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Thursday, March 20th, 2008

Cds e bandas que eu gosto: The Fratellis

Comecei a reparar que esse blog não fala muito sobre um dos meus maiores hobbies: escutar música. Acho que não falo justamente por não achar minha opinião realmente abalizada pra falar desse assunto (mas até que é com assuntos como anime e computação). De qualquer forma, vou começar a falar mais sobre algumas bandas e cds que eu sou bastante fã, pra poder encher quem eu admiro no mundo da música de elogios (como já fiz com Beatles em mil posts e Franz Ferdinand).

Uma dessas bandar é The Fratellis. É um trio escocês, com um estilo de música muito legal, com guitarrinhas animadissímas, bateria marcante, letras meigas, inspiradas e inteligentes. Tudo que eu posso querer numa banda. E o melhor: é daquelas que se gosta de primeira, e nas audições seguintes só fica melhor.

fratellis

Essa é a capa do único cd lançado até agora pelo grupo. Adorei, capas com visual retrô quase sempre me agradam.

Aqui a tracklist. Os destaques desse cd pra mim estão em negrito:

1. Henrietta
2. Flathead

3. Cuntry Boys & City Girls
4. Whistle for the Choir (a melhor do cd)
5. Chelsea Dagger
6. For the Girl
7. Doginabag
8. Creepin Up the Backstairs
9. Vince the Loveable Stoner
10. Everyboby Knows You Cried Last Night
11. Baby Fratelli
12. Got Ma Nuts from a Hippy
13. Ole Black ‘N’ Blue Eyes

E pra terminar, o clipe de Flathead.

Wednesday, March 19th, 2008

Naruto, o anime super hype

Antes de tudo: não sou fã de Naruto. Antes de virar esse fenômeno que é atualmente (ficou forte quando além do Cartoon Network, o SBT começou a transmitir), cheguei a assistir a uns 4 episódios, mas não fez muito meu tipo. Talvez porque eu já vi tantos animes que tudo ficou muito parecido. Dos super comentados de atualmente, na minha opinião, só Death Note merece ser aclamado como é.

No Japão, Naruto, que já tem quase 300 episódios (e isso é muita coisa), e faz um tempinho, iniciou uma nova fase, conhecida como Naruto Shippuden. Nessa fase, Naruto está não é mais um criança, é um jovem.

Naruto parece estar seguindo os mesmos moldes de outro sucesso mundial: Dragon Ball. Pra quem não sabe, Dragon Ball foi dividido em 3 fases: na primeira fase (conhecida como Dragon Ball), são narradas as aventuras do guerreiro Goku, mas ainda como uma criança. Na segunda fase (conhecida como Dragon Ball Z), Goku está crescido, e tem um filho, Gohan. A terceira fase, Dragon Ball GT, não importa, porque é chata mesmo.

anime
Naruto crescidinho na nova fase

O interessante é justamente que Dragon Ball é um anime bastante diferente de Dragon Ball Z, apesar de ter quase os mesmos personagens. Dragon Ball focava mais no humor escrachado. Dragon Ball Z em lutas épicas. Acontece muito de pessoas gostarem de Dragon Ball e não gostarem de Dragon Ball Z, e vice-versa. Eu particularmente gosto das duas fases.

Hoje, fui numa palestra com Keisuke Iwata. Ele é o produtor de animes como Pokemon, Evangelion, Love Hina e Naruto. Nessa palestra tivemos a oportunidade de assistir partes de Naruto que ainda não foram transmitidas no Brasil. Dentre essas cenas, tinha várias de Naruto Shippuden. Como disse não sou fã, mas achei interessante: as lutas pareceram bem mais legais do que as de Naruto ainda como criança. Fiquei com a impressão, que talvez a fase Shippuden seja um grande rompimento no estilo do anime, tal como aconteceu com Dragon Ball, e que essa nova fase seja boazinha.

