bitpop

Friday, January 30th, 2009

Eu não ia falar de Big Brother …

… mas não resisti. Então ignore o post se você odeia o programa.

Todo mundo sabe que as primeiras semanas são chatas porque tem gente demais na casa. Mas felizmente dessa vez a Globo tá se esforçando pra rolar umas tensões o quanto antes.

Bom, primeiro teve aquele véio, o Norberto, também conhecido como Betão. Ele é daqueles caras que devem ter sido bonitos quando jovem, e não caiu a ficha que ficou velho, e daí continua a dar em cima de mulher de 20 anos. Claro que logo foi eliminado.


O vovô eliminado

Mas o post é pra falar sobre o primeiro grande mala dessa edição. Gaúcho, porque é incrível como tem gaúcho mala em Big Brother. O nome da criatura é Newton, também conhecido como Tom.

Vou explicar o que aconteceu: a prova do anjo era uma piscina imensa, cheia de penas. Cada participante recebia uma cor. O primeiro participante que achasse 5 coelhinhos de brinquedo da sua cor escondidos dentro da piscina ganhava o colar do anjo. Daí a participante Ana e a participante Francine já tinham achado 4 coelhinhos cada uma. A Ana então achou o coelhinho que faltava pra Francine ganhar. O que ela fez ? Botou umas penas em cima pra dar mais tempo de ela achar o coelho dela. Tática essa que deu certo, porque a Ana ganhou.

Aí a Ana bem ingênua (pra não dizer burra) pegou e contou pra Francine que escondeu o coelho dela. Óbvio que a Francine se fez de vítima e ficou revoltada. Só que notem que várias pessoas fizeram isso de esconder o coelho dos outros.


O mala do Tom e a namoradinha dele, que é supostamente uma “interesseira” porque prefere o dinheiro ao invés do amor.

Bom, nessa mesma semana, o Tom era o lider, e indicou a Ana, dizendo que ela era desleal, sem caratér, etc. Mas ele queria o que ? Que a Ana entregasse o coelho pra outra ganhar ?

Como se não bastasse, na última prova do lider, que era de resistência, o Tom não aguentava mais ficar de pé, mas disse que desistiu porque queria deixar o outro participante vencer, já que umas das coisas que o lider ganhava era uma ligação, e o outro participante disse que queria falar com o filhinho. Ou seja, o Tom quis se fazer de generoso, muito fake. Típico jogador que faz um joguinho medíocre.

Pra piorar, ele acusou a namorada dele, a participante Josiane, de preferir o jogo ao invés dele. Nossa, que dúvida, será que ela prefire um milhão ou um cara chato que ela conheceu faz menos de 20 dias?

O cara quis queimar até a namorada com o jogo tosco dele. Uma chinelagem. Que bom que logo vai cair fora, porque ninguém vai com a cara dele.

Friday, January 30th, 2009

Meu mais novo jogo de corrida favorito: Ridge Racer

Eu já conhecia Ridge Racer dos fliperamas, mas só agora eu realmente viciei nele, graças ao PSP. Console esse que eu já menosprezei algumas vezes mas é realmente muito legal.

Quanto a Ridge Racer, tipo, o jogo nem é tão sensacional assim, mas ele tem uns gráficos tão bonitinhos. Tipo, corridinhas de noite, de manhã, no entardecer, na praia, em florestinhas, no meio de cidades com vielas estreitas (mas sem trânsito ou pedestres, é tipo Mônaco, afinal esse jogo é de corrida, não Carmageddon), etc. E é bem positivamente surreal, não é que nem sei lá, Gran Turismo, e tem uns drifts bizarros que duram um tempão.


Aviso: essa foto não faz condiz com os gŕaficos acachapantes desse jogo.

