Quando eu era criança eu gostava da Xuxa. Por isso mesmo, gostava também do tradicional programa Criança Esperança, porque era mais uma chance de ver ela, junto com outros astros infantis que eu gostava, como Sérgio Mallandro, e os trapalhões, todos em seus tempos áureos.
Falando em Xuxa, já tive a chance de ver e conversar com ela na Disney. Ela é muito querida e trata muito bem os fãs (mesmo aqueles que incomodam ela nas suas férias nos Estados Unidos : P), uma pena que não tenho fotos pra ilustrar o acontecimento.
E o Szafir é bem bonito ao vivo.
Mas voltando ao Criança Esperança, hoje em dia o programa perdeu todo o apelo pra mim, afinal, além dos astros supracitados estarem decadentes, os demais participantes são só gente tosca e sem graça, tipo os expoentes do funk carioca e do pagode como o maconheiro MC Marcinho. O programa já tá tão batido que já foi até copiado pelo Sílvio Santos com o nome de Teleton (só que o do Sílvio é uma maratona interminável, e tem a Hebe). Mas mesmo sem acompanhar, não pude deixar de notar pelos comerciais que andam passando na Globo um detalhe: como valor da doação mínima subiu.
Se há uns anos uma doação de 1 real já era sufciente, agora eles pedem no mínimo 7 reais. A inflação tá assim tão grande e eu não estou me dando conta?
Escrito nas estrelas é daqueles filmes super simpáticos que embora não seja magistral, e esteja recheado com algumas partes um pouco forçadas é muito meiguinho. É super simpático tal como Letra e música, com Hugh Grant e Drew Barrymore, por exemplo, que é um filme bobo mas muito bem feito.
A história em poucas palavras: um casal se conhece, mas ela (Kate Beckinsale) acha que não é hora para ficarem juntos. Por isso, ela escreve o telefone dela numa edição de Amor nos tempos do cólera, de Gabriel García Marquez, e vende num sebo. Ele (John Cusack) escreve o nome dele numa nota de 5 doláres e repassa. Caso eles reencontrassem esses objetos, o destino mandou eles ficarem juntos.
Destino … com senso de humor
Embora seja de um gênero previsível e ainda por cima o filme é cheio de coincidências, a forma como elas acontecem são muito legais e surpreendem.
Na falta do que postar, vou falar sobre quais são os animais mais bizarros para mim.
Na minha opinião, a disputa fica entre a girafa, a zebra e o elefante (anêmonas das profundidades abissais bizarras nao entram na disputa porque afinal, ninguém conhece esses bichos direito mesmo).
A zebra entra na disputa porque ela é listrada. Me pergunto como ela se camufla (e foge dos predadores naturais) com aquelas listras pretas e brancas ? O bizarro está em ela ter um padrão de cor tão diferente do resto da natureza e esse padrão ainda por cima ser inútil (ou é útil pra algo e eu não sei?).
Não se deixe levar por essa carinha meiga
Por sinal, vocês sabiam que as zebras são animais que não podem ser domesticados? Apesar da carinha meiga, elas não são dóceis, e portanto, não podem ser montadas tal como cavalos.
O outro animas bizarro é o elefante. Mas aparentemente as pessoas gostam deles dado que eles já foram nome de cd e de filme.
O bizarro deles está obviamente em ser um animal imenso, com um nariz imenso, orelhas imensas, uma pele dura, e um rabinho minúsculo. Além dos chifres.
Um elefante ainda mais bizarro
Mas o mais bizarro de todos na minha opinião é a girafa. Primeiro porque ela entra na mesma categoria da zebra: ela tem manchas bizarras que não ajudam na camuflagem. A girafa ainda tem uma desvantagem: enquanto o visual zebrinha e oncinha (onças também podiam entrar na lista, mas acho elas mais normais porque parecem gatos gigantes) estão sempre na moda, você nunca vê as manchinhas da girafa em bolsas e roupas. Segundo, porque ela tem uns chifrinhos que parecem anteninhas de E.T. E por último, óbvio, o pescoção totalmente fora de escala.
Muitos devem ter ouvido falar de uma recente edição especial de iPod dos Simpsons. Mas não é só a família amarela de Springfield que teve direito a um tocador da Apple só deles. Por isso, esse post vai listar algumas das edições especiais bacanas que foram lançadas em tiragens limitadissímas ao redor do globo (a maior parte no país mais legal do mundo). Não consegui decidir ainda qual eu iria comprar.
