bitpop

Sunday, June 29th, 2008

Inveja do Roberto Justus

Esse cara nasceu virado pra lua. Só pode ser isso. Além de ser super rico (mas isto é mérito dele, não é sorte), poder dizer “você está despedido” e chinelear quase todo mundo no programa “O aprendiz”, ele esteve no mesmo elevador que os Beatles !!! Isso mesmo, ele estava em Paris na mesma época e no mesmo hotel que os Beatles estavam hospedados. Assim, com 9 anos de idade ele teve a sorte e entrar no mesmo elevador que Paul McCartney, John Lennon e George Harrison (o Ringo não estava junto).

É muita sorte num cara só.

Thursday, June 26th, 2008

Club Social sabor queijo

E aí já provaram? Eu provei e atesto: muito bom, o melhor sabor depois do tradicional. Tem um gosto que lembra vagamente o Bon Gouter. Pra quem não sabe ou não lembra do Bon Gouter, ele é aquele salgadinho que você oferece quando não tem os ingredientes pra fazer um picadinho pras visitas, mas também não quer ser chinelão e oferecer isopores como Cheetos ou pior ainda, Miliopã, o ápice da chinelagem.

Quem fabrica o Bon Gouter e a Club Social é a Kraft, logo não é de se estranhar que tenham sabores similares.

Por sinal, fiquei 23 anos da minha vida pronunciando o nome Bon Gouter errado, até que finalmente fui corrigida. Bom, nunca é tarde para aprender.

Quanto aos outros sabores: peito de peru, ervas finas, integral e pizza, são uma droga.

Thursday, June 19th, 2008

Comercial de perfume com Marília Gabriela

Esse comercial já tá faz um tempo no ar, mas ele é tão bom e tão simples que merece ser comentado aqui.

Basicamente, pegaram uma personalidade famosa conhecida pela sua segurança, no caso, Marilia Gabriela, entrevistando um cara misterioso de forma totalmente desconcertada. O comercial nos leva a pensar que o desconcerto dela é por causa da personalidade secreta que ela está entrevistando, mas pra surpresa de todos, na verdade, é por culpa do perfume que ele está usando, no caso, o Zaad do Boticário. O slogan então é mostrado: “Deixe até as mulheres mais seguras inseguras”. Muito bom!

Assistam:

Tuesday, June 17th, 2008

Viva o fim das carroças !!!

Uma das coisas que eu odeio são essas carroças que catam lixo. Não sei se em outras grandes cidades como São Paulo e Rio de Janeiro tem, mas Porto Alegre é tomada por essa praga. Existem dezenas de razões pra não gostar delas e vou citar seis motivos:

1. As carroças atrapalham o trânsito, e podem inclusive causar acidentes (especialmente a noite, já que não são iluminadas)

2. Os cavalos, em geral, são maltratados. Já vi um cavalo com as costelas aparecendo de tão magro. Parecia um cavalo somaliano.

3. Os cavalos defecam na rua. E nunca vi um carroceiro juntar. Por causa disso algumas ruas fedem.

4. Alguns carroceiros rasgam o lixo e deixam tudo espalhado causando mais sujeira.

5. Alguns carroceiros ficam mexendo com as mulheres da rua.

6. As carroças enfeiam a cidade e dão um ar totalmente terceiro mundista que afasta turistas.

Além de tudo isso, alguns assaltam. Há alguns anos, meu apartamento foi assaltado. Levaram meu pc (e todo o meu hd cheio de arquivos), o dvd player e um rádio. Segundo meus vizinhos testemunhas, os objetos roubados da minha casa foram colocados dentro de adivinhem, uma carroça !!! Já ouvi umas lendas urbanas que dizem que já foram encontrados até cadáveres dentro.

Mas esse post não é só pra reclamar das carroças, é pra comemorar. Finalmente aprovaram em Porto Alegre uma lei que proibe essas pragas !!! Claro, vai ser aos poucos ( oito anos no total para o fim delas), mas é um grande avanço. Imaginei que os donos dessas joças movidas a tração animal iriam fazer muito protesto e seria quase impossível que uma lei proibindo fosse aprovada, mas felizmente, não adiantou protestar. Queria descobrir quem foi o vereador que propôs essa lei pra eu votar sempre nele.

Agora só falta acabarem com a outra grande praga de Porto Alegre: o passe livre. O passe livre consiste de um dia no mês no qual o transporte coletivo da cidade é gratuíto. Adivinhem o que acontece ? Os ônibus enchem de maluqueiro, assaltante, marginal e chinelagem. Impossível pegar coletivo nesses dias.