Mas o melhor de tudo é que ele é meio fácil sabe, não é muito difícil ficar em primeiro, o que me deixa feliz, porque jogos muito difíceis logo me frustram. Prefiro assim, porque adoro a idéia e pensar que sou uma grande jogadora mesmo possivelmente não sendo : P. Mas o melhor, é que mesmo fácil, ele não enjoa. Quer dizer, faz uma semana que jogo bastante ele e não enjoou ainda.

E ainda por cima, o jogo tem algo que eu acho fundamental em jogos de corrida: botão de turbo. Porque eu adoro bolar altas estratégias de quando é a melhor hora pra usar. Top Gear tinha isso e era demais.


Um dos poucos jogos bons da Namco

Eu só não gosto muito dos carros, que são todos iguais pra mim embora o jogo afirme que são modelos super diferentes. Também não gosto do fato de não poder comprar coisas isoladas, tipo pneus novos. Pelo menos dá pra mudar as cores dos carros.

Talvez Burnout que eu não joguei ainda seja melhor, mas agora tô viciada nesse (e depois de virar, vai ser a vez de Ridge Racer 2, já lançado) : D

Tuesday, January 27th, 2009

Descobri que não sou nerd !

Bom, eu sempre me achei super nerd. E vou explicar porque. Ok, eu nunca usei óculos, mas também nunca gostei de usar no dia a dia brincos e maquiagem. Embora gostasse de boy bands na adolescência, nunca gostei de pagode, samba, funk, e assemelhados, o que sempre me deixava meio isolada. Também sou BEM introspectiva. Apresentações em público sempre me causam pavor. Só fui começar a me interessar em ficar/namorar bem tarde. E claro, adoro video game, filmes, livros e computadores. E gostava de computadores desde o tempo que computador pessoal no Brasil não era algo muito comum (ainda guardo orgulhosamente meu certificado de curso de MS-DOS e Windows 3.11).

Quando fui escolher o meu curso, enquanto os coleguinhas e amigos escolhiam profissões mais tradicionais como direito e engenharia, eu escolhi Ciência da Computação. O que me levou a aprender derivadas, integrais e programação.

Eu achava que tudo isso bastasse pra ser nerd.

Mas por causa da Internet (e também por causa de alguns colegas de curso), descobri que existe gente tão nerd, mas tão nerd, que me faz me sentir a pessoa mais “normal” por assim dizer, do universo. Me faz até me sentir fake se eu me autodenomino nerd. Nem consigo mais sentir o nerd pride.


I feel like Penny sometimes.

Talvez até o fato da nerdzice ter virado meio modinha, vide seriados de super sucesso como The Big Bang Theory (que eu gostava antes de virar modinha, vide esse post antigo), ou o fato da tecnologia estar mais presente entre nós, especialmente computadores, tenha distorcido a concepção da palavra. Hoje em dia, quem vê seriados, gosta de filmes, computadores e tal, é só uma pessoa normal que gosta dessas coisas, parece que agora, pra ser nerd mesmo você tem que ser MUITO MUITO, MAS MUITO VICIADO MESMO.

Igual, se eu ainda tinha alguma dúvida se eu era nerd ou não, essa foto com minhas amigas, tirada em 2007, deve confirmar que não sou.


Eu sou a loser do meio descordenada que não consegue fazer o símbolo

Monday, January 26th, 2009

Fiquei drogada fazendo endoscopia

Há uns anos tive que passar por uma endoscopia. Pra você não precisar procurar na wikipedia, endoscopia nada mais é do que o procedimento de enfiar uma câmera pela sua boca até o estômago para filmar e ver se você tem alguma ferida ou problema tipo úlcera por exemplo.

Embora há poucos anos esse procedimento fosse feito com a pessoa acordada, eles felizmente agora adormecem o paciente, até porque deve ser uma sensação de ânsia de vômito bem desagrádavel a de ter uma câmera no aparelho digestivo.

Mas então, fui fazer a tal endoscopia. Deram a anestesia e em tipo 5 segundos eu dormi.

