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Wednesday, January 7th, 2009

Dexter deve morrer !!! E Death Note.

Como já disse nesse post, o seriado Dexter realmente impressionou na sua segunda temporada. Sei que devido ao sucesso, ainda vamos ter muitas pela frente (ouvi falar que vai pelo menos até a quinta temporada). Mas para mim, não importa o quanto eles vão enrolar para chegar nos finalmentes, mas sim como vai ser esse final. Eu realmente espero que o Dexter morra no último episódio da última temporada, embora os produtores tenham dado claros sinais de que vão deixa-lo bem vivinho.

Aqui começa uma série de spoilers sobre a segunda temporada de Dexter. Não leiam se não querem saber o que acontece.

Os sinais de que vão deixar o Dexter vivo foram dados no final da segunda temporada. Fizeram toda uma “forçação” de barra para que a Lila matasse o Doakes ao invés do Dexter. Afinal, Dexter não mata pessoas inocentes.


Pobre Doakes

Mas vejam bem, se não existisse a Lila, o Dexter seria obrigado a mata-lo. Ele é um assassino, e assassinos não podem ter final feliz, mesmo que no caso dele, ele seja legal, boa pinta e a princípio só mate pessoas más, ele não se importa de matar os bons para não ser descoberto. Ou melhor, ele até se importa, mas isso não o impede. Ele mataria o Doakes, não é?


Para os roteirista do seriado, ela é má, mas Dexter não, tá?

Tem um anime, que eu não me canso de elogiar aqui nesse blog, que se chama Death Note. Se você gosta de Dexter, deveria perder seu preconceito idiota contra animes e assistir (tem no islifecorp por exemplo). O plot tem várias semelhanças, embora tenha um viés sobrenatural. No caso de Death Note, Raito Yagami encontra um caderno, e caso você escreva o nome de uma pessoa nesse caderno, essa pessoa morre.

Raito então faz exatamente o que Dexter faz, escreve (e consequentemente mata) o nome só de assassinos e pessoas que ele julga que devem morrer. Óbvio que depois de alguns episódios, um super detetive começa a procurar quem é o responsável por aquelas mortes, e aí que surge L. L é um detetive que podemos comparar ao agente especial Lundy, visto que é tão, senão mais, perspicaz que ele.


Perspicaz, mas não pegou o Dexter, e também não pegaria o Raito

Aqui começa uma série de spoilers sobre o final de Death Note. Não leiam se não querem saber o que acontece.

Claro que para escapar de L, Raito acaba ficando encurralado. E o que ele faz ? Exatamente o que você deve estar pensando, ele larga o seu código e mata pessoas inocentes a fim de não ser descoberto. No final, mesmo que ele não tenha cometido seus crimes por vaidade ou porque gosta de matar, mas sim por uma filosofia de limpar o mundo da podridão, Raito morre. Um final condizente para um assassino, e que seria condizente para o Açougueiro de Bay Harbor também.


Raito Yagami, o “Dexter” japonês

Thursday, December 11th, 2008

Top 7 séries de tokusatsu

Na onda do Alexandre Nagado e do Ricardo Cruz, resolvi fazer o meu top séries de tokusatsu favoritas. Eles fizeram top 10, mas no meu blog é sempre top 7.

Cybercops
-> Uma série que eu tive a chance de baixar recentemente e assistir toda de novo, e dessa vez, com final !!! Me empolguei tanto que fiz o mais completo guia de episódios em português da série.

Winspector -> Lembra um pouco Cybercops (ou seria o contrário?), mas com seu charme próprio.

Flashman -> Aquele final apoteótico, em que eles tinham poucos dias pra destruir todos os do mal era de arrepiar. Considero melhor que Changeman, embora o Gyodai fosse o máximo também : D

Jiraya -> Um tokusatsu tratando de ninjas ! O mistério sobre o que era Pako permaneceu até quase o final do seriado ! E o melhor é que eu conheci o Jiraya!

Patrine -> Os episódios eram tão absurdos que em um deles, um dos vilões roubava os lápis das crianças na escola (!) , mas quem liga? Patrine e pequena Patrine são minhas ídolas!

Metalder -> Os melhores inimigos de todos os Tokusatus !!! Eram 5 tropas com diferentes tipos de inimigos.

Jaspion -> A busca pelo passáro dourado, a Kiuza e o Macgaren são inesquecíveis. E vão lançar o DVD no Brasil em breve!!!

Aproveitando o tema, aqui o top 5 mulheres de tokusatsu (nesse tempo ainda não era top 7 : D)

Sunday, November 16th, 2008

Discussão sobre o final do mangá Chobits

Como não encontrei na Internet nenhum post falando sobre o final de Chobits, só resenhas superficiais e idiotas, resolvi discutir aqui. Pra quem não sabe, Chobits é uma famosa obra do Clamp, um grupo de roteristas/desenhistas de mangá do Japão. Então, se você pretende assistir o anime ou ler o mangá, saia fora desse post imediatamente.


