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Saturday, August 30th, 2008

A farsa do Carrefour em profundidade

Você conhece esse símbolo? O que ele siginifica?

Um dos grandes mistérios da humanidade era o significado do símbolo do super-mercado Carrefour. Alguns achavam que era um ET de gorrinho, outros que era um logo abstrato qualquer, alguns mais pragmáticos disseram que era simplesmente 2 setas apontando para lados opostos. Já desconfiaram até que pudesse ser um barquinho ou mesmo uma letra de algum alfabeto de alguma tribo africana.

Eu particularmente, achava que era uma espécie de peixinho.

Graças a essa comunidade do Orkut, que tem mais de 70 mil pessoas cadastradas, a farsa finalmente terminou: o símbolo era nada mais do que uma mera letra C. Latente, óbvio, mas os grandes segredos são assim, óbvios depois de descobertos.

Só que pelo visto os gerentes do supermercado francês não gostaram que a farsa foi descoberta. Vocês já assistiram os comerciais do Carrefour com a Ana Maria Braga ? Pois bem, transformaram o símbolo do Carrefour num mascotezinho !!! Aparentemente, seu nome é Cuca.

Abaixo o comercial, pra quem nunca viu.

Sabemos que grandes empresas podem ser inescrupulosas, mas qual foi o objetivo da rede francesa fazendo isso ? Esconder o fato que o símbolo é um C ? Apaziguar os animos de quem se sentiu enganado com a farsa do Carrefour ? Ou ainda, esconder algo muito maior que ainda não sabemos ?

Só o tempo dirá.

Thursday, August 28th, 2008

A minha decepção com a história do filho pródigo

Antes de iniciar o post, uma introdução:

Lá na série de posts sobre religião que tá rolando n’A Grande Abóbora, a Fer Funchal comentou sobre o seu ódio em relação a história do filho pródigo da Bíblia. Ao ler isso, me identifiquei imediatamente, e precisei fazer esse post. Desculpa Fer por imitar sua idéia, mas foi preciso. Juro que linko o teu post sobre o filho pródigo se um dia tu escrever.

Fim da introdução.

Cursei meu primeiro grau (ou ensino fundamental) num colégio de freiras. Ou seja, aula de religião obrigatória, oração todos os dias, campanha da fraternidade, etc. Quando criança eu até gostava das aulas de religião porque era um descanso das aulas “sérias” como matemática, português e geografia (além do mais, era bem mais religiosa na época). Em geral, nas aulas tinham filmezinhos, músicas religiosas do padre Zezinho (o grande precursor do padre Marcelo), reflexões (ou seja, momento para dormir ou rezar), etc.

A maior parte das histórias que eu conheco da Bíblia eu conheci atráves desses filmezinhos que eu via na escola. Alguns eu gostei bastante até. A história das pragas que os egipcíos tiveram que aguentar era bem legal, a crucificação, a história de Dom Bosco (tá, eu sei que não tá na biblia, mas eu adorava ela), entre outras que eu nem lembro mais.

Mas teve uma que eu não gostei, e que me marcou: a história do filho pródigo.


É a imagem que apareceu no Google com a pesquisa filho+pródigo

Lembro até hoje. Um pai, dois filhos: um pródigo (sério? : P) e um bem comportado. A história começa com o filho comportado cuidando de suas ovelhinhas e tal, mas aí o filho pródigo pega todo o dinheiro e vai viajar, gastar com bebidas, mulheres, enfim, curtir a vida (irresponsavelmente). Só que óbvio que, a menos que você seja Bill Gates, um dia o dinheiro acaba. Nesse momento eu pensei: bem feito, que bonito, a Bíblia ensinando que quem é sem noção assim se dá mal ! Mas daí o filho pródigo volta pra casa como o cão arrependido (com suas orelhas fartas, o focinho caído, e o rabo entre as patas. Repete 14 vezes.). E o pai ao invés de dar uma lição de moral no cara, para minha surpresa, acolhe ele !!! Meu queijo caiu, que nem o do irmão do filho pródigo, coitadinho, perplexo, o ator que interpretou ele no filmezinho merecia no mínimo um Oscar. Daí o irmão do pródigo pergunta porque o pai foi tão legal com o mula do irmão, e o pai diz algo do tipo “temos que ajudar os que mais precisam, não os que não precisam, blá blá blá“. Decepção total. Eu sei que na real a história quis passar que o perdão é importante e tal, mas pô, nem uma puniçãozinha mínima no filho pródigo retardado? Nadinha? Ahhh, me poupem : P

