bitpop

Tuesday, January 13th, 2009

Como ganhar discussões (musicais,cinematográficas,etc)

É fácil ganhar discussões, e o melhor, você nem precisa estar certo! Basta seguir esse pequeno tutorial.


Sou mais cool que você.

Se a pessoa fala que uma banda é boa e você acha ela uma porcaria, você pode dizer duas coisas, a sua escolha, são ambas efetivas:

- Que falta de bom gosto.
ou
- Bem coisa de pseudo-cult-intelectual.

Já se a pessoa acha uma banda que você adora um lixo, você diz:

- Você não captou a mensagem que a banda quis passar.
ou, se quiser ser mais agressivo, afinal, harmonia está fora de moda, pode dizer:
- Você não tem capacidade mesmo para apreciar uma banda como essa.

Lembrando que esses argumentos podem ser usados também com músicas, diretores, atores, filmes, livros e o que mais sua imaginação permitir.

Sunday, January 11th, 2009

Estou viciada no emulador de Nintendinho do PSP

Quando eu era criança, uma das minhas atividades favoritas era passar as férias em Cruz Alta (cidade do interior do Rio Grande do Sul), na casa da minha prima. Primeiro porque podia ver vários familiares que moravam lá na época. Segundo porque tinha vários brinquedos diferentes pra brincar, e um deles era um Nintedinho 8 bits, que na época eu não sabia que era um Nintendinho e chamava simplesmente de video-game.

Ele existiu (na minha vida) no período entre o meu Atari e Mega Drive. Não sei bem quantos anos eu tinha, mas algo entre 6 e 8 anos. Eu não tinha muita habilidade, mas adorava ver meu padrinho jogar. Ele era muito bom !!!

Os jogos que tinham era Contra, Ducktales, Myke Tyson’s Punch Out e um lá das Tartarugas ninjas.

Apesar de ele ser muito bom, ele nunca virou nenhum desses jogos. Tipo, você que só começou a jogar videogame na era Playstation com seu cartão de memória, não sabe como eram difíceis esses jogos. Não tinha save, eram 3 vidas e raramente tinha continues. Era muito difícil MESMO. Não podia dar uma erradinha. Tudo bem, tinha uns Sonics fáceis da vida, mas de resto, só jogos semi-impossíveis.

Então, nunca pude ver as fases finais, nem o final desses jogos.

Só que agora eu tenho um PSP que emula todos os consoles. Claro que nele tem emulador de Nintendinho e todos esses 4 jogos, com save, pra eu finalmente realizar esse desejo.


Eu gosto do meu PSP, mas tem gente que exagera.

Preparem-se, joguinhos não mais impossíveis.

Saturday, January 10th, 2009

O McFly, a banda, não o Marty

Depois de falar sobre os Jonas Brothers, agora é a vez do McFly. Banda inglesa que pessoalmente, acho incomparavelmente bem melhor que os Irmãos Jonas.

Já começa pela formação, quartetos quase sempre são mais legais que trios. Claro, embora não sejam uma Amy Winehouse ou um Pete Doherty, eles honram suas raízes inglesas e não estão nem aí pra anel de castidade.


Inglesa roots


Inglês roots

Também não são feinhos que nem os Jonas Brothers.

E por fim, eles escolheram como nome de banda, o sobrenome de um dos caras mais legais do universo, e que fez o melhor cover de Johnny B. Good de todos os tempos, Marty McFly.


My hero no baile Encanto submarino.

Mas falando sério, a banda os caras são bem talentosos, e algumas músicas até sofisticadas.

Eles lançaram 3 cds de estúdio até agora: Room on the 3rd Floor (bom), Wonderland (bom) e Motion in the Ocean (ignorem esse cd, é ruim, não escutem nada daqui, de certo, eles fizeram só pra ganha dinheiro fácil).


Merece um download (ignorem as capas dos cds).


Deram uma leve experimentada e se deram bem.


Estragaram tudo.

Como eles já emplacaram 200 milhões de músicas como top 1 na Inglaterra, eu não sei dizer bem ao certo qual é o hitzinho deles. Mas seguramente, pode-se dizer que a música que os elevou ao estrelato foi Five colours in her hair, que tem um riffzinho bem legal, mudanças de ritmo, em suma, é boa.

Ah sim, ignorem também os clips meio nada a ver da banda e concentrem-se na música.