Chii

A obra se ambienta num futuro não muito distante, no qual robôs com aparência humana chamados de persocons convivem com os seres humanos. Esses robôs são construídos sem nenhuma finalidade além de divertir o seu compradores. Uma espécie de bicho de estimação robótico na forma de humano. Algumas pessoas claro, acabam utilizando o brinquedinho para saciar seus desejos sexuais.

O protagonista da série, Hideki Motosuwa, mais um daqueles japoneses losers que são timidos demais pra chegar numa mulher. Por isso, o sonho dele é ter um persocon só pra poder transar com ela. O problema é que persocons são caros e ele é um relés estudante de cursinho. Uma observação: os tais robôs se chamam persocons ao invés de robô porque o criador não queriam que eles seguissem as tradicionais 3 leis da robótica de Isaac Asimov.


Hideki e Chii

O que acaba acontecendo logo no início da série, é que Hideki encontra uma persocon no lixo. Claro que ele pega pra ele, e a nomeia de Chii. Ai que os mistérios começam a surgir, e só são resolvidos nos últimos momentos do seriado. Os mistérios surgem quando os amigos mais entendidos de persocon de Hideki percebem que Chii pode ser um Chobits. Chobits é um série especial de persocons que podem desenvolver sentimentos própios (persocons tradicionais devem ser programados).

O que eu acho interessante nas obras do Clamp é que elas sempre têm dois níveis que podem ser acompanhados. Um raso e um outro mais profundo. Explicarei melhor. No caso de Chobits, a história é cheia de piadinhas, com algumas partes meio hentais/ecchi, explorando especialmente a ingenuidade da Chii e do Hideki. Tirando o fato de ter uma leve pornografia, uma criança poderia acompanhar e gostar, porque é tudo muito fofinho, kawaii, engraçadinho. Mas a história na realidade não é superficial assim, pois ela tem uma outra camada que pode ser acompanhada. No caso, é todo o dilema sobre se é possível, e principalmente, se é certo se apaixonar por um ser artificial. E o Clamp coloca isso de forma homeopática sem parecer forçado: são contadas várias histórias explorando esse tema, como a história da mulher que o marido trocou pra ficar com uma persocon, o carinha que construi um persocon pra substituir sua irmã, etc.


Sumomo, a pocket persocon de Shinbo

No final de Chobits, descobre-se finalmente que de fato Chii é um chobits, e ela foi criada pelo Ichan (sim, o mesmo de Angelic Layer, o Clamp adora brincar com crossovers) para ser sua filha. Não fica bem claro porque, mas logo no inicio dá série, descobrimos que o botão de ligar/resetar a Chii fica lá naquele lugar tapado pela calcinha. Justamente por isso, sempre que alguém tentar tirar a virgindade da Chii, ela é resetada, e esquece tudo o que aconteceu. Portanto, ela procura alguém que a ame pelo o que ela é, não alguém que a veja como um mero objeto sexual. Na minha interpretação, Chii é meio que uma experiência do criador, para ver se é possível um ser humano se apaixonar por uma persocon mesmo sem a possibilidade de sexo.


Abertura do anime

Hideki mesmo sabendo disso, acaba ficando com a Chii, e o mangá termina num tenro abraço entre os dois. Inicialmente, eu achei esse final totalmente brochante (nos dois sentidos : P). Mas depois, eu acabei achando bonito, e muito condizente com os demais mangás do Clamp. Quem acompanha os mangás delas, nota que elas sempre mostram o amor como algo puro, o amor pelo amor, livre de qualquer preconceito. Tanto que existe vários casais homossexuais, e até amor (puro) entre crianças (Sakura e Shoran em CardCaptor Sakura).

É por essas e outras que embora elas produzam mangás fracos às vezes, como Angelic Layer, eu admiro demais e sou fã do trabalho do Clamp. E é por isso que elas fazem tanto sucesso, já que conseguem agradar tanto aqueles que só buscam uma obra bonitinha, como aquele público mais exigente, que quer uma história com algo a mais.

PS: Parece que no anime,tudo é bem mais conservador, no final, por exemplo, não deixam explicito várias coisas, como por exemplo, que a Chii nunca poderá ter coito (acho essa palavra engraçada : P) com Hideki, portanto, mesmo com o anime tendo uma linda animação da Mad House, músicas boas e tudo mais, leia o mangá, que foi publicado no Brasil pela JBC.

Sunday, November 9th, 2008

Top 7 anisongs (shoujo)

O último podcast do animecast, o melhor podcast de anime de todos os tempos foi sobre as top 5 melhores músicas de anime de cada integrante, então resolvi escolher as minhas. Como eles não escolheram NENHUM shoujo, decidi que todas as minhas seriam. E também decidi que seriam 7 músicas porque 5 é muito pouco : )

Karekano - Tenshi no Yubikiri

É o melhor shoujo anime de todos os tempos e ainda tem uma música de abertura muito bonita.

