Kiss anime manga

Screenshot Paradise Kiss anime manga

Mas o mais legal e surprendente nem foi a história, foi a música de encerramento. Em geral, os encerramentos de animes tem músicas medonhas, mas dessa vez, era nada mais nada menos do que a música Do you want to, de uma das minhas 3 bandas favoritas, o Franz Ferdinand. Simplesmente adorei.

capa do segundo cd do franz ferdinand

Mesmo assim, o anime tem suas falhas. Não é tão encantador como Kimi ga nozomu eien, por exemplo, que é um anime parecido. O principal problema de Paradise Kiss é o ritmo lento (arrastado). Pelo menos algumas situações nonsense são bastante engraçadas, apesar de não tão frequentes.

O mangá está sendo publicado pela editora Conrad. Se você gosta de shoujo/josei, aproveite, pois ao contrário de outros seriados bastante longos como Sailor Moon, Fushigi Yuugi, CardCaptor Sakura, dessa vez são só 12 episódios, ou 5 edições de mangá.