Eles também tem That Girl, que é pop, mas tem uma sonoriedade diferente, meio antiguinha.

Met this Girl também é bem longe do pop podre que alguém poderia esperar de uma banda adolescente.

Só falei das músicas do primeiro album deles, mas o segundo é bastante bom também. She falls asleep pt1 e pt2 do segundo cd, é bem diferente dos rótulos que eles receberam, assim como Don’t know Why. Em Ultaviolet, tal como os Beatles, eles usam uma Cítara pra tocar, aquele instrumento indiano que George Harrison amava. Não que baste botar uma cítara, ou qualquer instrumento diferente style pra mostrar que você é bom, mas igual isso mostra que eles estão interessados em testar outros sons que não o habitual guitarra-bateria-baixo.

A despeito do nome da banda, eles têm futuro.

Friday, January 9th, 2009

Jonas Brothers para leigos (e os Hanson)

Como já faz um tempo que eu deixei de ler a revista Capricho, eu não estou mais tão por dentro das bandas modinhas do momento. Mas graças à Oprah Wifrey, fiquei sabedo que Jonas Brothers é a banda sensação da atualidade entre as adolescentes. Depois, até matéria no Fantástico passou, e vocês sabem né, quando alguma modinha aparece no Fantástico, é porque já é moda há muito tempo e você está atrasado. Aí a matéria:

Pra quem ainda não sabe, O Jonas Brothers é um trio americano de irmãos chamados Joe, Kevin e Nick.

No meu tempo, as bandas sensações eram as Spice Girls, Backstreet Boys e os Hanson. Embora Kevin e Nick sejam nomes iguais a de dois integrantes dos Backstreet Boys, acho que dá pra fazer um paralelo melhor de Jonas Brothers com os Hanson (banda que muito apreciava aprecio). As semelhanças são muitas. Os Hanson também são um trio e são irmãos que usam o sobrenome como nome da banda. Os Hanson nunca foram muito bonitinhos (Ok, depois que cresceram até ficaram) e o mesmo vale pros Jonas Brothers, já que podem não ser feios, mas pra belos também não servem.


Fazem sucesso e não são emos.

Além disso, eu lembro que na época, os Hanson eram tachados de homossexuais, gays, e viadões porque eles não tinham namorada, não iam pras baladinhas, não se drogavam, em suma, eram super filhilhos de papai e super corretos (e no fim revelaram-se heterossexuais, e já tem 200 filhos, tá seus invejosos da época : P). Os Jonas Brothers são a mesma coisa. Eles até usam um anel de castidade o qual eles nunca discutem sobre, sempre pedindo pra repórteres evitarem perguntas a respeito. Não sei porque, se são tão orgulhosos da posição que eles tomaram a ponto de divulgar isso com um anel, porque não podem falar a respeito? Eu acho bonito ter seus próprios valores especialmente num mundo onde quem é pegador é visto como bem sucedido.

Quanto a música, eles lançaram 3 cds até hoje (It’s about time, Jonas Brothers e o A little bit longer), mas estouraram mesmo com o segundo. O hit é Burnin’up. Não é grande coisa, mas se você escutar umas 3 vezes, o ritmo dela gruda na cabeça.

O outro hit mais baladinha é When you look me in the eyes. Clipe em preto e branco e tal, tipo Save me dos Hanson.

E por fim, SOS, a música que eu prefiro deles:

São tantas semelhanças que o destino deles deve ser o mesmo dos Irmãos de Tulsa (a.k.a Hanson), o ostracismo quase completo.

Wednesday, January 7th, 2009

Dexter deve morrer !!! E Death Note.

Como já disse nesse post, o seriado Dexter realmente impressionou na sua segunda temporada. Sei que devido ao sucesso, ainda vamos ter muitas pela frente (ouvi falar que vai pelo menos até a quinta temporada). Mas para mim, não importa o quanto eles vão enrolar para chegar nos finalmentes, mas sim como vai ser esse final. Eu realmente espero que o Dexter morra no último episódio da última temporada, embora os produtores tenham dado claros sinais de que vão deixa-lo bem vivinho.

Aqui começa uma série de spoilers sobre a segunda temporada de Dexter. Não leiam se não querem saber o que acontece.