1. iPod Simpsons: Pra quem não viu ainda, essa é a edição dos Simpsons. Só 2000 vão ser lançados, nas versões: iPod Clássico de 80 ou 160 giga, iPod Nano de 4 ou 8 giga, iPod Shuffle de 1 ou 2 gigas e o iPod Touch de 8, 16 ou 32 giga. Têm ainda com o Bart andando de Skate, entre outros.
2. iPod U2: Para os fãs de rock, mais especificamente de U2, saiu essa versão muito legal preto com a rodinha vermelha, além da assinatura de todos os integrantes da banda do Bono Vox no verso do aparelho.
3. iPod Evangelion: Eu como fã desse anime fiquei louca por ter esse. Um iPod com o símbolo da Nerv no verso e nos fundos das telas. Os otakus devem ter ficado loucos pra comprar no Japão.
4. iPod Hello Kitty: Para os aficcionados pela gatinha sem boca mais famosa do mundo. Custava mais de 2000 doláres no Japão.
5. iPod Doraemon: Doraemon é um anime que fazia um baita sucesso no Japão. Todo japonês conhece o Doraemon, que é um gatinho robô até onde eu sei.
6. iPod Mickey Mouse: Muito lindo. O ratinho (ou camundongo) mais famoso do mundo estampado num iPod. Ainda vinha com um case muito legal. Só 500 iPods com o personagem de Walt Disney foram fabricados.
8. iPod Snoopy: O cachorro de Charlie Brown e Woodstock no verso do iPod, numa caixinha muito legal. Bem que podiam ter lançado com o Linus esperando pela grande abóbora também.
Bom, devem ter outras edições especiais, mas foram essas que eu consegui encontrar pela Internet. Se vocês conhecerem outras mandem que eu acrescento na lista.
Todo mundo tá falando do Batman, mas como sou do contra, vou falar sobre Viagem ao centro da Terra, que eu assisti hoje.
Sempre que eu vejo um poster com o Brendan Fraser, eu sei que o filme é bom. A múmia, Endiabrado e Monkey Bone são alguns exemplos. Claro, às vezes ele faz uns filmezinhos mais sérios tipo Crash só pra tentar provar que ele é um ator versátil, que nem a Meg Ryan fez quando aceitou encenar um filme com cenas de sexo só pra mostrar que ela não faz apenas comédia romântica, ou que nem o Bruce Willys quando interpretou o psicólogo aquele em O sexto sentido ao invés de algum policial durão em algum filme de ação.
Monkey Bone: humor bizarro e dark dos bons
Quando fiquei sabendo do lançamento de Viagem ao centro da Terra, uma adaptação de um livro de Júlio Verne com Brendan Fraser, fiquei empolgada já que filmes de humor ou aventura com o Brendan Fraser não tem como serem ruins.
Ledo engano. Filmes de aventura dos dias de hoje já não são mais a mesma coisa. Não adianta, nenhum chega aos pés de um A história sem fim, por exemplo. Tive esperança que esse fosse bom e me decepcionei, que nem me decepcionei com A lenda do tesouro perdido, com Nicolas Cage.
E na minha opinião, o grande responsável pela queda de qualidade nos filmes de aventura são os efeitos especiais.
Vejam por exemplo o caso do Viagem ao centro da Terra. Eu sei que o filme foi feito pra ser visto com aqueles óculos 3D e tal. Mas mesmo assim, aqueles efeitos especiais são muito artificiais. Aquele dinossauro consegue ser mais falso do que os dinossauros de Jurassic Park, filme de 1993. Ou seja, mesmo com 15 anos de diferença (o que é uma eternidade em se tratando de informática), os dinossauros ficaram mais falsos, ao invés de melhorarem.
O próprio caso do Indiana Jones e o Templo da caveira de cristal também cai na categoria efeitos-especiais-atualmente-só-avacalham-os-filmes. Eu achei o filme MUITO legal, o roteiro muito bem escrito, uma verdadeira aventura dos tempos clássicos. Mas os efeitos especiais FAKES e TOSCOS avacalharam umas cenas. A cena com os insetos ficou péssima, o Mutt andando de cipó ficou podre, e a geladeira voadora pior ainda.
Antes, saber que um filme tinha muitos efeitos era qualidade, agora, pra mim é defeito.