Por sinal, nessa palestra, a maior parte do público era composto de pessoas mais velhas, realmente fãs de anime, interessados em saber de alguns detalhes da produção de animação no Japão. Entretanto, tinha algumas crianças, que devem ter ido justamente por serem fãs de Naruto. Houve uma parte da palestra dedicada a perguntas dos fãs. E essas crianças resolveram fazer perguntas também. Só que elas, pelo que deu a entender, acharam que o cara era o autor de Naruto (Masashi Kishimoto), e não produtor do anime. Logo começaram a bombardear o Keisuke Iwata com perguntas totalmente sem noção como: o Naruto vai ter um filho? O Naruto vai ser o maior ninja de todos os tempos? Como surgiu a idéia de Naruto ter preso dentro dele uma raposa de nove caudas? Pior ainda foram as perguntas que o cara nunca iria saber responder como: Quando vão lançar os DVDs de Naruto no Brasil? (OBS: Eles já foram lançados). Só não senti vergonha alheia porque eram crianças.

Pelo menos nenhuma delas estava usando a famosa bandana, nem gritando DatteBayo : P

Monday, March 17th, 2008

Death Note – O anime definitivo

Death Note é o anime que todos deveriam ver, os fãs de animação japonesa por este ser uma obra prima, e os não fãs para verem que anime pode ser muito mais do que a violência de Dragon Ball Z ou as aventuras de Naruto. Death Note tem um roteiro simplesmente sensacional, que surpreende mesmo os mais calejados no gênero investigação.

Raito é um estudante exemplar que encontra casualmente um caderno preto no chão com as inscrições Death Note na capa. Dentro do caderno existem instruções em inglês. Elas dizem mais ou menos o seguinte: se o nome de uma pessoa for escrito nesse caderno, ela morrerá em alguns minutos. Caso a causa da morte não seja especificada, ela morrerá de ataque cardíaco. O dono do Death Note deve ter em mente o rosto da pessoa que ele deseja matar, para assim, não morrer uma pessoa com nome igual acidentalmente.

Raito, cético, inicialmente acha tudo uma bobagem, mas mesmo assim testa o caderninho num grupo de arruaceiros. Ao perceber que o negócio funciona, inicia uma limpa na sociedade. Para ser mais efetivo, ele assiste noticiários policiais para assim saber os nomes e rostos de assassinos para então escrever seus nomes e assassina-los.

death note
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Ainda no primeiro episódio, Ryuuku aparece para Raito, Ryuuku é um shinigami (espírito da morte). Ele conta para Raito que estava entediado no seu mundo, e que por isso que jogou o Death Note no mundo dos humanos: para se divertir. Ryuuku explica que colocou as instruções no caderno em inglês justamente por ser a língua mais universal.

O anime acaba lançando algumas discussões: é certo o que Raito faz? As intenções dele são nobres, mas ele pode julgar quem merece morrer e quem merece viver?

Raito faz questão de ficar famoso, por isso deixa que todas as suas vítimas morram de ataque do coração, assim logo alguém desconfiará que tudo o que está acontecendo não pode ser mera coincidência. O que de fato ocorre. Rapidamente Raito se torna uma lenda urbana no Japão. As pessoas começam a ser referir a ele pelo pseudônimo de Kira (a pronúnica japonesa de Killer). Surgem vários sites na internet de admiração por Kira. Raito logo percebe a hipocrisia da sociedade: mesmo que todos achem errado matar como ele faz, no anonimato da internet, ele é admirado.

Mas logo os problemas de Raito surgem. Um investigador com o codinome de L resolve que vai acabar com a festa. A missão de L é infernal: pegar alguém que consegue matar a distância. Mas L se demonstra tão genial quanto Raito: L obriga uma pessoa já condenada a morte a fazer uma transmissão pela TV, no qual ele apresenta o seu nome e diz que vai prender Kira onde quer que ele esteja.

manga japones death note
Capa da primeira edição japonesa do mangá

Raito ao assistir isso, escreve o nome do condenado (pensando que ele era o investigador) no Death Note, dessa forma, o condenado morre ao vivo. Nesse momento L percebe que Raito realmente tem poderes sobrenaturais. Mas L foi ainda mais inteligente, essa transmissão passou apenas num bairro de Tóquio (onde aconteceram as primeiras mortes). Como o condenado morreu ao vivo na transmissão, era óbvio para L que Kira estava assistindo. Dessa forma, era uma confirmação de que Raito morava nesse Bairo. E o pior, além de agora L saber em que bairro Raito está, Raito não pode mata-lo pois desconhece seu nome e rosto.