Fruits Basket - Opening

Anime que me enganou pela abertura. Tão bonita que fez eu correr atrás dele. Pena que é um saquinho. Cantada pela Ritsuko Okazaki.

Visions of Escaflowne - Opening

O pouco que eu vi desse anime, eu não gostei. Chato, e com um character design horrível que deixa todos os personagens narigudos. Mas a música de abertura da Maaya Sakamoto (mesma de Platina de Cardcaptor Sakura) é muito linda. Se você já leu a tradução da letra da música, vai ver que é uma bela declaração de amor.

Sailor Moon - Moon Revenge

Qualquer top 5 músicas shoujo de anime TEM que ter Sailor Moon. O anime é clássico, as músicas maravilhosas. A abertura dele, Moonlight Densentsu (Lenda da luz da lua), além de linda, é conhecida por todo otaku que se preze. Mas pra não ficar na mesmice, escolhi Moon Revenge, tema do finalzinho do filme Sailor Moon R. Podia ter escolhido qualquer outra como Nagareboshi he (dos Threelights) ou Heart Moving, porque a trilha sonora é toda boa.

Corrector Yui - Tori ni Naru Toki (opening)

Já tinha entrado no top aberturas dubladas. Anime ruim com abertura ótima. O título da música significa Quando eu me tornar um passáro (traduzi sozinha, palmas pra mim : P) É, nunca julguem um livro pela sua capa, nem um anime pela sua abertura.

Guerreiras Mágicas de Rayearth - Hikari to kage wo dakishimeta mama (terceira abertura)

Eu escolhi essa música, mas na realidade poderia ser praticamente qualquer outra desse anime já que ele tem uma trilha sonora impecável. Além de um traço maravilhoso bem shoujo dos bons tempos do CLAMP.

Cardcaptor Sakura - Ki ni naru aitsu

Outra obra do Clamp entupida de músicas boas. Claro que eu podia botar Catch you Catch me, ou ainda a fantástica Platina, Hitorijime, ou ainda Issho ni uta, aquela bela canção da Tomoyo, mas preferi ficar com Ki ni naru aitsu que é tocada num dos momentos chaves do seriado, quando Shoran já não consegue mais esconder direito seus sentimentos pela Sakura.

Wednesday, October 15th, 2008

Top 7 animes mais relevantes do Brasil

1. Cavaleiros do Zodiaco: O primeiro anime a fazer um sucesso ENORME. Goste ou não goste, a importância dele na história do anime no Brasil e entre os otakus brasileiros é inquestionável.

2. Sailor Moon: o primeiro shoujo anime a fazer sucesso no Brasil. Graças a ele vieram depois guerreiras mágicas de Rayearth no SBT. Foi o primeiro anime direcionado ao público feminino (embora tivesse vários fãs homens).

3. Pokémon: Depois de Cavaleiros, veio Yu Yu Hakusho, e depois, a Manchete, grande provedora de animes, faliu. Consequência: marasmo total. Isso até chegar Pokémon, que repetiu uma febre no mesmo nível de Caveleiros.

4. Neon Genesis Evangelion: Nunca passou na tv aberta, mas graças aos fansubbers, muita gente viu. Roteiro intrincado, misterioso e complexo. Provou que animes podem alcançar o nível de arte. Post sobre aqui.

5. Dragon Ball Z: Logo depois do sucesso de Pokémon apagar, veio esse anime, que só veio a fazer sucesso mesmo na sua fase Z, quando o humor é deixado de lado em prol das lutas, muito bem conduzidas. Outro anime, que ao lado de Pokémon, conseguiu repetir o sucesso de Cavaleiros.

6. Death Note: Anime que ficou famoso graças a Internet. Graças a Internet banda larga e as taxas cada vez maiores de compressão, disponibilizar animes ficou muito mais fácil do que no tempo dos fansubbers. Acabou sendo lançado em mangá, e parece que em breve vai passar na TV fechada. Mais aqui.

7. Naruto: Outro anime que se popularizou antes mesmo de passar na TV aberta. Agora é febre.

Sunday, October 12th, 2008

Fotos e posters falsos do filme de Dragon Ball Z

Dragon Ball é o anime mais famoso e bem sucedido. Por causa disso, sempre que algo relacionado vai ser lançado, uma sucessão de boataria começa.

Depois que (a porcaria de) Dragon Ball GT terminou, começou uma boataria sobre se existiria uma continuação. Notem que uma continuação a essa altura do campeonato seria um absurdo, já que no final de Dragon Ball Z, Goku já estava velho demais pra lutar. Além disso, nem o Akira Toryama queria mais fazer Dragon Ball. Mas como a ganância fala mais alto, os executivos da Toei pegaram e mandaram um outro roteirista escrever uma continuação. Dai pegaram, inventaram umas esferas do dragão novas, fizeram o Goku voltar a ser criança (graças ao poder de Shen Long), e ainda por cima criaram o Super Sayajin 4. Disso surgiu Dragon Ball GT.