A Gisele do Diva Diz e do Blog na TV publicou uma listinha bem interessante com alguns bons blogs escritos por garotas. Muitos eu conhecia, muitos eu desconhecia (e de tão bons passei a assinar o feed). Eu já tava procurando pela Internet por uma lista assim, e finalmente alguém se deu ao trabalho de publicar. Parabéns pra Gi.
menina que joga: Acho que o único blog especializado em games escrito por uma garota. Muito bom, embora pouco atualizado.
Gisele H: O blog tem um monte de posts muito legais e interessantes que valem assinar o feed.
nerd nas horas vagas: O título do blog não é totalmente verdadeiro. A Larissa parece do tipo que é nerd nas horas vagas e em todas as outras também ; )
Graças a Internet, mais especificamente ao Youtube, o choque que Lasier Martins ficou conhecido nacionalmente. Devido a horda de desocupados, várias versões do choque foram criadas. Cada pessoa tem a sua favorita. A minha é a do Rayden do Mortal Kombat. O fatality e o flawless victory ficaram ótimos.
Mas existe uma versão que eu não gosto. Quer dizer, não é que eu não goste, mas é que como fã purista de tokusatsu (fãs puristas odeiam Power Ranger porque é americanizado), me desagrada um grave erro que ela tem. Vou explicar.
Existe uma versão conhecida como Gyodai dando choque no Lasier. O erro grave está que ela nos leva a pensar que Gyodai dá choques pelo olho da boca, o que não é verdade. Depois que um monstro é derrotado com a Power Bazooka dos Changeman (Changeman são heróis japoneses dos anos 80), Gyodai surge e com o seu laser que sai pelo olho da boca, ele não só ressucita o monstro dado como morto, mas também o aumenta, ou seja, deixa ele gigante. Quando isso acontecia, só restava aos Changeman usar seu robô gigante para exterminar o monstro de uma vez por todas.
Logo, o que deveria acontecer no vídeo é o Lasier ficar GIGANTESCO, e não eletrocutado.
Abaixo a versão com Gyodai dando o choque no Lasier, e a versão de Gyodai aumentando um monstro do seriado.
O dia mais esperado do ano, ou seja, o meu aniversário, foi dia 2 de julho. Dado que eu tinha uma prova importantíssima no dia seguinte, nem pude fazer uma festa. Mas como fui bem na prova, valeu a pena ter estudado.
Apesar de não ter tido festinha, ganhei vários presentes que me deixaram muuuuito feliz. E como sou toda orgulhosa, vou mostrar aqui:
Da minha mãe e do meu pai, ganhei o que eu tinha pedido: um roupão para se secar após o banho. E não é qualquer um. É da M. Martan. Pra quem não conhece a marca, é uma loja fina de cama, mesa e banho. Aqui em Porto Alegre, por exemplo, a loja fica no Shopping Moinhos.
Do meu amigo Kero, ganhei uma caixa do meu bombom favorito, o Ferrero Rocher. Claro que comi todos no mesmo dia.
foto da caixa (os chocolates já tinham sido consumidos)
Do meu irmão, ganhei essa miniatura da Lisa Simpson. Segundo ele, porque eu sou sua irmazinha caçula inteligente.
Atrás, meu Linus, que eu ganhei do meu noivo faz um tempinho : )
E por fim, do meu namorado, ganhei a quarta e última temporada do seriado adolescente mais legal de todos os tempos: The O.C. O segundo seriado que eu completo a coleção de DVDs!
Um dos meus filmes favoritos de todos os tempos é A história sem fim. Um clássico de aventura dos anos 80. Tão clássico que é até citado em músicas. Por exemplo, na música Shakin’ da banda californiana Rooney (essa música também toca num episódio do seriado The O.C). Esse filme também é quase sempre citado em listas de melhores filmes de fantasia, junto com filmes com o calibre de O senhor dos Anéis.
Falcon, a criatura voadora do filme. Ele só perde em meiguice para o gato de botas de Shrek 2
Falcon de novo, numa aparição especial em Family Guy
Tem uma cena em História sem fim que muito me marcou. Nessa cena, Atreyu (o herói junto com Bastian) e seu cavalo devem atravessar um pântano. Mas esse pântano tem uma peculiaridade: se você tiver pensamentos ruins como medo, você afunda e morre.