Saturday, August 23rd, 2008

Brasil: a sociedade da preguiça

Para conhecer efetivamente seu país diz-se que deve-se viajar a outro. Claro, só saindo do seu meio pode-se, com muito mais clareza, através de comparações e de uma análise mais distante, perceber muitas coisas que aparentemente parecem normais, corriqueiras. Já estive duas vezes nos Estados Unidos. Descobri o verdadeiro sentido do conceito de self service : auto-atendimento em português.

Lá em todos os supermercados, os próprios clientes ensacam suas compras. No máximo o caixa o auxilia eventualmente mas geralmente é o próprio cliente que pega o leite, a batata ou o arroz e os coloca na sacola. Nos postos de gasolina também ocorre o mesmo. Nada de frentistas. Cada um, rico ou pobre, de carro usado ou novíssimo em folha, todos abastecem seus próprios veículos. Nas praças de alimentação dos shopping centers ninguém deixa seu prato e copo usados na mesa e simplesmente vão embora. Lá todos recolhem tudo, colocam os restos no lixo e deixam bandeja e pratos no local adequado. Por quê aqui não é assim?

Absurdamente muitos defendem tais práticas afirmando que essa é uma forma de gerar empregos. Seguindo essa lógica devíamos então parar de colocar o lixo nas lixeiras e espalhá-lo pela cidade. Imagina quantos empregos seriam criados para novos garis! Ou ainda: voltar um século no tempo e ao invés de usarmos o vaso sanitário, deixarmos o esgoto em cumbucas na frente das casas e exigir que funcionários da prefeitura ou alguma empresa terceirizada, assim como faziam os escravos, recolhessem tudo. Novamente milhares de empregos diretos e indiretos seriam criados. Que maravilha!

Claro que existem exceções: como os idosos ou deficientes que efetivamente necessitam de ajuda mas em geral não faz mal algum fazermos essas pequenas coisas. Pelo contrário. Provavelmente devido ao passado escravagista, segundo alguns historiadores, desprezamos trabalhos manuais, como se fosse algo vergonhoso recolhermos um prato sujo. Ao realizarmos essas pequenas tarefas facilitamos o nosso dia-a-dia e o de outras pessoas (ao disponibilizar prontamente uma mesa limpa para um próximo usuário por exemplo) e não desperdiçamos o trabalho de alguém que podia estar fazendo algo mais produtivo.

Mais sobre o assunto aqui.

Thursday, August 21st, 2008

Countdown

Daisypath Vacation Ticker

Wednesday, August 20th, 2008

Indagações Olímpicas

Vejam só, Olimpíada acontece sempre em alguma cidade, ao passo que Copa do Mundo acontece em um país inteiro, ou seja, em várias cidades. Mas isso não faz sentido para mim: Olimpíadas são VÁRIOS esportes, delegações imensas, mais países, tudo muito maior. Não devia então ser o contrário? Ou seja, Olimpíadas sediadas em um país e Copa do Mundo em uma cidade?

Monday, August 18th, 2008

Top 11 brinquedos da infância

Continuando com meus top tops porque ando sem criatividade.

Lista com meus brinquedos favoritos da infância. Idéia tirada desse post do Leite de Vaca.

1. Pense Bem: Conheci esse computador de brinquedo na casa da minha prima. Não vou explicar ele porque já foi bem explicado aqui. Mas posso dizer que foi ele (e seus livros de atividades) um dos grandes responsáveis pelo meu rol de conhecimentos inúteis adquiridos na infância (o Guia dos Curiosos do Marcelo Duarte também colaborou).