Quando eu acordei, vocês não tem noção, eu me sentia Lucy in the Sky with Diamonds. Sério, parecia que eu flutuava. Era o maior barato. Enquanto minha mãe me conduzia até a recepção da clínica, lembro que uma menina me perguntou se a endoscopia doia, porque ela logo iria fazer e estava preocupada. Só lembro de ter dito que nem doia nada e que era muito bom. Mas percebam que eu falei isso com a voz de uma pessoa totalmente chapada. Uma sensação bizarra, diferente de estar bêbada.


Isto é uma endoscopia

Claro que ao chegar em casa, dormi umas 200 horas, e ai sim, acordei normal.

Eu tinha certeza que aquela anestesia tinha algum tipo de alucinógeno. Só que eu isso para as pessoas e elas me tiravam pra louca. Algumas diziam que já tinham sido anestesiadas em hospitais e que NUNCA tinham sentido nada disso. Daí minha teoria foi que de certo, só a anestesia de endoscopias que traziam esse efeito, só que aí, falei com pessoas que tinham feito endoscopia, e elas também não relataram nenhuma sensação parecida com a que eu vivenciei.

Eu já estava começando a achar que eu era louca mesmo, ou algo do tipo, até que li esse post, da Ana do Olhomêtro. Ela é também se sentiu drogada com a endoscopia !!! No caso dela, ela viu a corte inglesa marchando. Se você ler os comentários do post, vai descobrir que teve outras pessoas que se sentiram drogadas também com esse exame, como a Amanda, mas ela aparentemente não curtiu aquela sensação viajante.

Notem que cada pessoa descreve de um jeito diferente.

Na real, o que eu acho, é que os efeitos alucinógenos só funcionam com algum determinado tipo de biotipo, e é por isso que algumas pessoas não sentiram nada com a anestesia. Portanto, nem adianta pedir pro seu médico pra lhe receitar esse exame.

Thursday, January 22nd, 2009

Por que exigir visto para entrar no Brasil?

Pergunta: Os EUA exigem que você tire visto para entrar no país deles, o Japão também, o Canadá também, resumindo, um monte de países. Se você fosse Ministro das Relações Exteriores dos Brasil, como lidaria com isso? Exigiria visto para entrar no Brasil como retaliação não é ? Afinal, o Brasil sempre esteve de portas abertas para grandes hordas de imigrantes, como japoneses, italianos e alemães quando eles estavam afundados.

A minha resposta para essa pegunta já foi sim. E suponho que a resposta de muitos de vocês também tenha sido. Mas é um grande erro essa mentalidade. Vejam só.

É óbvio que esses países exigem visto porque tem muito brasileiro imigrando. É óbvio que esses paises devem limitar o número de imigrantes, já que senão vira uma grande bagunça. Agora porque o Brasil exige visto ? Por que tem muitos americanos querendo morar no Brasil ? Claro que não, é só por pura e mera vingança diplomática.

Mas percebam que o único prejudicado com isso é o próprio Brasil. Precisando ou não de visto, os estrangeiros (tipo 99%) continuam com vontade zero de entrar no nosso país. A nossa retaliação, não causa nem cócegas no ego deles.


A localização geográfica do Cristo é tudo. Merece ser maravilha do mundo

É quase clichê já, mas vou dizer de novo: Brasil tem um potêncial turístico ENORME. O Rio de Janeiro, por exemplo, é lindo demais. Se você não concorda, os estrangeiros pelo menos acham. Nossa, eu adorava ver as carinhas fascinadas dos gringos de tudo que é lugar do mundo quando estava lá no Cristo Redentor. Tenho certeza que se eles não foram assaltados, devem ter feito uma super propaganda positiva quando voltaram para o país deles.

Mas então porque o Brasil, fica, em número de turistas recebidos, atrás da China por exemplo? Claro que são várias as razões, e provavelmente a violência deve ser o maior, mas óbvio que o fato de existir essa necessidade de visto e burocracia desmotiva um monte de gente. Talvez um turista americano ou europeu vá para Buenos Aires, Machu Pichu, Santiago, sei lá, ache legal, e queira continuar sua viagem indo para a cidade maravilhosa, só que ele não pode, porque ele deveria ter se planejado e pedido o visto 3 meses antes.