Isso tudo foi apenas nos dois primeiros episódios (num total de 37), a investigação continua das maneiras mais interessantes possíveis, num jogo de rato e gato bastante disputado.

Outro detalhe legal do roteiro do anime é que vários personagens, inclusive personagens relevantes na trama morrem. E Death Note não é que nem Dragon Ball, Yu Yu Hakusho, Cavaleiros do Zodiaco ou Naruto: quando um personagem morre, é pra valer, não tem essa de ressuscitar.

A animação do seriado foi feito pelo estúdio Madhouse, o mesmo estúdio que faz a maior parte dos animes do CLAMP e é linda, com cores escuras, sem olhos enormes ou cabelos colororidos.

Quem não quiser correr atrás do anime (mas busquem, é muito bom), pode comprar o mangá, que tem o traço muito bonito também e está sendo publicado no Brasil pela JBC. Pelo que sei também existe um filme em live action, mas não sei ao certo se ele é bom.

PS1: Dizem que quando alguém escrever o nome de Dercy Gonçalves no Death Note, o caderno se autodestrói : P

PS2: Este post faz parte da blogagem inédita do InterNey.

Saturday, March 15th, 2008

A Fórmula 1 vai começar

Quando eu tinha uns 10 anos, eu era bem esportiva. Assistia futebol, torcia bastante pro Grêmio (de acompanhar os jogos na TV e eventualmente ir no estádio), na real, assistia tudo que era esporte, inclusive Fórmula 1. E acompanhava sempre, via todas as corridas. Daí o Senna morreu, e perdeu 90% da graça. Mas ainda tinha o Barrichelo. A Globo tentava vender uma imagem de que o Rubinho era super talentoso, mas tinha um azar danado. Por um bom tempo eu acreditei nessa história. Mas depois eu vi que quem tava certo era o Casseta e Planeta, ele era ruim mesmo.

f1

Hoje começa a temporada 2008. Na parte de esportes da Zero Hora, saiu 2 páginas tudo sobre a nova temporada. Por acaso dei uma lidinha. E fiquei chocada. Achei que estava atualizada, pois sabia que tinha 3 brasileiros, que Rubinho ainda não abandonou, que Schumacher era hexa e se aposentou faz um tempinho, que Kimi Räikkönen foi campeão ano passado, etc. Mas teve muito mais novidades:

- Agora tem umas equipes bizarras: Toro Rosso, Red Bull, Super Aguri e a indiana(!) Force India.

- A equipe BAR não existe mais. Pena, era o nome de equipe mais engraçado que já houve.

- O japonês Takuma Sato ainda não abandonou a Formula 1.

- Tem um novo japonês (a nacionalidade mais lenta da F1): Kazuki Nakajima.

- O GP de Cingapura vai ser realizado a noite. O primeiro GP realizado a noite na história da F1.

Atualizada, daqui sei lá, uns 5 anos eu volto a ler a respeito : P

Friday, March 14th, 2008

Anime do Batman

Quem é fanboy já sabe dessa notícia faz muito tempo, mas eu fiquei sabendo só agora: vão lançar um anime de Batman. Vão ser 6 episódios, e vai ser lançada um pouco antes da estréia do novo filme do Cavaleiro das Trevas. Pelo que entendi, vai ser nos mesmos moldes do bem sucedido Animatrix, que no caso eram histórias que se passavam no universo de Matrix, e que complementavam o filme.

anime batman

Em geral, adaptações para anime de HQs americanas não dão certo, mas dessa vez estou com esperança. A animação pelo menos está caprichadissíma (também, é do estúdio Madhouse, o mesmo que faz os animes do CLAMP, e também o super aclamado Death Note). A animação conseguiu manter o clima dark que uma obra com o Batman precisa ter. Aparentemente, vai ser muito melhor do que qualquer outra versão animada que já teve de Batman. Vamos esperar pra ver.