Os sinais de que vão deixar o Dexter vivo foram dados no final da segunda temporada. Fizeram toda uma “forçação” de barra para que a Lila matasse o Doakes ao invés do Dexter. Afinal, Dexter não mata pessoas inocentes.


Pobre Doakes

Mas vejam bem, se não existisse a Lila, o Dexter seria obrigado a mata-lo. Ele é um assassino, e assassinos não podem ter final feliz, mesmo que no caso dele, ele seja legal, boa pinta e a princípio só mate pessoas más, ele não se importa de matar os bons para não ser descoberto. Ou melhor, ele até se importa, mas isso não o impede. Ele mataria o Doakes, não é?


Para os roteirista do seriado, ela é má, mas Dexter não, tá?

Tem um anime, que eu não me canso de elogiar aqui nesse blog, que se chama Death Note. Se você gosta de Dexter, deveria perder seu preconceito idiota contra animes e assistir (tem no islifecorp por exemplo). O plot tem várias semelhanças, embora tenha um viés sobrenatural. No caso de Death Note, Raito Yagami encontra um caderno, e caso você escreva o nome de uma pessoa nesse caderno, essa pessoa morre.

Raito então faz exatamente o que Dexter faz, escreve (e consequentemente mata) o nome só de assassinos e pessoas que ele julga que devem morrer. Óbvio que depois de alguns episódios, um super detetive começa a procurar quem é o responsável por aquelas mortes, e aí que surge L. L é um detetive que podemos comparar ao agente especial Lundy, visto que é tão, senão mais, perspicaz que ele.


Perspicaz, mas não pegou o Dexter, e também não pegaria o Raito

Aqui começa uma série de spoilers sobre o final de Death Note. Não leiam se não querem saber o que acontece.

Claro que para escapar de L, Raito acaba ficando encurralado. E o que ele faz ? Exatamente o que você deve estar pensando, ele larga o seu código e mata pessoas inocentes a fim de não ser descoberto. No final, mesmo que ele não tenha cometido seus crimes por vaidade ou porque gosta de matar, mas sim por uma filosofia de limpar o mundo da podridão, Raito morre. Um final condizente para um assassino, e que seria condizente para o Açougueiro de Bay Harbor também.


Raito Yagami, o “Dexter” japonês

Tuesday, January 6th, 2009

A segunda temporada de Dexter impressionou-me

O plot desse seriado, serial killer que mata só assassinos, não é o tipo de sinopse que me chama a atenção. Só assisti esse seriado porque um amigo meu muito me recomendou, e até me emprestou um dvd com a primeira temporada toda baixadinha da Internet. Essa primeira temporada eu achei bem mais ou menos. Os dois primeiros episódios até eram legais pelo fator novidade, mas depois ficou totalmente repetitivo:

um assassino novo aparece, Dexter Morgan investiga e mata ele no final.

Como até então o seriado só tinha 12 episódios (a segunda temporada ainda não tinha sido lançada), continuei assistindo só pra terminar mesmo. Até que chegou os episódios finais com o Ice Truck Killer, e daí sim, o seriado engrenou.


Você sabia que na vida real eles são namorados?

Embora os episódios finais tenham sido interessantes, eu não estava nada animada com a segunda temporada. Isso porque eu achei a primeira temporada hiper mega super estimada: todo mundo elogiava sem parar o que para mim era no máximo mediano. Logo, os elogios que faziam para a segunda temporada não tinham muita força, deviam ser super estimados também.

Até que finalmente assisti a segunda temporada, e olha, fiquei estupefata. É sensacional, muito melhor que a primeira. Muito melhor. O Dexter ficava cada vez mais encurralado e em muitas horas eu não sabia como ele ia escapar da cadeira elétrica. Saiu totalmente do esquemão que estava seguindo na primeira temporada.

Claro que agora vou assistir a terceira temporada bem rapidinho, embora eu duvide que vá chegar aos pés dessa segunda.

Monday, January 5th, 2009

As “lejendas” dos seriados

Com o maior acesso a banda larga no Brasil e as cada vez maiores taxas de compressão de videos, baixar seriados e filmes pela Internet popularizou-se. Mas certamente, essa popularização também se deve aos fanáticos que legendam essas produções sem receber nada em troca.