Atreyu e seu cavalo
Atreyu consegue atravessar o pântano. Mas seu cavalo não consegue, e afunda.
Essa cena contando desse jeito, parece simples, mas ela é super-ultra-mega-chocante. Tipo, eu ficava muito impressionada quando assistia ela. Só que eu achava que era porque eu sou meio medrosa e tal.
Mas após escutar o NerdCast sobre traumas de infância, descobri que o Jovem Nerd também se traumatizou com essa cena. Depois, falei com uma amiga, e ela também relembrou dessa cena como um trauma de infância.
Nerdcast!!!
Daí fui procurar essa cena no Youtube. E não é que achei.
Vejam, o cara que postou o vídeo disse que é a melhor cena do filme. Que cara do mal.
Esse é um dos comentários que tem no link desse video, o qual concordo plenamente:
I was about 7 when i saw this clip, and a MASSIVE horse fan ( still am! ) aand i cryed everytime i saw this.<
Esse comentário é ótimo:
Forget schindlers list, the end of terminator 2, the green mile, American History X, etc etc this sad scene pwns them all!!!!
O pior foi que com outros comentários descobri que parece que o cavalo de fato morreu mesmo nas filmagens da cena. Será que isso é verdade?
De qualquer forma, fica evidente que essa cena foi mal dimensionada para seu público alvo uma vez que traumatizou uma grande quantidade de crianças. O diretor desse filme deveria ser processado : P
E você ? Se lembra desse filme ? Tem algum outro trauma de infância ?
Quando eu era criança, eu até curtia a moranguinho, a barbie, bonecas em geral, mas não adiantava, o que eu curtia mesmo eram seriados japoneses de heróis. E dentre todos eles, o meu favorito era Jiraya, o incrível ninja.
O seriado, basicamente, falava sobre um ninja que defendia a paz da Terra. O protagonista era Toha Yamashi, a forma civil de Jiraya. Abaixo uma foto com o Jiraya, seu irmão menor Manabu, sua irmã e o seu mestre (e pai adotivo), Tetsuzan Yamashi.
A familia unida
Toha (o Jiraya) e Dólar, seu cachorro
Eu tinha entre 7 e 9 anos enquanto ele passou no Brasil. Eu era tão fã, que no meu aniversário de 8 anos pedi de presente uma fantasia de Jiraya tosca mas que para crianças era super realística. Minha mãe me levou na loja de brinquedos (a falecida Superfestas, lugar de brinquedo, lugar de criança) e lá, descubro que além da fantasia, tinha pra vender uma espada olímpica de plástico com bainha e tudo. Dúvida cruel: peço a fantasia ou a espada? Minha mãe vendo a minha cara de indecisão (eu já era indecisa desde aquele tempo) resolve me dar os dois. Êxtase total.
Meu irmão com a fantasia e a espada olímpica
Além desses brinquedos, eu também tinha o disco do Jiraya. Tenho até uma fita VHS do meu aniversário de 7 anos no qual eu danço a música de abertura.
Capa do disco
Contracapa
Disco e encarte
Então, num evento chamado Anime World, organizado em Porto Alegre em Julho, um dos convidados especiais foi Takumi Tsutsui, nada menos do que o ator que interpretava Jiraya no seriado ! Apesar de eu estar meio enjoada de eventos de anime (acho que já fui em mais de 10), óbvio que fui lá.
E não é que consigo apertar a mão e tirar uma foto com o herói da minha infância mais ou menos 15 anos depois do seriado ter terminado no Brasil !? Emoção total !!! Pena que meu japonês ainda é insuficiente pra bater um papo ! E pena que não tive a idéia de levar meu disco pra ele autografar. Mas mesmo assim , um sonho de infância realizado !
Takumi Tsutsui, o Jiraya, e o loiro é Akira Kushida, cantor da abertura e encerramento do seriado em japonês
Pela foto, dá pra ver que Takumi mesmo aos 47 anos tá super novo !
Valeu Anime World por trazerem eles pra Porto Alegre !
Ainda tive a chance de conversar com o Ricardo Cruz, cantor brasileiro de anisongs que é pura simpatia. Graças a conversa, descobri que o ator que fazia o Jaspion, hoje em dia, mora em Okinawa e é professor de mergulho. Na minha viagem pro Japão que eu vou fazer um dia, vou tentar incluir umas aulas de mergulho : P
Pra terminar esse post, fiquem com a abertura em português do seriado.