Como Dragon Ball GT não fez muito sucesso, depois de pouco mais de 70 episódios o anime terminou. Só que tiveram fãs que ainda queriam mais. Ai sim a boataria começou. A mais famosa foi Dragon Ball AF (alternative future). Esse boato era muito mal feito. Era um fan art de um Goku numa forma que seria o Super Sayajin 5 (cabelos brancos e longos, com rabo de macaco). Mas como estavamos bem na época que a Internet começou a se popularizar, sabe né, aquele tempo de Internet ingênua, o boato se espalhou como fogo em palha seca. Até revistas especializadas em anime, sim, revistas, foram enganadas e publicaram a respeito.

Agora o novo hype, e dessa vez, infelizmente é verdade, é o novo filme de Dragon Ball Z. Claro, que muita foto falsa surgiu a respeito. E esse blog vem mostrar algumas delas, com comentários

Primeiro, um poster que lembra um “pouco” um de Batman: é a sombra de Cell, um dos maiores vilões de Goku.

O outro poster é Tenshi Han, um personagem coadjuvante de três olhos da série. Também gostei e parece bem real, embora seja fake total.

Agora uma foto falsa de um possível Gohan. Que acharam ?

Agora 2 posters oficiais, do filme mesmo. Esses dois posters mostram que Dragon Ball Z é o único caso de filme em que a imagens verdadeiras são piores do que as imagens falsas criadas por fãs.

Friday, September 26th, 2008

Top 7 melhores aberturas de anime dubladas

Eu botei essa restrição de dublada pra restringir um pouco a quantidade de aberturas que eu teria que comparar. E também porque existem raros casos de aberturas dubladas que de fato ficam legais e bem feitas, embora eu prefira que nunca, nunca, se adapte esse tipo de coisa em animes (ou pelo menos lancem uma versão em dvd com a abertura original). De brinde, alguns comentários sobre os animes.

1. El Hazard: Um anime muito simpático que a Bandeirantes exibiu nos tempos do Band Kids.

2. Sailor Moon: Clássico !!! A abertura da Gota Mágica de Moonlight Densentsu (Lenda da luz da lua) dá um banho em relação a abertura da BKS.

3. Dragon Ball Z: Fazer uma abertura que não ficasse devendo a cantada pelo Hironobu Kageyama é um super desafio, mas o pessoal da Álamo conseguiu.

4. CardCaptor Sakura: Embora tenha destruido a abertura de Sailor Moon, a BKS soube fazer uma boa abertura pra esse anime do CLAMP. Por sinal, como eu chorei vendo esse anime, o final é tão bonito (sim, eu me apego a animes).

5. Yuu Yuu Hakusho: O anime com a melhor adaptação de músicas de todos os tempos. Encerramentos e aberturas muito bem tratados. Passou na grande Rede Manchete !

6. Patlabor: Embora o anime fosse bem chato (e desconhecido), a abertura ficou bem legal e parecida com a japonesa. Passou na Fox Kids.

7. Corrector Yui: Outro anime chato, meio desconhecido e com um character design horrível que tem uma bela abertura em português. Passou só no Cartoon Network.

De brinde, aberturas que foram assassinadas de tão horríveis (sendo que a original era legal): Guerreiras Mágicas de Rayearth, Digimon (Angélica ninguém mereceu, nada contra a loira) e One Piece.

Demais animes que eu lembrei que tem abertura(s) em Português: Shurato, Cavaleiros do Zodíaco, Bucky, Tenchi Muyo, Pokémon, Hunter x Hunter, Street Fighter, Fly, Monster Rancher, Slayers, Inuyasha, Ranma 1/2, Dragon Ball, Dragon Ball GT e Super Pig.

Se lembrarem de algum outro anime com abertura em português (do Brasil, por favor), comentem.

Thursday, September 18th, 2008

Top 5 mulheres do Tokusatsu

Esse post serve pra matar dois coelhos de uma vez: primeiro, fotos de japonesas (especialmente as peladas, sem calcinha ou com pouca roupa) sempre ajudam a aumentar os rendimentos de um blog. Segundo, e principalmente, eu sempre fui fã incondicional dos seriados japoneses de super herói, e fazer um post sobre eles, é sempre algo agradável de escrever para mim.

OBS: as fotos estão uma porcaria, mas eu não achei melhores.

1. Reiha, a ninja de Jiraya de olhos brilhantes.
A mais bela de longe, mas também, quem não se encantaria por uma mulher misteriosa vestida de pseudo ninja que trabalha para o serviço secreto do Japão e que ainda por cima tem um par de olhos brilhantes (literalmente).

2. Patrine
A estrela fascinante Patrine é pra quem gosta de colegiais heroínas japonesas, estilo Sailor Moon. Yuko Hanashima é a atriz que interpreta.