Eu já legendei alguns videos amadores e posso dizer que é um trabalhão legendar. Escrever as falas e sincronizar é um trabalho braçal do cão. A única parte divertida é a tradução, especialmente pelo fator desafio, já que tradução não é bem uma ciência exata, e também porque traduzir ajuda a treinar o inglês.

Por isso dou meus mais sinceros parabéns a essas pessoas que legendam: são feitas sem remuneração, muitas vezes na pressa (no caso de Lost, pouquissímas horas após o lançamento de cada episódio) e num nível quase profissional.


Alguns seriados famosos

Notem a ênfase no quase. Quase porque a maior parte delas tem erros de português crassos. Eu nem falo de crases, acentuação ou regra do porquê, afinal, eu nem sei elas direito. Eu falo de erros de grafia básicos, e que se repetem no mesmo episódio, provando que não se trata de erros de digitação.

Aqui alguns exemplos:

  • No episódio 6 da primeira temporada de The IT crowd, aos 10 minutos, aparece a palavra envocado ao invés de invocado. Nesse mesmo episódio, aos 16 minutos, temos a palavra tranze ao invés de transe.
  • Em Hannah Montana episódio 1 da primeira temporada, mais ou menos aos treze minutos, aparece concertado ao invés de consertado e exarpe ao invés de echarpe.
  • No episódio 16 de Aliens in America, aparece num momento ofencivas ao invés de ofensivas.

Eu diria que pelo menos um erro assim é encontrado por episódio de qualquer seriado que você fizer download.

O que mais me impressiona, é como pode uma pessoa saber inglês tão bem a ponto de poder traduzir e não saber escrever português direito?

O mesmo vale para animes. Em Death Note, foi possível ver no primeiro episódio a palavra simplesmente escrita como simplismente várias vezes. Suponho que essa legendagem deve ser feita a partir das legendas em inglês porque eu definitivamente não acredito que alguém que saiba uma língua tão díficil como japonês cometa um erro tão infantil como simplismente.

E não me venham me dizer que são erros isolados, essas eram as séries que quando eu estava assistindo resolvi anotar os erros, mas qualquer outra tem.

PS: Sim, eu sei que algumas legendas profissionais da televisão paga também têm erros horríveis, mas são de tradução, não de português. E sim, eu sei que devem ter grupos que fazem legendas boas, mas de modo geral, são péssimas.

Thursday, January 1st, 2009

Relembrando Sonic 3

Continuando com a série relembrando Sonic, agora Sonic 3 (Não se preocupem, é só mais esse e Sonic e Knuckles, afinal, os outros Sonics (exceto pelos do Master System e Sega CD) são deturpações que não merecem nem uma resenha nesse blog).

Ao contrário do Sonic 1 e 2, esse jogo eu não joguei tanto. Nem lembro quando foi a primeira vez que eu joguei. Mas claro que como fã de Sonic, virei e me diverti muito com ele, embora seja um jogo um pouco inferior aos demais.

Nesse Sonic, foram incluídos novos itens especiais. Se antes só tinha o escudo, agora temos um escudo que atrai anéis, um escudo de fogo, e um escudo em forma de bolha que permite sonic respirar debaixo d’água. Além disso, temos um novo vilão, o equidna (bicho australiano amigo do ornitorrinco) Knuckles. Outra grande novidade é que o player 2 pode controlar o vôo do Tails, o que facilita bastante em algumas partes. E outra grande inovação bem interessante, é a possibilidade de salvar o jogo, feature muito bem vinda, já que antes éramos obrigados a terminar em um jogada só, ou começar TUDO de novo.

Mas se o jogo tem tantas inovações, porque ele é pior que os Sonic 1 e 2 ? Primeiro ele tem pouquissímas fases (menos que Sonic 1, que já tinha poucas), e segundo, tirando a fase da neve e do egito, as fases são pouco criativas.

Angel Island: Fase florestal típica. No segundo ato o Robotnik coloca fogo em tudo e ela fica menos verde e mais amarelada.

Hidrocity: Tipo a fase Chemical Plant de Sonic 2.

Marble Garden: Uma fase chatinha.

Carnival Night: Uma versão nova de uma das fases mais amadas pelos players, a Casino Night.

Icecap: Finalmene uma fase bem diferente. Um mundo gelado e escorregadio. Gráficos lindos.

Launch Base: Fase final, onde deve-se evitar uns alarmes.

Fase da esmeralda: A primeira vez de Sonic num mundo 3D.