Essa retaliação da diplomacia brasileira é, em suma, que nem cuspir pra cima.

Wednesday, January 21st, 2009

Ser presidente dos EUA não é fácil.

Eu sei que esse assunto já encheu mais o saco do que a reforma ortográfica, mas preciso falar. Por sinal, já que falei da reforma, vocês não ficam agora sempre reparando quando veem (ahá, escrevi certo) estreia e ideia sem acento no jornal? Eu sempre que olho esses ditongos dou gritinhos pra mim mesmo por dentro: olha a reforma, olha a reforma !!!

Mas voltando ao Obama, eu entendo a comoção dos americanos por ele e tal, o que não dá pra entender é a comoção das pessoas do resto do mundo. Tipo, hello, ele é presidente dos EUA, não do seu país. Quando ele fizer algo, vai levar em conta os interesses dos americanos, não os seus. Ele não tá nem aí para o Brasil e a América Latina.


Sabe porque Clark Kent não é presidente dos EUA? Porque daí ninguém iria gostar dele.

Bom, igual, que legal que tá todo mundo festejando, porque povo só sabe reclamar dos EUA. Se os Estados Unidos entram numa guerra, é porque eles de certo querem pegar petróleo de outro país, ou tem algum interesse oculto, ou sei lá. Sempre é por um motivo nada nobre.

No entanto, se eles não participam de guerra nenhuma, eles são culpados também, porque como são o país mais rico do mundo, eles tem que intervir, ajudar, etc, afinal eles têm responsabilidades, e blá blá blá.

Tipo, o Bush não se meteu em nenhuma guerra, daí um terrorista pegou e derrubou as torres gêmeas. O que aconteceu? Um monte de gente falou que os EUA mereceram porque deixaram o Afeganistão na mão de um monte de terrorista, nunca fez nada pra diminuir esse ódio que o mundo tem contra eles, e blá blá blá. Daí quando eles (os EUA) vão lá entrar na guerra, reclamam que os EUA ficam fazendo morte e destruição no mundo.

Ser presidente dos EUA deve ser dose.

Tuesday, January 20th, 2009

ET, o maior fracasso dos jogos de video game de todos os tempos

Embora o primeiro video game lançado no mundo tenha sido o Odyssey em 72, ele logo sucumbiu para o Atari, que foi lançado só em 77. Isso se deve ao fato do Atari ter a sensação da época em se tratando de jogos: o Pong. Claro que nenhum console vive de um jogo só, e outros de grande qualidade foram lançados posteriormente. Nessa época, a Atari ficava cada vez mais rica e rica e rica, até que em 83, depois do lançamento de alguns jogos fracassados, em especial ET, as ações da empresa despencaram. O declínio foi tão grande que 1983 é conhecido como ano do crash dos video games. Felizmente logo os video games domésticos se recuperaram com o lançamento do Nintendinho em 85 nos EUA (e um pouco antes no Japão).

Mas então, no final de 83, o tinha um monte de Atari sobrando nos Estados Unidos. E o que fazer quando tem um monte de console encalhado nos EUA ? O mesmo que fazem com o Playstion 2 hoje em dia ! Vender para o Brasil : P

Por isso, entre 84 e 86 esse console vendia que nem água em terras brasileiras, mesmo tendo um preço relativamente elevado. Graças a esse grande atraso na chegada da tecnologia ao Brasil, eu que nasci em meados dos anos 80 tive a chance de vivenciar o período Atari jogando com o Atari do meu irmão.

Eu poderia aqui descrever os meus jogos favoritos, e de fato farei, futuramente em outro post, mas esse post serve pra falar do maior fracasso em se tratando de jogos de video game ever, o jogo do ET.