Sunday, June 15th, 2008

O novo filme de Shyamalan e os microfones “ocultos”

Assisti ao último filme de M. Night Shyamalan (o M é de Manoj pra quem teve essa curiosidade como eu), Fim dos Tempos. Sempre fui bastante fã do diretor (ok, sempre não, desde o Sexto sentido, como todo mundo). Corpo Fechado e Sinais são ótimos, e a prova de que o diretor indiano é muito mais do que “apenas” o diretor do filme da criança que vê pessoas mortas.

Dele, só não gostei de “A vila”: é uma lenga lenga sem fim, o final super-estimado é uma droga, e aquela cega é a cega que mais enxerga no mundo. O kid do Hoje é um bom dia fez a melhor crítica de todos os tempos sobre esse filme, que ele define magistralmente como: uma comédia romântica européia dos anos 70, filmada toda em câmera lenta, que alguém alugou antes de você e gravou de sacanagem, por cima da fita, três ou quatro imagens de monstros. Leiam e divirtam-se.


Personagem de A Vila com a capa de chuva igual a do pessoal que olha as cataratas do barril no desenho pica-pau

Ah sim, quanto a Dama na água, eu não assisti ainda, portanto não tecerei críticas a respeito.

Voltando a falar sobre Fim dos Tempos, no filme, as pessoas do nordeste dos Estados Unidos começam a ser atingidas por algo que as leva a cometer suicídio. O diretor aproveita isso para mostrar várias cenas chocantes e surreais muito bem executadas como a cena das pessoas enforcadas na árvore ou a cena do cara que se deita pra ser triturado por aquela coisa que parece um cortador de grama gigante.

Gostei bastante, hisória legal e vários momentos de muita tensão, apesar de algumas cenas desnecessárias e meio mal feitas tipo aquela do leão comendo o cara sendo exibida através de um aparelho que parecia um iPod Touch.

Mas pior do que essa cena foi a falta de cuidado da produção do filme em relação aos microfones. Tipo, aparecia o tempo todo o microfone que gravava a voz dos atores lá no alto da tela. Reparem só. Chegou um ponto que eu comecei a achar que os microfones faziam parte do filme, e que no final haveria uma explicação pra eles.


Os quatro persongens principais do filme: Mark Whalberg, a guriazinha que eu não sei o nome, Zooey Deschanel e o microfone, que por acaso não aparece nessa cena

Era tanto microfone que cheguei a me lembrar do clássico episódio do Chapolin conhecido como “Os documentos confidenciais”, no qual existem microfones ocultos por todo o cenário, e Chapolin Colorado deve achar eles. Nisso ele encontra um microfone até dentro de uma banana. No final temos a fantástica cena no qual polegar vermelho come os documentos confidenciais que estavam dentro de um bolo (ele com um pedaço do documento na língua é engraçadissímo). Pra quem não lembra do episódio assista aqui.

Eu li numa crítica da Isabela Boscov, a responsável pelas parte de cinema da revista Veja que o grande problema do diretor da terra de Dhalsim é que lhe falta humildade, no sentido de que não aceita que ninguém o ajude na direção, roteiro e produção (sim, eles faz essas três tarefas sozinho). Em suma, que ele tenta fazer tudo sozinho, e a falta de uma segunda opinião faz ele cometer alguns errinhos bobos de execução em seus filmes. Bom, depois de tantos microfones aparecendo, pode até ser que isso seja verdade.

Friday, June 13th, 2008

Arremeter o avião

Uma coisa que eu adoro é andar de avião. Não pela viagem em si … mas é que em geral eu viajo de avião pra sair de férias, fazer coisas legais. Óbvio que meu cérebro em algum nível fez essa associação de avião = coisa legal.

Além disso tem a comida do avião. Sou uma das poucas pessoas do mundo que acha super gostosa (quando não é só amendoim ou barra de cereal).


Bem boazinha até

Ou talvez não seja nada disso. Na realidade sempre achei o máximo aviões, mesmo antes de viajar num pela primeira vez. Sempre foi meio impressionante pra mim aquela coisa pesadona voando. Tanto que quando eu era criança sonhava em ser comissária de vôo. Na realidade esse desejo de ser ser aeromoça foi até a minha adolescência. Tanto que cheguei a consultar cursos para comissários de bordo, salários , etc. Mas aconteceu que eu segui o rumo da ciência da computação que é muito mais legal : D

Bom, então como deu pra ver, aviões sempre me fascinaram. Nunca senti medo de viajar num. As estatísticas provam que é um meio de transporte muito seguro.