Patrine transformada


Patrine destransformada e mais velha

3. Tomoko
A unica representante feminina dos Cybercops. E uma das minhas ídolas. Policial habilidosa, tímida, mexe com computadores e brincalhona.


Tomoko no seriado


Parece que é a Tomoko nessa foto uns anos depois do seriado

4. Nefer
Pra quem gosta das meninas más, do estilo oncinha, e não se importa com cabelos pintados de branco, Nefer é a escolha certa. Ainda por cima, o chicotinho acompanha. Ela era chefe de outras duas mulheres que se vestiam como gatinhas, Urk e Kitty. Mas elas eram meio feias. Se você achou a Nefer uma má opção, fiquem com a Sara, a Yellow Flash. A única que conseguiu encontrar seus pais verdadeiros no final de Flashman.


Urk, Nefer e Kitty, guerreiras do mal. Mas no fim do seriado parece que a Nefer vira do bem.


Sara, a yellowflash.

5. Aracnin Morgana
Na realidade ela não é bonita (ok, ela é horrorosa), mas ela é tão petulante, que pode conquistar. De fato, ela ja conquistou. Num dos episódios de Jiraya, ela deixa bem claro que já teve um caso com Dokusai (deve ser dai que veio os chifres). Dokusai é o chefe da familia dos feiticeiros e rival da família de Jiraya. Inclusive, nesse episódio, Morgana passa a mão na bunda do Dokusai na maior cara de pau!


Morgana, eu avisei que ela não era bonita


A família dos feiticeiros: Dokusai é o de chifres

Thursday, August 14th, 2008

Eu, os comics, e o Lanterna Verde

Sempre fui fã da cultura japonesa, desde criança. Dentre as muitas facetas da cultura japonesa que eu aprecio, uma delas é o mangá.

Comecei a ler quadrinhos relativamente tarde, mais ou menos aos 16 anos, com Ranma 1/2 e depois Dragon Ball (quadrinhos da Mônica, Menino Maluquinho e Disney não contam).


Provavelmente o quadrinho mais engraçado do mundo

Sempre gostei de desenhar também e quando eu tinha uns 18 anos decidi fazer um curso de desenho, mais especificamente, o curso de desenho do Daniel HDR, aqui em Porto Alegre.

Lá descobri que existiam pessoas fanáticas por comics. Tipo, num nível de fanatismo igual ao meu por mangá. Só que vendo de longe eu achava comics um lixo. Uns caras super musculosos bombados com roupas colantes e histórias com a profundidade de um pires. Tipo, não concebia que alguém com mais de 12 anos pudesse gostar daquilo.

Mesmo frequentando eventos de anime, tendo amigos fãs de anime, acabei me apaixonando justamente por um fã de comics. Mais especificamente por um fã da DC, o que piora mais ainda a situação, já que os únicos heróis de comics que eu não achava completamente toscos eram o Homem Aranha e o X-Men que são da Marvel (e só simpatizava com eles por causa dos filmes).

Claro que meu noivo sempre me sugere que eu leia comics (em contrapartida eu sugiro alguns mangás). Por causa dele tentei ler “O Reino do Amanhã” (aquele traço do Alex Ross me mostrou que de fato, existem bons desenhistas de comics, mesmo que os heróis ainda sejam desproporcionalmente super musculosos com roupas colantes) e também O Cavaleiro das Trevas.

Como eu disse, tentei ler. Isso porque essas histórias de heróis aposentados que voltam a ativa não me agradaram.

Mas teve alguns outros comics que ele me emprestou que eu acabei lendo (e gostando), como a Piada Mortal. Outro que eu gostei foi “Lanterna Verde, renascimento”.


A história do Coringa

Bom, eu acho que o grande problema dos comics é que como as histórias nunca acabam (Batman é publicado há mais de 70 anos por exemplo), fica difícil pra quem nunca acompanhou uma história pegar o bonde andando. Mas isso ainda fica mais complicado no caso de heróis como o Lanterna Verde e o Flash, justamente porque não existe um Lanterna Verde, existem vários, assim como não existe um Flash, são no mínimo uns 3 até onde eu sei, pra confundir ainda mais a cabeça da pobre newbie que decidiu ler. Pelo menos Batman, Super-Homem e Homem-Aranha tem um só de cada.

Bom, no caso do “Lanterna Verde, renascimento”, ainda tem várias outras complicações: você tem que saber um monte de coisa a priori pra ter um entendimento mínimo sobre a história. Se você não sabe quem é o Parallax, o Espectro, o Sinestro, entre outras coisinhas, você boia.


Green Lantern

Claro que pegando um Dragon Ball pela metade você também vai boiar, mas aí existe a possibilidade de comprar todas as edições do mangá e ler desde o começo (além do fato que um dia a históra vai ter um fim). Agora como vou fazer com Batman por exemplo? Vou comprar todos os quadrinhos desde 1939?

Mesmo sem saber detalhes do Lanterna Verde, nada que explicação do noivo e/ou algumas boas visitas a Wikipedia não resolvam, mas que é complicado virar fã de comics, isso é.

