Monday, February 4th, 2008
A revista TPM
Peguem a revista Nova, tirem toda a parte de sexo, acrescente alguns textos um pouco menos fúteis, e você obtém a revista TPM.

É uma revista boazinha de ler até.
Peguem a revista Nova, tirem toda a parte de sexo, acrescente alguns textos um pouco menos fúteis, e você obtém a revista TPM.

É uma revista boazinha de ler até.
Domingo ao meio dia, estarei me mandando pra Campinas, para ver meu namorado que não vejo faz mais de um mês. Malditos cursos de verão da Unicamp : P
Por isso, o bitpop ficará sem muita atualização durante essa semana, mas em breve eu volto pra contar minhas aventuras no sudeste do Brasil.
Sempre gostei das edições especiais da Veja com o melhor da cidade. Nessas revistinhas (anuais, acho), diversos jurados dão sua opinião e nota para praticamente todos os estabelecimentos gastronômicos da cidade em questão (Porto Alegre no meu caso). Essas edições especiais já são publicadas há anos, e são tão tradicionais que diversos estabelecimentos premiados pela revista ostentam placas com os dizeres: “esse restaurante foi escolhido como o melhor da cidade na categoria tal pela Veja”.

Edição referente a cidade de Natal
Pois então, estou falando da Veja nesse post porque ontem, um email que recebi da editora Abril me chamou bastante a atenção. Ele tinha esta imagem:

Cliquei e fui conferir. No site, é possível dar sua opinião sobre diversos restaurantes, além de poder visualizar e colocar recados para outros usuários. Ou seja, é um Orkut, mas especializado em gastronomia na sua cidade (e tem várias, como Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro). Gostei bastante do site e da idéia. Simples porém útil.
Por sinal, além dessa revista e do site, recomendo esses dois ótimos blogs sobre gastronomia: o Garfada e o Destemperados.
Minha viagem para Tramandaí ainda teve outros acontecimentos inusitados (além do fato de minha familia ter ganho no bingo da nossa colônia de férias). O ocorrido aconteceu quando eu estava na rodoviária, esperando meu ônibus de volta para Porto Alegre. O caos aéreo se estendeu para a rodoviária e o ônibus atrasou 2 horas. Não havia nada para fazer nesse meio tempo.
Para espantar o tédio, comecei a cantar baixinho uma música que muito me agrada: cavalo de fogo. Sim, é a abertura daquele ótimo desenho do cavalo roxo com crina vermelha e Sarah, a menina loira, que passava no SBT (e como só tinha 14 episódios, era repetido exaustivamente).

Só que devo mencionar que eu tenho um problema com a minha voz: eu não consigo mantê-la baixa por muito tempo. É inconsciente: quando me dou conta, estou falando alto demais (fora quando ela não afina e fica super aguda). Obviamente isso me levou a diversas gafes ao longo da vida. Claro que enquanto eu estava cantando cavalo de fogo, novamente as coisas sairam do controle. Quando me dou conta, dois guris vem em minha direção e começam a tirar onda com a minha cara: tu é cantora? Nesse instante, paro imediatamente de cantar e me torno um pimentão. Respondo que com minha voz, eu não podia ser cantora, mas eles, de forma até simpática, insistem para eu continuar cantando a música. Digo que não pois sou tímida. Nisso, um deles responde: Como assim tímida, parecia desinibida cantando! Nesse momento, não sei mais o que responder, apenas desejo por um buraco no chão pra enfiar a cara tal como um avestruz. Mas eu não encontrei.
Embarco no ônibus, e volto para casa, achando que os acontecimentos bizarros tinham acabado. Mas 3 dias depois, a caminho do meu estágio, no ônibus T5, uma guria completamente estranha me pergunta: tu não tava no ônibus que vinha de Tramandaí ? Incrédula, digo que sim, e batemos um rápido smallTalk.
Lição da viagem: não cante em voz alta, ou você pode ficar conhecida por um ônibus inteiro : P