Entretanto, quando voltei da minha segunda viagem para o Rio de Janeiro agora em Abril, senti um friozinho na barriga. Eis a história da grande epopéia.

Minha companhia aérea era a TAM. Na minha opinião, a melhor companhia aérea do Brasil, e que no passado era a mais chique, mas por causa de rivais econômicas como a Gol, tem ficado cada vez mais popular (nem o tapete vermelho tem mais). O meu avião decolou do Rio indo para Porto Alegre, com escala em Santa Catarina. Quando o avião subiu, o piloto logo avisa: estão previstos muitas turbulências nesse vôo. Para segurança da tripulação, não será servido lanche. Na hora já me revoltei, mas ok, nem tava com tanta fome assim.

O vôo segue tranquilamente, com pouca turbulência. Isso até pouco antes de descer em Porto Alegre. Um monte de nuvens e neblina, mas igual o avião se prepara pra descer. Ele vai perdendo altitude, perdendo velocidade, até que as turbinas fazem um barulho enorme, o avião embica pra cima, e começa a subir de novo. A primeira vez que presencio um avião arremeter. Na teoria é um procedimento seguro, mas na prática é bastante emocionante por assim dizer. Pessoas meio assustadas no avião e tal ( porque nessas horas todo mundo lembra do grande problema da TAM: grande parte do acidentes aéreos brasileiros aconteceram com essa companhia).

O avião então começa a sobrevoar por Porto Alegre. O piloto avisa que vai esperar uma nova autorização para tentar pousar de novo. Ele vai lá tentar de novo e adivinhem? Outra arremetida.


TAM

O comandante alerta que vai esperar por condições climáticas melhores. E por causa disso vai pousar no aeroporto de Curitiba, pois o de Florianópolis estava com neblina também.

Nisso, a viagem que era pra durar 2 horas durou 8 (porque ainda houve uma espera em Curitiba).

Quem precisa de greve dos aeroportos quando já temos os problemas climáticos?

De qualquer forma, antes um atraso de 8 horas do que um avião espatifado no chão.

Wednesday, June 11th, 2008

Outros “sabores” de Pepsi

Vi numa revistinha da Pepsi que veio junto com a útima Super Interessante (aquela com a capa do Indiana Jones). Sabores de Pepsi bizarros que existem ao redor do mundo. Depois de ve-las, aquelas misturas insólitas de Fanta Laranja com Teen que eu fazia quando era criança pra ver como ficava até parecem saborosas.

Eis a lista:

Pepsi Cappucino: Vendida na Ásia, America central e Europa. Pepsi com café, para aqueles que não querem dormir mesmo. Chamada de Pepsi Tarik na Malásia e Pepsi Caffechino na terra de Apu Nahasapeemapetilon.

Pepsi Ice: Vendida na Ásia e México. É igualzinha a aquele guaraná ice vendido por aqui e que era muito bom. Essa eu até queria provar.

Pepsi Vanilla: Vendida na América do Norte. Pepsi mais docinha, será que fica bom ? Experimentarei em breve.

Pepsi X: Tem nos EUA e aqui também. Pior que nunca provei. Na realidade, eu nem sabia de que era feita, mas agora já sei, é uma Pepsi com guaraná(!) e uma dose extra de cafeína. E ainda por cima tem vitaminas.

Pepsi Samba: Vendida na Austrália. Tem manga e tamarindo (mas não parece suco de laranja e não tem gosto de limão).

Pepsi Blue: Vendida no méxico e Indonésia. Sabor de framboesa e algo chamado mirtilo. Tem cor azul. Qualquer alimento de cor azul é ruim e não pode ser diferente com esse.

Pepsi Ice Cucumber: Vendida adivinhem aonde ? Terra das coisas bizarras: Japão. Tem cor de Sprite e gosto de pepino, eca. Mas é do japão, então deve ser bom.

Pepsi Wild Cherry: Vendido nos EUA. É a cópia da famosa cherry coke, mas mais selvagem. Não entendeu? Nem eu.

Pepsi Fire: Vendido na Ásia e no México. Tem canela e um gostinho picante.

