bitpop

Saturday, July 11th, 2009

A proposta

Aqui vai eu comentando novamente sobre comédias românticas. Mas eu adoro né? Fazer o que? O filme em questão é A proposta, o novo longa de Sandra Bullock, que estreou sexta passada mas na real eu já tinha visto ele faz um tempinho, na pré-estréia (fã é fã né?).

Sandra Bullock é digamos uma Meg Ryan morena. Mulher de bom coração, desastrada e sempre se dá bem no final, mas claro, tendo vários problemas no meio. Esse A proposta foge um pouquinho desse estilo (mas bem pouquinho), porque dessa vez a Sandra Bullock é evil ! Ela interpreta Margaret, personagem que só pensa na carreira e pisa em todo mundo que vê pela frente.


Who’s bad?

O problema é ela precisa de um visto pois o seu está vencendo (ela é canadense) e pra resolver o conflito decide casar com o seu assistente, Andrew, o personagem de Ryan Reynolds, que a despreza justamente por ela ser evil. Mas a mulher é o chefe né, então ele casa, até porque em troca seria promovido.

Aí eles partem numa viagem pro Alaska para ela conhecer a família do noivo e deixar tudo mais real, para assim, o departamento de imigração norte-americano não desconfiar. E nessa viagem, guess what ? A gente descobre que a Margaret tem um bom coração e se apaixona pelo Andrew.


Casalzinho adorável

Claro que tudo isso acontece de uma maneira “comédia romântica de ser” que deixa tudo divertido e engraçado. O problema é que tem um monte de cenas meio forçadas demais, tipo a cena que a avó do Andrew tá dançando na floresta, ou toda a sequência de eventos que levam a cena que o Andrew e a Margaret se encontrarem nus “acidentalmente”.


Ela tem 45 anos e tá com tudo!

Ou ainda aquele departamento de imigração que é impossível de se levar a sério. Será que custava os roteiristas se esforçarem mais um pouquinho pra gerar as confusões e conflitos que esse tipo de filme requer de uma maneira um pouquinho menos forçada e mais natural ?


A vovó

Embora existam cenas forçadas, todos os atores estão bem e simpaticíssimos. A Sandra Bullock nunca decepciona e Ryan Reynolds está provando ser um ótimo ator do gênero (vejam Três vezes amor). Outra personagem legal é a avó do personagem de Reynolds e principalmente o Ramone, um personagem que embora seja forçado como quase todo o filme, é engraçado pela repetição. O cara aparece em situações tão inesperadas, que fica divertido.


Umas das cenas de Ramone

Mesmo com os contras, vários momentos do filme são muito bons e divertem bastante. Se você gosta do gênero ou da Sandra Bullock, assista que não vai se arrepender.

Wednesday, July 8th, 2009

Streets of Rage

Streets of Rage (Bare Knuckle no Japão) é um dos jogos mais populares de Mega Drive. Tanto sucesso se deve ao fato de ser tão bem feito. É uma espécie de Golden Axe, mas ao invés de mundos medievais imaginários, temos o mundo “real”, o crime organizado e cidades sujas e decadentes.


Primeira fase

Uma das coisas que emocionava naquele jogo é que ele era meio pseudo 3D, isto é, o personagem não ia só para os lados como Sonic ou Mario, ele também andava pra cima e pra baixo, o que como eu disse, já tinha em Golden Axe, mas ainda não era ainda muito comum na época.


Gameplay do jogo (segunda fase)

Além disso, você tinha a possibilidade de pegar armas no chão e até mesmo destruir lixeiras e cabines telefônica inteiras !!! E sabe né, jogo que tivesse interação com o cenário era super revolucionário, imagina só, pegar uma garrafa do chão e quebrar na cara dos malfeitores ? Mas a melhor arma de longe era o cano, que possibilitava ataques a distância !


Uma bela praia. Pena que a água não molhava

O jogo também permitia que dois jogadores jogassem ao mesmo tempo, mas mais do que isso, permitia uma certa interação entre os players: você podia acidentalmente bater no seu amigo e tirar energia dele, o que gerava grandes discussões e “brigas” divertidas entre os jogadores. Fora isso, também dava pra fazer ataques juntos !


Os buracos negros!!!

Outra coisa legal era que quando você estava no aperto, podia apertar o botão A e um carro da polícia vinha e jogava um foguetório que ajudava a destruir os inimigos que estavam na tela. Mas claro, só podia usar esse recurso uma vez por fase, então o momento certo de pedir essa ajudinha devia ser muito bem escolhido (e era sempre quando o chefão aparecia).


Belo cenário

Isso que eu nem falei ainda das fases. Gráficos muito lindos e músicas que combinavam totalmente. Começa na cidade, depois vai pra um subúrbio do mal, aí pra dar aquela relaxada, vinha a praia. A quarta fase era numa lugar que tinha uns buracos terríveis em que caindo perdia uma vida, mas pelo menos o fundo, com as luzes da cidade era belíssimo !!


Blaze, tu vai ser esmagada, cuidado !!!

A quinta fase era dentro de um navio. Depois seguia para uma fábrica com uns esmagadores. Por fim, a fase do elevador e o hotel. Essa fase do hotel era terrível: além de não poder mais chamar a ajudinha do carro de polícia, você tem que enfrentar praticamente todos os chefões de novo ! Fora isso, antes de enfrentar o chefão final, o Mr. X, ele fazia uma pergunta, e se você respondesse errado, voltava pro início do jogo!!! Super traumatizante responder errado e voltar tudo ! Especialmente porque eu não sabia inglês e respondia aleatoriamente. Até hoje não sei se o certo era responder sim ou não ! Alguém lembra disso?


O elevador

Mas voltando, quando eu terminei o jogo pela primeira vez, nossa, foi muito recompensador. No final aparecia fotos dos personagens felizes e contentes porque destruiram o crime e tal, super emoção : P Mas sério, era um final bem legal.


O hotel

Pra finalizar, o jogo tem uma página inteiramente dedicada a ele na Internet muito boa, do qual eu pegueu as imagens que ilutram esse post, vale uma visita.