Por causa dele escolhi ciência da computação : P


Meu pai me deu na famosa Feira do Livro de Porto Alegre

2. Hero Quest: eu ADORO jogos de tabuleiro até hoje. Tive o Banco Imobiliário, War, Jogo da vida e Imagem e Ação. Também joguei muito Detetive. Mas o jogo mais legal de todos é esse semi-desconhecido Hero Quest que eu conheci por um anúncio na revista Ação Games. Mistura de RPG com jogo de tabuleiro, em Hero Quest você pode ser um anão, um bárbaro, um mago ou um elfo, e deve derrotar múmias, orcs, goblins, guerreiros do caos, gárgulas, entre outras criaturas malignas.


Jogo muito legal

3. Quebra-cabeças: Eu adoro montar quebra-cabeças, mas o máximo que eu já consegui montar foi de 750 peças. Mas ainda vou comprar um de 2000 e montar todinho nem que seja na aposentadoria.

4. Bonequinhos de Tokusatsu: Como fã de Jiraya, Jaspion, Cybercops e outros heróis japoneses, adorava esse bonequinhos. Pena que joguei tudo fora porque hoje em dia são raridades. Pelo menos consegui comprar um Fire de Winspector por 3 reais num lugar de brinquedos usado há um ano.

5. Bankuka: Uma cozinha de brinquedo em miniatura completa e colorida. Era o sonho de toda menina, e adivinhem, ganhei de natal. Descobri que é vendida por 70 reais no mercado livre hoje em dia (provavelmente mais caro do que na época que era vendida nas lojas!).


Linda né

6. Menina Flor: Uma boneca que virava um vaso de flor. Hoje em dia parece tosco, mas era super moda no final dos anos 80. Eu tenho a minha cor de laranja até hoje : D

7. Ursinhos Carinhosos: Minha tia me deu quase todos. O meu favorito era o azulzinho (com uma nuvenzinha na barriga) e o verdinho (com trevo de quatro folhas na barriguinha).

8. Lego: Eu tive vários, apesar de ser ultra caro. O meu favorito era um castelo medieval completo muito legal de montar. Sou muito mais Lego do que Playmobil (porque fã de Lego odeia Playmobil e vice-versa). Esses dias vi um Lego baseado em Indiana Jones que quase me fez gastar 100 reais pra ter.

9. Banheira da Barbie: Enquanto as amigas ricas tinham a casa, a Ferrari e o Trailer, eu tinha só uma Barbie oficial da Estrela (e uma outra do Paraguai, além de uma boneca da Xuxa na mesma escala da Barbie). Mas eu também tinha outra coisa da Barbie: a banheira. Possuia ralo, produtos de beleza, torneirinha, em suma, era perfeita. Quando eu botava água nela pra tornar a brincadadeira mais real minha mãe a-d-o-r-a-v-a a molhaçada que eu fazia no quarto.

10. Super Massa: Os mais legais eram o Salão de Beleza, onde o você podia fazer o cabelo dos bonequinhos de Super Massa crescer para depois cortar, e o Caminhão de Bombeiros.


Esse eu não tive


Esse eu tive

11. Mega Drive: Com certeza o brinquedo (se é que video game é brinquedo) que eu mais aproveitei na infância. Horas e horas de diversão eu devo a Sega.


Ave!

Saturday, August 16th, 2008

Top 7 jogos mais difíceis de todos os tempos

Nesse post do Save Game fiquei sabendo desse video (que é muito bom, assistam) sobre os 10 jogos mais difícies de todos os tempos. Desses 10, os únicos que eu já joguei foram Contra do Nintendinho (e é realmente impossível) e battletoads, mas a versão do mega drive, que é tão difícil quanto.

Isso me levou a fazer uma lista, não bem com os jogos mais difíceis, mas aqueles que eu joguei freneticamente e nunca consegui virar. Mas um dia ainda vou, nem que seja com um detonado de revista do lado. Podem observar que todos são de Mega Drive, porque foi o video game que eu mais joguei na vida.