Apesar desses contras, recomendo a história sobre a redenção de Hal Jordan (o Lanterna Verde mais pop entre todos). O traço e as cores estão bem bonitos (mesmo pra mim que gosto de um traço mais minimalista estilo CLAMP), e a história é bastante interessante, me fez até correr atrás de Crepúsculo Esmeralda, a mini-saga que conta como Hal Jordan virou do mal.

Sunday, August 3rd, 2008

Ócio criativo e Cybercops

Pra quem ainda não sabe, me formei em ciência da computação pela UFRGS (clap clap pra mim, obrigada, formatura em meados de Agosto). Como eu não estava estagiando, nem trabalhando, desde o dia 10 de Julho me encontro no mais puro ócio. E como era de se esperar, estou adorando : P

Uma das muitas coisas que tive chance de fazer nesse ócio foi assistir Cybercops inteirinho de novo, só que dessa vez, tive a chance de ver o final (que é muito legal e meio triste até), já que na primeira vez que assisti, há uns 15 anos na rede Manchete, os últimos 4 episódios de um total de 34 não foram exibidos.

Por isso, aproveitei e escrevi um guia de episódios completinho, coisa que eu não encontrei na Internet inteira. Se algum site de tokusatsu por exemplo quiser copiar, dê os créditos para meu blog por favor.


Os atores do seriado atualmente. No canto superior esquerdo, a Tomoko, que nitidamente baranguiou total

1 - A chegada de Júpiter: A cena inicial são os 3 cybercops destransformados mais Tomoko tocando numa casa de shows. Até que surge um chamado para prender criminosos. As armaduras e armas são apresentadas. Depois surge a Destrap (a organização inimiga). Os Cybercops não conseguem dar conta, mas surge um policial com amnésia chamado Shinya Takeda. Ele meio que sem saber porque, entra na cabine de transformação e se torna Júpiter, o cybercop mais poderoso. A cyber Força dele é apresentada e o inimigo derrotado.

# 2 - A cidade do futuro: Takeda entra no ZAC (polícia responsável pelos Cybercops) e começa a treinar. Nos restos de uma cidade aparentemente do futuro, um inimigo surge. Os cybercops detém ele.

# 3 - O combate ao tanque Cyborg: Um tanque supostamente mais poderoso que a equipe do ZAC é construído para substituir os Cybercops. Mas mais tarde o tanque sai do controle e começa a atacar todo mundo.

4 - Pânico na cidade! A ameaça do computador: Uma super programadora que só acredita nos computadores e não nos humanos é visada pela Destrap já que ela poderia fazer vírus e enlouquecer os computadores de Tóquio. Obviamente ela é detida.

# 5 - Um príncipe em apuros: Um príncipe mimado de um país não revelado chega ao Japão. Pelas estimativas da Destrap ele será o lider mundialno futuro, por isso ele deve ser morto, mas novamente os Cybercops entram em ação para impedir.

6 - O rapto de Oda: Oda, o chefe dos Cybercops vai flertar uma mulher mas cai numa armadilha e é raptado pela Destrap. Nesse episódio descobrimos que Marte foi adotado por Oda.

7 - Avião de combate ataca a metrópole: Esse episódio tem uma cena muito legal: a armadura do Marte é semi-destruída, e por isso, ele arranca o capacete. Adoro essas cenas em que destroem a armadura. No episódio a Destrap usa uns aviões estilo caça pra destruir Tóquio.

# 8 - A usina de energia por um triz: Uma usina de energia é atacada, a mãe de mercúrio tenta convencer ele a sair da polícia, mas ele não sai. Conhecemos um pouquinho do passado do mercúrio.

9 - Segurança em risco. Corra Blade-Liner: A Destrap quer destruir a base dos Cybercops, mas ela fica no subsolo, por isso, nem uma bomba atômica poderia destruir. O plano deles então é roubar um cybercard para entrar na base da polícia pela tubulação por onde saem as cyber armas (que plano mirabolante). O cybercard é roubado de Saturno por uma garota que o distrai dando um beijo nele (podemos notar que garotas conseguem facilmente ludibriar os policiais japoneses, ver episódio 6). Nesse episódio aparece a moto do Júpiter, que parece a moto do Kaneda do filme Akira.

10 - Arrepios no hotel mal-assombrado: No início desse episódio deu até pena da Miho: levou um fora do feioso do Takeda (e depois rola um super ciúmes da Tomoko hahaha). Bom, como consta no título, o episódio é sobre um hotel mal-assombrado. A cena com o Saturno com medo de entrar no hotel é ótima. E nesse episódio, um dos radares da armadura dele é destruído!

# 11 - Ameaça na auto-estrada! Surge um tanque aéreo: A Destrap faz um tanque do mal, uma motoqueira ajuda o Takeda porque ele dirige motos bem.