Thursday, March 13th, 2008

Bonequinha de luxo e My fair lady

Um dos clássicos do cinema que eu tinha obrigação de ver. Não curti muito o filme, esperava mais romance. Mas realmente, a Audrey Hepburn está linda e super estilosa nesse filme. As roupas dela, em estilo clássico, estão belíssimas. Por sinal, o vestido (Givenchy) que ela usa logo no começo do filme, segundo uma revista que eu não me recordo o nome, foi escolhido o segundo vestido mais lindo da história do cinema. Era o primeiro, mas foi desbancado pelo vestido verde de Keira Knightley em Desejo e reparação.

audrey hepburn
Audrey escondendo as olheiras com um super óculos

breakfast at tiffanys/bonequinha de luxo
Costas do vestido

A história do filme em uma frase: Pseudo escritor se apaixona pelo jeito maluquete de Holly (Hepburn).

Curiosidades: No meio do filme descobrimos que o nome real de Holly é Lula Mae(!). Além disso, no filme temos a chance de escutar Audrey falando em português, que segundo ela, é uma língua complicada com mais de 4000 verbos irregulares. Acho que não é tanto verbo assim, mas concordo que nossa língua mãe é complicada mesmo.

Quem quiser curtir a Audrey num filme mais legal, sugiro My fair lady (Minha bela dama), onde a atriz interpreta uma pobretona que aprende a ser uma dama com o auxilio de um ricaço e solteirão convicto chamado Henry Higgins, exatamente igual a aquele episódio de Chapolin (quer dizer, o episódio é igual ao filme). Apesar de não gostar muito de musicais, o filme conta com musiquinhas bem legais. E Audrey está igualmente bonita.

my fair lady
My fair lady

Wednesday, March 12th, 2008

Avril Lavigne, a cantora bad girl que não é bad

A Avril Lavigne era aquele tipo de cantora que tinha tudo pra ser a mais barraqueira, drogada, desvirtuada, louca, desvairada do mundo da música. Ficou famosa cedo, antes dos 20 anos, já tinha fama de rebeldizinha, se vestia de preto, dava declarações polêmicas como “a escola não serve pra nada”, etc.

Mas não é que ela casou, e nunca foi estrela de nenhum escândalo? Já Britney Spears, que começou a carreira cedo também, mas com fama de good girl, todo dia estrela os jornais e revistas de fofoca.

Será que no mundo da música, as santinhas são realmente as piores? : P

avril comportada
Garotas loiras que usam All Star são muito legais

Tuesday, March 11th, 2008

A atriz mais estranha de Hollywood

Você é diretor de um filme e precisa de uma atriz para fazer uma personagem bizarrona. Qual atriz você pensa ? Se não pensou em Helena Bonham Carter, comece a pensar.

Não sei se é porque ela está longe dos padrões de beleza de Hollywood, mas ela só faz personagem no mínimo estranho. Talvez por ser esposa do Tim Burton ela tenha uma predispoção a gostar desse tipo de papel, ou talvez seja porque o Tim Burton quase sempre escale ela nos seus filmes, dai claro, só sobra papel bizarro.

Pra quem ainda não lembrou que atriz é essa, ela faz uma das macacas do Planeta dos Macacos, faz a mulher estranha do Clube da luta, faz a Bellatrix Lestrange do Harry Potter e a Ordem da Fênix, dublou a noiva cadaver, e agora, em mais um papel bizarro, a mulher que faz tortas com um gostinho especial em Sweeney Todd.

helena bonham carter como marla no clube da luta
Ela em clube da luta, contracenando com Edward Norton

Pra quem sabe mais de cinema, me digam, ela já fez algum papel normal na vida dela? Quero dizer em grandes filmes, não nos que meia dúzia de pessoas assistiram.

Helena Bonham carter no filme Planeta dos macacos de tim burton
Ela com um pouco de maquiagem

Monday, March 10th, 2008

Orientação a objetos

Muito se fala em orientação a objetos no mundinho da programação. É a modinha atual. Parece que toda linguagem precisa ter. A famosa linguagem C não tinha. Fazer o que? Meta por cima tudo que precisa para ter orientação a objeto e temos C++. PHP também não tinha. Solução? PHP5 incorporou tudo (e por causa disso é quase uma linguagem distinta das versões anteriores). Qualquer linguagem nova quase sempre apresenta essa facilidade. Até Javascript, que era pra ser bem simplezinha, já tem.