Pra quem é um ET e não sabe nada a respeito (ok, trocadilho infame), o filme ET foi um sucesso estrondoso. Eu nem era nascida quando ele estreou nos cinemas, mas eu sei que ele foi um super sucesso por um motivo: quando o filme passou tipo, pela segunda ou terceira vez na Globo, eu estava numa colônia de férias na praia, e lembro que a sala de TV da colônia LOTOU total, e era um super blá blá blá em cima do filme.

A Atari então, lá por 82 (antes do crash), super malandrete, pensou com seus botões: meu video game vende que nem água, ET é um filme de muito sucesso. Óbvio que se eu fizer um jogo sobre o ET, eu vou faturar doláres até não poder mais (insira uma risada de executivo maligno aqui).

Aí a Atari pegou e fez um jogo podre as pressas, e lançou milhões de unidades do jogo. Tiragem inicial imensa. Só que ninguém curtiu o treco, e ele encalhou tremendamente nas lojas, levando, como mencionei antes, ao grande crash dos video games. Foi tamanho o encalhamento, que a Atari pegou grande parte das fitas que sobraram e simplesmente enterrou num deserto !!! Não é lenda, a Atari destruiu suas próprias fitas para disfarçar o embaraço causado.

Dentre os muitos jogos que joguei para Atari, ET não estava entre eles (até porque quando eu comecei a jogar Atari, acho que já tinham destruido quase todas as fitas : P). Portanto não tive a chance na época de jogar o joguinho dessa criaturinha meiga e amável. Mas pelo menos já tive a chance de voar na bicicleta dele e passar pela Lua lá na atração da Universal Studios em Orlando, o que certamente é muito mais divertido que qualquer jogo de Atari.


Entrada da atração do ET, que é tosca demais, mas eu acho linda.

Mas voltando ao jogo em si, resolvi experimentar ele esses dias pra ver se é tão ruim assim como dizem. Bom, esse video mostra como funciona o jogo. Você é o ET e tem que achar as partes de um telefone interespacial para o ET poder chama sua nave espacial e voltar para casa. Notem que para encontrar as 3 peças (que na tela são pontos amarelos você anda por vários lugares, tendo que fugir de uns agentes chatos e tal. Tem também uns pontos pretos que são doces.

O jogo começava bem, a musiquinha dos ET tocava na abertura, o que só fazia crescer aquela expectativa, que segundos depois era totalmente frustrada.

O maior problema do jogo, DISPARADO, é que em nenhum momento é dito que você tem que encontrar essas partes do tal telefone. Eu mesmo só fiquei sabendo disso porque li na Internet. Quem pega o jogo fica achando que é só ficar andando sem rumo. E andar a esmo não é divertido. Além disso, como a maior parte dos jogos do Atari não tem final, muita gente achou que esse jogo também não tivesse, que fosse só ficar andando a esmo mesmo. Mas tem final sim.

Vejam só algumas critícas que eu encontrei a respeito do game.

Essa aqui é de um americano revoltadíssimo com o jogo. Se você sabe inglês recomendo que leia na integra, porque é muito engraçada ! Aqui a melhor parte que eu vou traduzir para vocês bem:

“… no point to the game, unless you like the idea of falling in ditches, and trying to get out with a stretch neck fun …”

“… jogo sem sentido, a menos que você goste da idéia de cair em buracos, e ficar tentando sair deles com um pescoço divertido que estica …”.

Aproveitando que você sabe inglês, assiste esse video do youtube. Avance para 2:08 que a partir dai fica hilário !!! E tem muitos outros, video sobre o assunto é o que não falta.

nesse post em português, o autor diz:

Até hoje a lógica desse jogo aflinge a humanidade, juntamente com o problema dos números primos e da origem do universo (apesar destes 2 últimos estarem quase resolvidos)…

Ou seja, o grande problema do jogo, nem era ser ruim de doer, é o fato de o objetivo nunca ficar claro, o que frustrava até os fanboys mais ardorosos do ET.