1. Kid Chameleon: De longe, parece um jogo infantil, de uma criança que quer salvar seus amiguinhos. Falácia ! Quanto mais você joga, mais fases aparecem. Eu já tinha passado tipo um MONTE de fases e achava que tava perto do final, mas ele nunca chegava. E o jogo só ficava cada vez mais díficil. Mas agora eu já sei porque: segundo a Wikipedia, ele tem mais de 100 fases, só que cada fase tem subfases, totalizando mais de 1850 estágios.

2. Alex Kidd in the Enchanted Castle: Aquele tipo de jogo do mal: um toquezinho do inimogo e pá, tu morre. Mas igual eu resolvi encarar: não adiantou. O jogo tem só 11 fases. Eu cheguei até a nona, Rock Mountain 2. Pela Wikipedia (de novo), fiquei sabendo que na fase seguinte, To the Sky, se você caisse das plataformas, além de perder a vida, ainda voltava pra fase anterior.

3. Aliens 3: No começo eu tinha medo desse jogo, sequer jogava ele. Além dos Aliens horríveis, sangue por todo o cenário, tinha pessoas (bem pixeladas, mas não importa) agonizando presas. E você era o responável por salvar elas, munido de várias armas poderosas (mas com munição finita). O problema era que tinha tempo pra salvar essas pessoas, e esse tempo era algo como 5 minutos.

4. Eco The Dolphin: Esse jogo tinha ganhado o selo qualidade da revista Ação Games, daí óbvio que aluguei quando vi na locadora. No jogo você é um golfinho e tem que ficar resolvendo uns enigmas pra salvar seus amigos peixes de uma ameaça terrível qualquer que eu não lembro mais. Ou seja, a moral do jogo é conversar com os outros golfinhos e pegar pistas. O problema é que na época eu não sabia nada de inglês e então as dicas não adiantavam nada. Por isso eu desisti e tal. Mas uns 2 anos atrás eu joguei de novo com emuladores, já que agora meu nível de inglês é bom, mas não adiantou nada, mesmo com as dicas continuei sem passar : P

5. Olympic Gold - Barcelona 92: Já que estamos em clima de olimpíada, vamos falar desse jogos horrível. Tipo, eu parecia o Brasil competindo em Pequim, nunca ganhava nada. Tinham várias modalidades, só que sempre que eu ia bem numa, ia super mal nas demais.

6. Road Rash: Adoro esse jogo, uma corridinha de motos muito legal. No início era bem fácil, só que a medida que você ganhava e comprava motos melhores, era quase impossível manter o bicho de pé. Experimentem pilotar no Road Rash a melhor moto de todas, a Diablo: deve ser horrível, pior do que manter de pé uma Kawasaki Ninja ZX-12R. Digo deve porque eu nunca consegui comprar a Diablo, mas as que eram mais lentas já eram difíceis o suficiente.

7. Zombies ate my neighbors: O jogo é muito bom, muito viciante, mas 80 estágios mais fases de bônus conseguiram fazer eu nunca virar esse jogo.

Algumas menções honrosas: Strider 2, Altered Beast, Decap Attack, Evander Holyfield, Monaco GP, Jurassic Park, The legend of Toki.

Extra: Sagat. Eu sei que ele não é um jogo, mas personagens de games também contam.

Meu trauma com o Sagat aconteceu certa vez em que eu decidi virar Street Fighter de novo. Passei por todos os lutadores até chegar no tailandes maldito. Quando eu pulava era aquele laser/raio/whatever em cima, ou senão o uppercut dele, e quando eu me abaixava era o laser/raio/whatever abaixado. Usei todos os personagens possíveis e não o derrotei. A única explicação que eu encontro é que devia estar bugado aquele jogo porque aquele Sagat tava level mil.

Thursday, August 14th, 2008

Eu, os comics, e o Lanterna Verde

Sempre fui fã da cultura japonesa, desde criança. Dentre as muitas facetas da cultura japonesa que eu aprecio, uma delas é o mangá.