Mas afinal, o que é exatamente orientação a objetos?

Orientação a objetos é um paradigma de programação. Um paradigma de programação é uma forma de pensar na hora de codificar. Em geral, a primeira linguagem que aprendemos são linguagens com o paradigma procedural (como Pascal, C, Ada, Cobol, Fortran, Clipper). Linguagens procedurais são aquelas no qual nosso código é dividido em subrotinas (procedures) ou function (funções). Uma procedure é uma função sem retorno (pode ser visto como uma função que não retorna nada, void). Se você realmente quiser modularizar seu programa, o melhor que você pode fazer é dividi-lo em várias subrotinas/funções, e num nível maior, em várias bibliotecas. Antes da programação estruturada, usava-se nos códigos o recurso do goto, que tornava a maior parte dos programas ilegíveis. Os famosos códigos espaguete.

A programação orientada a objetos é uma outra visão de como programar. Quando for pensar na estrutura e lógica do programa, você não vai pensar apenas em quais váriaveis você vai ter, e quais funções você vai aplicar nelas. Você deverá pensar em quais os objetos que formam seu programa. Você decide o que é o objeto. Num cadastro de uma faculdade, seus objetos podem ser alunos, professores e matérias, por exemplo. Você escolhe quantos objetos terá, de forma que facilite na sua implementação.

Cada objeto seu será uma classe (que você pode pensar como um Record do Pascal ou Struct de C). Entretanto, você não vai apenas declarar quais são as váriaveis que farão parte de sua record (ou Struct). Você dirá também quais são as funções que podem ser aplicadas nesse objeto (essas funções que são declaradas dentro da classe são chamadas de métodos). Seus métodos só poderão ser aplicados nos objetos aos quais eles pertencem.

Ou seja, a partir de agora você não vai dividir seu programa apenas em funções, você vai dividi-lo em objetos (classes pra ser mais específica … um objeto é uma instância de uma classe). Essa pequena mudança parece mínima, e talvez de pouca valia, mas faz muita diferença.

Uma linguagem considerada orientada a objetos também deve proporcionar modificadores de acesso (para facilitar encapsulamento de dados e depuração), herança (facilita a legibilidade do código e facilita o reuso dele). Pode também oferecer sobrecarga, polimorfismo, entre outras facilidades.

Em suma, a principal vantagem é que com orientação a objetos é muito mais fácil organizar o teu programa.

Claro que um programador MUITO organizado pode fazer programas lindos em linguagens procedurais, legíveis e organizados (assim como pode fazer um programa lindo com goto). Mas se um paradigma (no caso, a orientação a objetos) ajudar, melhor. Assim como se um compilador consegue detectar erros em tempo de compilação, melhor. Uma vez aprendida essa “nova” forma de programar, horas de trabalho podem ser economizadas.

Mas veja bem, orientação a objetos, só vai trazer uma vantagem substancial se seu programa não for muito pequeno. Se for muito pequeno, você não conseguirá dividir seu programa em muitas classes, e não conseguirá fazer muito reuso de código. E nesse caso talvez ela aparentemente não pareça útil. Assim como metodologias de engenharia de software como RUP e XP parecem que mais atrapalham do que ajudam para projetos MUITO pequenos.

A título de curiosidade, existem outros paradigmas, não tão populares quanto a procedural e orientado a objetos. Um deles é o paradigma funcional (exemplos são linguagens como Haskell, ML, Ocaml). Outro paradigma é o lógico, e sua linguagem mais famosa é o Prolog. São paradigmas bem mais complexos que a orientação a objetos, e que possuem ainda algumas limitações que não permitiram seu uso em grande escala.

Friday, March 7th, 2008

Michael Jackson é engenheiro de software

Você era um cantor de música pop famoso, mas por alguns pequenos problemas, sua carreira não deslancha mais? Não se sinta mais mal, existem outras possibilidades. Uma delas é virar engenheiro de software e publicar livros sobre o assunto. Compre já o seu na Amazon.

livro de engenharia de software do michael jackson

Quando será que chega o da Britney Spears e da Amy Winehouse?