O buraco da discórdia.

Claro, haviam outros defeitos: era meio difícil de identificar por onde o ET podia caminhar devido aos gráficos mal feitos. Eu sei que o Atari é limitado, mas Pitfall é da mesma plataforma e é mil vezes mais bonito. Fora que existiam vários buracos que te levavam para outras telas. O problema é que esses buracos meio que apareciam do nada, e cair neles era bem decepcionante.

O fato do jogo ser ultra paradão também contribui, afinal, você não podia matar ninguém, era só fuga.

Mas se o objetivo estivesse bem claro, talvez o jogo não tivesse sido um fracasso tão grande, e certamente ele não ganharia a alcunha de pior jogo do mundo. Se a Atari não tivesse sido apressada em lançar o jogo e tivesse feito umas sessões de teste, a história teria sido diferente.

PS: Tutorial para terminar o jogo do ET, porque sim, esse jogo tem alguns fãs.

Sunday, January 18th, 2009

Angelina Jolie é uma farsa e só faz bombas

Desculpe fãs, mas Angelina Jolie é daquelas atrizes que não adianta, só faz filme podre. Tipo, se tem o nome dela no cartaz em geral eu já fujo. São muitas bombas pra endossar esse pensamento: Tomb Raider, Alexandre, Sr. & Sra. Smith, etc.

Ok, Teve aquele Procurado que realmente foi divertido, mas só.


Esse foi legalzinho, bem viajante, mas ainda legalzinho.

Eu acho que ela só tem essa visibilidade toda porque a vida pessoal dela é realmente atribulada. Adoção de filhos de todas as nacionalidades e etnias possíveis, o roubo de marido que ela fez, etc. O pior é que nem dá pra falar mal dela que sempre chega um e diz: tá falando mal só porque ela é bonita sua invejosa. Ela é bonitinha, mas bonitas mesmo são essas daqui ó. Além disso, sempre tem alguém pra dizer que ela é talentosa porque ganhou o Oscar de coadjuvante com Garota Interrompida, que eu não vi. Suponho que ela deve ter gasto todo o talento nesse filme então : P

Mesmo assim, fui assistir o A troca, porque diziam que a atuação dela era digna de Oscar, num filme sério (porque essa boca com pernas essa mulher praticamente só faz filme de ação). Mas o maior argumento para eu ir assistir é que era do Clint Eastowood, e eu gostei da Menina de Ouro dele.

A propósito, por algum motivo desconhecido, eu chamava A troca de A outra, e por isso paguei o vale de pedir pra bilheteira um ingresso pro filme A outra, e tive que ouvir um “esse filme não está passando aqui“.


Ela usa chapéus e batom vermelho encarnado o filme todo.

Mas voltando ao filme, tirando toda a bela reconstrução da Los Angeles dos anos 30, só tenho adjetivos negativos: é demorado, uma lenga lenga, a mulher é internada no hospício, depois começa um julgamento chatérrimo que nunca termina, etc.

Tédio.

Sou muito mais Marley e eu, por exemplo.

Apesar de não colaborar com o cinema, pelo menos ela faz menos crianças serem orfãs no mundo.

Friday, January 16th, 2009

Vida de Rico

Vocês sabem de onde vem o café mais caro do mundo? Brasil? Colômbia? Haiti? Ou dos excrementos de um animal feioso chamado Luwak?


Aroma de café

Mas nem tudo que é caro e exclusivo no mundo tem que vir do intestino de alguém (de fato a maior parte não vem : P). Por sinal, uma das coisa que me desperta curiosidade nesse mundo do luxo, é como marcas como por exemplo Dolce & Gabbana, Louis Vuitton e Rolex viraram sinônimo de riqueza e poder. Alguém poderia argumentar que basta fazer algo caro e exclusivo que pronto, você tem uma marca de luxo. Mas isso não passa de uma simplificação grosseira. Grande parte dessas marcas viraram famosas porque foram pioneiras em algo.