# 12 - O menino e o dragão: É natal. Um menino tem um dragão de estimação que ataca a cidade. Nesse episódio.

# 13 - Satélite ameaça destruir Tóquio: Satélite do mal ameaça destruir Tóquio, mas o Júpiter impede. Acontece um draminha no qual parece que o Takeda morreu, mas óbvio que isso não acontece.

14 - O segredo de Takeda: A partir daqui vem uma leva de excelentes episódios. No início do episódio já quase rola um beijo entre Takeda e Tomoko. Depois, um jogo de video game feito pela Destrap é vendido para a Miho. Só que este jogo é capaz de controlar a mente dos Cybercops e faze-los lutar entre si. Nesse episódio acontece o combate mais esperado pelos fãs até então: a luta entre Júpiter e Marte. Informações sobre o passado (ou futuro) de Takeda são finalmente reveladas. Barão Kageyama conta que no futuro, existe uma grande guerra: de um lado as pessoas que querem que o mundo seja comandado por um computador (os siliconióides), do outro lado, os opositores a idéia. Barão Kageyama é do primeiro grupo, e tenta convencer que Takeda era seu amigo (além de um assassino). A partir desse episódio, muda o encerramento. Prefiria quando era a bandinha.

15 - Júpiter, a esperança do futuro: Tomoko encontra Takeda (que tinha fugido da base, confuso). Um vírus, P4B2 deve ser impedido de se espalhar pela cidade. Júpiter por ser do futuro, aparentemente é imune ao vírus. Esse episódio tem um erro de continuidade, quando Júpiter vai se transformar, a roupa dele é uma, mas minutos antes era outra.

16 - Lúcifer, o emissário do demónio: Outro episódio sensacional. Um dos personagens mais legais surge, Lúcifer. Os Cybercops vão para uma vila de pessoas que são contra o uso da tecnologia (uma espécie de velho oeste japonês). Lá, Lúcifer ataca. Lúcifer, assim como Takeda, veio do futuro e perdeu a memória. Lúcifer é o mais poderoso, bonito e arrogante de todos: “Só quem tem a força pode praticar a justiça”. A armadura dele é o máximo também. As razões de Lúcifer para lutar não são reveladas. Lúcifer leva uma cyber força, mas como ele é poderosão, não morre. A partir desse episódio, a abertura muda um pouco, para Lúcifer aparecer.

17 - O desafio de Lúcifer: Takeda dá nos dedos do Ryouti, chamando ele de fanfarrão porque ele só pensa em mulheres e na banda. Ainda por cima o chama de covarde na hora da luta. Dai o Ryouti se revolta e vai lutar contra o Lúcifer secretamente. Óbvio que leva um pau daqueles. Dai Saturno entrega um disquete com dados da luta para o Marte entregar para o Takeda. Só que o Marte olha o disquete e vai lá enfrentar Lúcifer sozinho. Adivinha o que acontece ? Apanha nas fuças. Dai Mercúrio e Júpiter chegam. Júpiter luta contra Lúcifer e adivinhem ? Apanha !!! O Lúcifer é muito irônico: “preparei um caixão pra você”. Mas ai a Tomoko chega e se abraça no Júpiter. Lúcifer vai embora porque não quer mata-la.

18 - Cristalo! A força dominadora: Mercúrio, Marte e Saturno decidem fazer um treinamento especial para não precisar mais depender de Júpiter. A Destrap está por destruir Júpiter, mas Lúcifer impede pois quer destruir Takeda com suas próprias mãos. A Destrap apresenta o Cristalo, uma arma que impede que o Júpiter usa a cyberforça.

19 - A revolta de Tomoko: Tomoko fica decepcionada porque não ganha uma unidade cyber pra ela. Depois ela é escolhida para ser instrutora da polícia feminina. Lá, um clone assume seu lugar, causando vários problemas. Os Cybercops devem se vestir de mulher para investigar o departamento feminino.

20 - O segredo dos Cybercops: Uma fotográfa entra no ZAC para fazer uma reportagem. Lúcifer conta que Takeda no futuro explodiu a torre Babylon, traindo seus companheiros do bem (ou seja, no futuro, Takeda e Lúcifer lutavam no mesmo grupo, contra os siliconióides). Lúcifer não acredita que Takeda possa ser do bem mesmo com os demais cybercops afirmando. Lúcifer diz que vai esperar Júpiter recuperar a memória, e até lá, não se aliará a ninguém.

21 - A hora da verdade: Uma experiência com o cérebro de Takeda funciona, e as lembranças de Takeda são colocadas num disquete. Mas antes que os Cybercops possam assistir, Barão Kageyama rouba o disquete. O espectador (mas não os Cybercops) finalmente fica sabendo do que houve: Kageyama botou uma bomba na torre Babylon, Júpiter chega, pega a bomba, e nesse instante Lúcifer chega, achando que o culpado era Júpiter. Nesse momento a bomba explode (matando vários amigos de Júpiter e Lúcifer) e abre um porta dimensional que leva os três para o passado. Entretanto, apenas Takeda perde a memória. No final desse episódio uma luta muito disputada entre Júpiter e Lúcifer, que faz Júpiter finalmente lembrar de tudo.