Comecei a ler quadrinhos relativamente tarde, mais ou menos aos 16 anos, com Ranma 1/2 e depois Dragon Ball (quadrinhos da Mônica, Menino Maluquinho e Disney não contam).


Provavelmente o quadrinho mais engraçado do mundo

Sempre gostei de desenhar também e quando eu tinha uns 18 anos decidi fazer um curso de desenho, mais especificamente, o curso de desenho do Daniel HDR, aqui em Porto Alegre.

Lá descobri que existiam pessoas fanáticas por comics. Tipo, num nível de fanatismo igual ao meu por mangá. Só que vendo de longe eu achava comics um lixo. Uns caras super musculosos bombados com roupas colantes e histórias com a profundidade de um pires. Tipo, não concebia que alguém com mais de 12 anos pudesse gostar daquilo.

Mesmo frequentando eventos de anime, tendo amigos fãs de anime, acabei me apaixonando justamente por um fã de comics. Mais especificamente por um fã da DC, o que piora mais ainda a situação, já que os únicos heróis de comics que eu não achava completamente toscos eram o Homem Aranha e o X-Men que são da Marvel (e só simpatizava com eles por causa dos filmes).

Claro que meu noivo sempre me sugere que eu leia comics (em contrapartida eu sugiro alguns mangás). Por causa dele tentei ler “O Reino do Amanhã” (aquele traço do Alex Ross me mostrou que de fato, existem bons desenhistas de comics, mesmo que os heróis ainda sejam desproporcionalmente super musculosos com roupas colantes) e também O Cavaleiro das Trevas.

Como eu disse, tentei ler. Isso porque essas histórias de heróis aposentados que voltam a ativa não me agradaram.

Mas teve alguns outros comics que ele me emprestou que eu acabei lendo (e gostando), como a Piada Mortal. Outro que eu gostei foi “Lanterna Verde, renascimento”.


A história do Coringa

Bom, eu acho que o grande problema dos comics é que como as histórias nunca acabam (Batman é publicado há mais de 70 anos por exemplo), fica difícil pra quem nunca acompanhou uma história pegar o bonde andando. Mas isso ainda fica mais complicado no caso de heróis como o Lanterna Verde e o Flash, justamente porque não existe um Lanterna Verde, existem vários, assim como não existe um Flash, são no mínimo uns 3 até onde eu sei, pra confundir ainda mais a cabeça da pobre newbie que decidiu ler. Pelo menos Batman, Super-Homem e Homem-Aranha tem um só de cada.

Bom, no caso do “Lanterna Verde, renascimento”, ainda tem várias outras complicações: você tem que saber um monte de coisa a priori pra ter um entendimento mínimo sobre a história. Se você não sabe quem é o Parallax, o Espectro, o Sinestro, entre outras coisinhas, você boia.


Green Lantern

Claro que pegando um Dragon Ball pela metade você também vai boiar, mas aí existe a possibilidade de comprar todas as edições do mangá e ler desde o começo (além do fato que um dia a históra vai ter um fim). Agora como vou fazer com Batman por exemplo? Vou comprar todos os quadrinhos desde 1939?

Mesmo sem saber detalhes do Lanterna Verde, nada que explicação do noivo e/ou algumas boas visitas a Wikipedia não resolvam, mas que é complicado virar fã de comics, isso é.

Apesar desses contras, recomendo a história sobre a redenção de Hal Jordan (o Lanterna Verde mais pop entre todos). O traço e as cores estão bem bonitos (mesmo pra mim que gosto de um traço mais minimalista estilo CLAMP), e a história é bastante interessante, me fez até correr atrás de Crepúsculo Esmeralda, a mini-saga que conta como Hal Jordan virou do mal.

Sunday, August 10th, 2008

Top 5 casais mais legais dos seriados

Só pra avisar, tem spoilers de The O.C, Friends e Sex and the City.