Por exemplo, a famosa marca Chanel ganhou notoriedade porque a estilista que fundou a marca, a francesa Coco Chanel, inovou ao criar roupas bonitas e elegantes que libertaram as mulheres dos apertadissímos espartilhos. A famosa marca Levis ganhou destaque porque seu criador, Levis Strauss foi nada menos do que o inventor da calça Jeans. O mesmo vale para muitas outras marcas.

Claro que não basta ser pioneira ou inovadora, é importante também que a marca transmita uma imagem, um estilo de vida, algo que você quer pra você e está disposto a pagar por isso. Por exemplo, marcas como Fendi e Mercedez-Benz, transmitem na hora luxo e sofisticação. A grande sacada está em conseguir transmitir essa idéia, tarefa que foi atingida em tal grau por algumas marcas que elas estão praticamente no imaginário popular. Você pode não saber detalhes sobre a Versace, se a marca é de roupa, perfume ou o quê, mas sabe que se trata de algo chique e fino.

Um bom site sobre o assunto é o Vida de Rico. O site não se restringe a contar a história de marcas de luxo famosas, encontra-se também fatos inusitados. Por exemplo, uma das coisas que me surpreenderam foi que a cidade com com mais bilionários do mundo, é, pasmem, a capital daquele país que pregava o comunismo e que todos são iguais.


Ele é excêntrico, não pão duro

O site também desmitifica algumas lendas, por exemplo, a Ferrari não é o carro de linha mais caro do mundo (é aquele o que o James Bond usa), Sílvio Santos não está nem nos top 10 mais ricos do Brasil, o melhor e mais caro azeite do mundo é o Lambda, lambda, lambda Jovem Nerd!, etc.

Outra coisa que o site fala que eu acho muito bizarro, é aqueles milionários excêntricos (sim excêntrico, porque rico que não gasta é excêntrico, pobre que não gasta é pão duro), que usam carro ano 93, viajam em classe econômica, e sempre pedem um descontinho. Tio Patinhas é ostentador perto deles : P

Thursday, January 15th, 2009

O filme Marley e eu é bom !

Apesar de eu adorar comédias românticas previsíveis, ou filmes de draminhas familiares em geral, talvez o fato de eu ter assistido muitas produções desse tipo tenha me feito ficar um pouquinho mais exigente. Por isso quando vi o cartaz de Marley e Eu, o filme não me interessou em nada. O fato de ter um cachorro meiguinho na capa fez eu querer ver menos ainda, porque apesar de eu gostar de cachorros, filmes com eles não são legais desde sei lá, Babe, o porquinho atrapalhado (eu sei que o Babe era um porquinho, atrapalhado por sinal, e não um cachorro, mas tinha aquela cão pastora tá).

Na minha cabeça, esse era um filme do tipo os pais pegam as crianças e vão no cinema assistir.

Só que lendo umas critícas vi que o filme ganhava bastante elogios de críticos, e críticos são ranzizas por padrão. Aliado ao fato que não tinha mais nenhum filme que prestasse nos cinemas, dei uma chance pro tal pior cão do mundo. Além disso, o filme tinha a Jennifer Aniston, que apesar de só fazer filme meia-boca, eu gosto dela.

Mas sabe que o filme realmente surpreendeu? Claro, tem as partes engraçadinhas com o cachorro e tal, mas ele é basicamente um filme sobre relacionamentos, decisões, sobre a vida, o universo e tudo mais. No fim, o cachorro acaba sendo só um coadjuvante.

Depois de tantos filmes estilo Closer, é bom ver um com um casal que apesar dos problemas normais da vida, é feliz.

PS: Até me deu vontade de ler o livro, mas vou terminar todos os que eu tenho em casa primeiro … o que vai demorar uma eternidade, visto que no meu tempo livre eu tenho visto seriados ou jogando PSP.