22 - Os falsos Cybercops: A Destrap cria uns cybercops do mal (até com cyberorça fake), que dão um pau nos verdadeiros. Dai chamam o exército, mas também não adianta. Dai a Tomoko descobre que o problema é a falta de trabalho em equipe. Aí tem uma hora que a Tomoko ajuda, e por causa dela (e do trabalho em equipe) os verdadeiros Cybercops vencem !

23 - O Homem de Honk Kong: Um andróide que sabe várias artes marciais do mundo e que veste uma roupa de palhaço ataca os Cybercops. Ao mesmo tempo, um cara da polícia de Honk Kong é enviado para o ZAC para treina-los. Júpiter desconfia que era o mesmo cara, mas não era. Juntos, eles destroem o andróide.

24 - O ataque dos mísseis: Um novo plano da Destrap consiste no lançamento de vários misseis. Tomoko é presa dentro da base da Destrap. Os cybercops chegam até lá para destruir os míssies e salvar Tomoko. Durante a luta, a base da Destrap é completamente destruida e Dr. Einstein é morto.

25 - A vingança de Luna: Luna, irmã de Einstein, e seus soldados prendem Tomoko e atacam os Cybercops.

# 26 - A fortaleza Inimiga: Uma aranha gigante ataca numa floresta. O plano de Luna é destruir um avião que tem a bordo Tomoko. Os Cybercops com ajuda de Lúcifer impedem.

# 27 - Falha na unidade Cyber: A Destrap faz ajustes na cabine de transfomação para causar falhas nas armaduras dos Cybercops. Os irmão de Ryouti aparecem pra rever o irmão.

# 28 - O Dirigível Bomba: Vários dirigíveis com bombas dentro são lançados pela Destrap para se chocarem na Torre de Tóquio.

29 - Tomoko na mira da Destrap: A Destrap pensa em atacar o ponto fraco dos Cybercops: a policial Tomoko. Enquanto isso Tomoko pensa em casar com um amor de infância com o qual ela troca correspondências. Ai o Marte dá a real pro Takeda e diz quea Tomoko gosta do Takeda e só tem pena do amor de infância. Takeda fica confuso. No fim Tomoko rejeita o amor de infância, e tem mais uma lutinha contra a Destrap.

# 30 - A carga da morte: Marte deve transportar um explosivo liquido que está sendo pesquisado. A Destrap tenta roubar.

31 - O roubo do Cyber Thunder Arm: A Destrap usa um monstro que usa técnicas de bilhar. O monstro consegue roubar o Cyber thunder arm de Takeda e usa-lo. Até o capitão Oda sai ferido. São tantos ataques que a imprensa começa a criticar os Cybercops. Tantos que Takeda até pede demissão por um momento. No fim o cyber thunder arm é recuperado.

32 - Ataque ao alojamento do Cybercops: O episódio começa com algumas lembranças dos melhores momentos da série (já preparando terreno para os dois episódios finais). O Akira acaba revelando onde é o esconderijo dos Cybercops para Luna disfarçada (e ela começa a se apaixonar por Marte).

33 - Proteção ao trem expresso: Nesse episódio descobrimos que todo mundo da Destrap, exceto barão Kageyama, são andróides programados com sentimentos humanos, inclusive Luna e Fuher (ou seja, Kageyama é um programador dos bons). Só que eles não sabem disso. O primeiro a ser destruído pelos Cybercops é o cientista Floyd. Nesse episódio Oda motra que tem um anel dos lanternas verdes : P e com ele mata a madame aquela de cabelo branco, que traiu Kageyama depois de descobrir que ela era um andróide. Kageyama pretende destruir o trem onde esta Tomoko e Akira.

34 - Neo Tokyo em perigo, a vitória final: A frase que todos queriam escutar acontece nesse episódio. Marte fala pra Tomoko o seguinte: Tomoko, se eu morrer, diga a Júpiter que ele não é mais um amador : ) Luna torna-se do bem. Kageyama obriga Fuher a se fundir com ele para ficar mais poderoso. Luna conta aos Cybercops onde fica a nova base secreta da Destrap. Luna morre os braços de Akira, numa cena bem legal. Barão Kageyama conta que quer que os computadores dominem a Terra para que a natureza não seja destruida (no século 23 os humanos já destruiram tudo). Mas os Cybercops não aceitam o argumento e vão batalhar. Lúcifer une as forças com Júpiter e conseguem destruir Barão Kageyama. Na batalha uma fenda para o futuro é aberta. Todos convencem Júpiter a ir para o futuro. Tomoko apaixonada decide ir junto. Um final não completamente feliz (uma vez que Júpiter e Tomoko ficaram separados do grupo), mas muito condizente com a série.