bitpop

Friday, January 9th, 2009

Jonas Brothers para leigos (e os Hanson)

Como já faz um tempo que eu deixei de ler a revista Capricho, eu não estou mais tão por dentro das bandas modinhas do momento. Mas graças à Oprah Wifrey, fiquei sabedo que Jonas Brothers é a banda sensação da atualidade entre as adolescentes. Depois, até matéria no Fantástico passou, e vocês sabem né, quando alguma modinha aparece no Fantástico, é porque já é moda há muito tempo e você está atrasado. Aí a matéria:

Pra quem ainda não sabe, O Jonas Brothers é um trio americano de irmãos chamados Joe, Kevin e Nick.

No meu tempo, as bandas sensações eram as Spice Girls, Backstreet Boys e os Hanson. Embora Kevin e Nick sejam nomes iguais a de dois integrantes dos Backstreet Boys, acho que dá pra fazer um paralelo melhor de Jonas Brothers com os Hanson (banda que muito apreciava aprecio). As semelhanças são muitas. Os Hanson também são um trio e são irmãos que usam o sobrenome como nome da banda. Os Hanson nunca foram muito bonitinhos (Ok, depois que cresceram até ficaram) e o mesmo vale pros Jonas Brothers, já que podem não ser feios, mas pra belos também não servem.


Fazem sucesso e não são emos.

Além disso, eu lembro que na época, os Hanson eram tachados de homossexuais, gays, e viadões porque eles não tinham namorada, não iam pras baladinhas, não se drogavam, em suma, eram super filhilhos de papai e super corretos (e no fim revelaram-se heterossexuais, e já tem 200 filhos, tá seus invejosos da época : P). Os Jonas Brothers são a mesma coisa. Eles até usam um anel de castidade o qual eles nunca discutem sobre, sempre pedindo pra repórteres evitarem perguntas a respeito. Não sei porque, se são tão orgulhosos da posição que eles tomaram a ponto de divulgar isso com um anel, porque não podem falar a respeito? Eu acho bonito ter seus próprios valores especialmente num mundo onde quem é pegador é visto como bem sucedido.

Quanto a música, eles lançaram 3 cds até hoje (It’s about time, Jonas Brothers e o A little bit longer), mas estouraram mesmo com o segundo. O hit é Burnin’up. Não é grande coisa, mas se você escutar umas 3 vezes, o ritmo dela gruda na cabeça.

O outro hit mais baladinha é When you look me in the eyes. Clipe em preto e branco e tal, tipo Save me dos Hanson.

E por fim, SOS, a música que eu prefiro deles:

São tantas semelhanças que o destino deles deve ser o mesmo dos Irmãos de Tulsa (a.k.a Hanson), o ostracismo quase completo.

Tuesday, January 6th, 2009

A segunda temporada de Dexter impressionou-me

O plot desse seriado, serial killer que mata só assassinos, não é o tipo de sinopse que me chama a atenção. Só assisti esse seriado porque um amigo meu muito me recomendou, e até me emprestou um dvd com a primeira temporada toda baixadinha da Internet. Essa primeira temporada eu achei bem mais ou menos. Os dois primeiros episódios até eram legais pelo fator novidade, mas depois ficou totalmente repetitivo:

um assassino novo aparece, Dexter Morgan investiga e mata ele no final.

Como até então o seriado só tinha 12 episódios (a segunda temporada ainda não tinha sido lançada), continuei assistindo só pra terminar mesmo. Até que chegou os episódios finais com o Ice Truck Killer, e daí sim, o seriado engrenou.


Você sabia que na vida real eles são namorados?

Embora os episódios finais tenham sido interessantes, eu não estava nada animada com a segunda temporada. Isso porque eu achei a primeira temporada hiper mega super estimada: todo mundo elogiava sem parar o que para mim era no máximo mediano. Logo, os elogios que faziam para a segunda temporada não tinham muita força, deviam ser super estimados também.

Até que finalmente assisti a segunda temporada, e olha, fiquei estupefata. É sensacional, muito melhor que a primeira. Muito melhor. O Dexter ficava cada vez mais encurralado e em muitas horas eu não sabia como ele ia escapar da cadeira elétrica. Saiu totalmente do esquemão que estava seguindo na primeira temporada.

Claro que agora vou assistir a terceira temporada bem rapidinho, embora eu duvide que vá chegar aos pés dessa segunda.

Thursday, January 1st, 2009

Relembrando Sonic 3

Continuando com a série relembrando Sonic, agora Sonic 3 (Não se preocupem, é só mais esse e Sonic e Knuckles, afinal, os outros Sonics (exceto pelos do Master System e Sega CD) são deturpações que não merecem nem uma resenha nesse blog).

Ao contrário do Sonic 1 e 2, esse jogo eu não joguei tanto. Nem lembro quando foi a primeira vez que eu joguei. Mas claro que como fã de Sonic, virei e me diverti muito com ele, embora seja um jogo um pouco inferior aos demais.

Nesse Sonic, foram incluídos novos itens especiais. Se antes só tinha o escudo, agora temos um escudo que atrai anéis, um escudo de fogo, e um escudo em forma de bolha que permite sonic respirar debaixo d’água. Além disso, temos um novo vilão, o equidna (bicho australiano amigo do ornitorrinco) Knuckles. Outra grande novidade é que o player 2 pode controlar o vôo do Tails, o que facilita bastante em algumas partes. E outra grande inovação bem interessante, é a possibilidade de salvar o jogo, feature muito bem vinda, já que antes éramos obrigados a terminar em um jogada só, ou começar TUDO de novo.

Mas se o jogo tem tantas inovações, porque ele é pior que os Sonic 1 e 2 ? Primeiro ele tem pouquissímas fases (menos que Sonic 1, que já tinha poucas), e segundo, tirando a fase da neve e do egito, as fases são pouco criativas.

Angel Island: Fase florestal típica. No segundo ato o Robotnik coloca fogo em tudo e ela fica menos verde e mais amarelada.

Hidrocity: Tipo a fase Chemical Plant de Sonic 2.

Marble Garden: Uma fase chatinha.

Carnival Night: Uma versão nova de uma das fases mais amadas pelos players, a Casino Night.

Icecap: Finalmene uma fase bem diferente. Um mundo gelado e escorregadio. Gráficos lindos.

Launch Base: Fase final, onde deve-se evitar uns alarmes.

Fase da esmeralda: A primeira vez de Sonic num mundo 3D.