Pepsi Red: Imaginem uma coisa bizarra, tipo a Pepsi ficando vermelha. Aonde isso poderia estar sendo vendido? No Japão é claro ! Tem gengibre e também é picante. Depois dessa só falta Coca azul.

E tem ainda a Pepsi Gold, que parece cerveja.

Monday, June 9th, 2008

Malditas promoções de criar frases

Eu leio a Zero Hora quase todo dia (quando não acordo atrasada). Tomo meu café da manhã sempre lendo. E a minha parte favorita do jornal é o Segundo Caderno. Pra quem não é do Rio Grande do Sul e não sabe, é o caderno da Zero Hora referente as informações culturais como shows, filmes, críticas músicais, etc.

Na contracapa do Segundo Caderno, temos uma seção escrita por uma jornalista chamado Roger Lerina. Diria que é a parte mais legal do jornal. Nela tinha uma promoção referente ao filme Sex and The City.

Pra quem não sabe, eu sou ultra mega super fã da série de Carrie e companhia. É o único seriado que eu tenho todas as temporadas em DVD originais (se bem que em breve completo The O.C). Pois então, em sua seção, Roger Lerina anunciou uma promoção, no qual os vencedores ganhariam como prêmio ir ao cinema ver a pré-estréia do filme, sendo buscada em casa de Mercedez com motorista (e não é eufemismo para ônibus, é o carro mesmo : P) e ainda por cima, ganharia uma noite no hotel Sheraton, o hotel mais chique, caro e poderoso de Porto Alegre. Hotel que sempre hospeda os famosos que vem para POA como Avril Lavigne, Amy Lee, etc.

Aqui um printscreen da coluna do Roger falando sobre a promoção:

Notem que eu só precisava responder de maneira criativa a frase: Por que você merece ser tratada como uma diva? Aí começou o primeiro problema: eu nunca ganhei nenhuma promoção que tivesse que inventar frase. Na realidade, eu nunca ganhei promoção nenhuma. Mas eu estava determinada a ganhar. Fui tomar um banho e começei um autobrainstorm, pensando em todas as frases possíveis. Notei que a busca exaustiva não funcionava, e comecei a usar algumas heurísticas. Eu já tinha umas 5 frases que eu considerava boas. Pensei até em mandar mais de uma frase, bastava eu mandar no nome de alguma amiga (como o prêmio é com acompanhante, certo que eu iria ir junto). Mas dai usei meu pouco aguçado processo decisório e consegui escolher uma frase só. A frase pefeita.

Pá, fui no site da Zero Hora e mandei. Ai hoje fui lá conferir pra ver se eu tinha ganhado. O legal da Zero Hora e que eles publicam as frases vencedoras, pra tu ter a possibilidade de ver como as outras pessoas são mais criativas.

E adivinhem o resultado?

* Que rufem os tambores *

Perdi, óbvio. Como disse, essas promoções são impossíveis de ganhar.

Saturday, June 7th, 2008

Meme do primeiro cd

Como o blog anda as moscas porque eu estou meio ocupada com o fim do semestre, um memezinho pra animar o dia.

Foi copiado d’A grande abobora, que copiou do marco aurélio que copiou da fer (ufa, acabou).

A idéia é entrar nesse site pra descobrir o nome da sua banda. Pelo visto, minha banda é daquelas com nomes ultra longos tipo Death From Above 1979. O nome randomicamente escolhido foi: DDR-Oberliga 1982-83

Só não gostei do 1982-83, por isso adaptei e minha banda virou DDR-Oberliga 1982.

Já pra descobrir o nome do primeiro cd, é só entrar nesse site e pegar as 4 últimas palavras da última frase. O nome pra mim ficou: “The pain goes away“. Meio emo, mas tá valendo : P

Para decidir a capa, é só pegar a terceira imagem desse link. Essa foi a minha.

Meiguinha né ? Capas com bebês quase sempre ficam legais, tipo o Nevermind do Nirvana, que nas pesquisas de melhor capa de cd/disco sempre fica nas primeiras posições junto com Sargent Pepper’s Lonely Hearts Club Band dos Beatles.

Por sinal, vocês viram que tem um iPod velhão lá no fundo dessa imagem? Altas mensagens subliminares : P

PS: Please, não reparem muito nas fontes e no posicionamento delas (porque ficou bagaceiríssimo), é que eu sou péssima editando imagens e só tenho o paint como ferramenta (e o Gimp, mas eu não sei usar direito mesmo) : P