1. Summer Roberts e Seth Cohen - The 0.C: Primeiro a Summer não dava a mínima bola pro Seth, que tinha ela como paixão platônica. Depois ela se apaixonou completamente e fez de tudo pra ficar com ele, disputando com garotas do calibre de Anna Stern (inclusive se vestindo de mulher maravilha pra conquistá-lo). Na terceira temporada, ao descobrir que Seth vai aplicar pra Brown, uma das universidades mais concorridas dos EUA, ela, mesmo com poucas chances, aplica junto pra poder morar perto dele. Claro, aconteceu que ela conseguiu a vaga e ele não, mas o que importa é que mesmo com a distância que eles tiveram que superar várias vezes, no final, casaram.


Casal nerd cute


Sim, eles namoraram na vida real também

2. Kirsten e Sandy Cohen - The O.C: De novo O.C! Os dois se conheceram na faculdade. Embora tivessem muitas diferenças (ele todo engajado em política e ela meio filhinha de papai), formaram um dos casais mais legais da TV. Também passaram por vários problemas como alcoolismo, ex-namoradas(os) inoportunas(os), acidentes de carro, filho drogado, mortes, etc.


Kiki e Sandy

3. Rachel Green e Ross Geller - Friends: Depois de MUITOS problemas para começar a namorar (problemas como uma namorada chinesa e listas de prós e contras), eles finalmente iniciam o relacionamento, que só durou parte da segunda e da terceira temporada por causa da moça do xerox, álcool demais e o “we were on a break“. Mesmo assim nunca ficaram separados muito tempo, voltaram na quarta temporada por pouco tempo (ela fez a namorada do Ross na época ficar careca!), casaram bêbados em Las Vegas, etc. Mesmo com Ross casando com outra (a chatinha da Emily, e a Rachel ainda teve que assistir ao casamento), eles na última temporada finalmente se acertaram e ficaram juntos. Abaixo video com alguns momentos deles, ao som de with or without do U2, música que tocou na segunda temporada.

4. Carrie Bradshaw e John Big - Sex and the City: Embora o Big tenha feito de tudo pra não ficar com a Carrie, desde viagens para Paris, viagens para a costa oeste, casamento com outras mulheres, etc, se arrependeu e foi pra Paris tirar a escritora dos braços daquele russo milionário chatissímo.


Quando eles cairam num hotel …


e quando eles cairam dentro de um lago do Central Park. Sim, eles gostavam de cair juntos

5. Kate e James Ford (Sawyer) - Lost: Eu sei que tem o pessoal que quer que a Kate fique com o Jack, mas por favor, o Jack é muito sem sal. A Kate e o Sawyer são de longe o casal mais legal de Lost.


Eu ia botar essa foto romântica …


mas não resisti em botar essa também : P

Menção honrosa: Lynette e Tom Scavo, de Desperate Housewives.

Thursday, August 7th, 2008

Top 3 ginástica olímpica

Aproveitando o espiríto olímpico, um post de esporte.

Como eu já comentei nesse post, eu já pratiquei ginástica olímpica na Sogipa, um clube aqui de Porto Alegre famoso por mandar muitos atletas para as olimpiadas, como por exemplo, o judoca João Derly.
Só que eu era bem podre, tipo saí em menos de 6 meses porque ginástica olímpica definitivamente não era pra mim. O cavalo, as barras e toda aquela altura (mesmo com colchão embaixo) metiam um medo tremendo em mim.

Hoje em dia minha elasticidade é zero. Mas mesmo sendo uma péssima ginasta e não entender muito do esporte (nunca sei se uma atleta foi bem ou mal, salvas raras exceções), e apesar de eu saber que quase torturam as crianças pra sererm grandes ginstas (tipo, tem umas com cara de criança de 10 anos nas competições), eu acho o esporte muito bonito. Por isso, deixo aqui 3 grandes momentos da ginástica olímpica.

1. A nota dez de Nadia Comaneci (o 10 nem cabia no placar porque não tinham digitos suficientes). Notem a cara de desgosto das adversárias : P

2. O duplo twist carpado ao som de brasileirinho de Daiane dos Santos

3. A apresentação elogiada de Jade Barbosa, a esperança do Brasil em Pequim (ou Beijing)