January 22nd, 2012

Capas de Caderno, a difícil escolha das crianças e adolescentes

Na minha época, pelo menos para mim, comprar material escolar era sempre uma festa, a parte mais legal era escolher as capas dos cadernos. Escolha de suma importância na vida de qualquer criança, visto que aquela capa iria acompanha-lo pelo ano inteiro, de Segunda a Sexta. Uma outra escolha vital, era decidir se as capas mais legais iriam ser destinadas as matérias menos legais ou as mais legais. Dar uma capa muito legal para uma matéria chata, tipo química, era uma maneira de tornar aquela matéria algo mais agradável, nem que fosse pelo menos esteticamente. Ao mesmo tempo, a vontade era de dar a capa bonita para a matéria legal, tipo história e geografia, já que ela proporcionava horas agradaveis no colégio.

Quando eu era bemmm criança, uma coisa que fazia mega sucesso eram capas de caderno com temática relativa a Xuxa. Adorava esses cadernos. Bom, a Xuxa era definitivamente onipresente nessa época.

Outra que super fazia sucesso eram capaz da Click, com atores. Sério, todo mundo tinha. Se você tem mais de 25 e menos de 35 você lembra !!!


Ana Paula Arósio


Luana Piovani

Esse da Norma fazia sucesso porque era barato e tinha capa dura. Tipo, houve um tempo que caderno capa dura era LUSHOOOOOO total. E esse era o mais barato de capa dura que existia entendeu, pior dos melhores. Porque caderno de capa mole, ninguém merecia.

Óbvio, tinha os clássicos de sempre também, tinha caderno de time de futebol (esse muita gente tinha), da Moranguinho, da Barbie, da Disney, da Monica, temática Ecológica, etc. Mas uma coisa você nunca via: os ídolos da adolescencia estampando as capas de caderno. Naquela época sem internet ou com internet lenta, demorava muito para as empresas licensiadoras trazerem pras capas de caderno os nossos ídolos. Fato é que ninguém teve caderno das Spice Girls, dos Backstreet Boys e de tudo que fez sucesso na época exatamente por esse motivo. Mas hoje as coisas são diferentes, a Foroni, Tilibra e Credeal tão se puxando, vejam só:

Luan Santana

Restart.

Justin Bieber

Só não achei de Crepusculo, mas deve ter.

E hoje em dia, tem até capa de caderno com temática de jogo de videogame de PlayStation!! No caso, God o war !!!

Bah, se tivesse de algum outro jogo que eu gostasse mais, tipo Uncharted, compraria certo, nem iria me importar que é capa de caderno de menino : P Por sinal, isso me lembra a vez em que com 5 anos fui pra creche com uma camiseta do Jaspion, um dos herois da infância, e um menino da mesma idade, de certo com inveja da minha camiseta super mega master linda, disse que era camiseta de guri. Eu idiota me abati com a crítica. Certo que se eu tivesse nascido na época do youtube, teria sido a protagonista desse video:

Outro caderno super legal, que to me coçando pra não comprar, são esses dos Beatles. Tipo eu nem tenho aonde usar cadernos, mas as capas são tão lindas !!!

Lindas também são as capas que a Credeal fez com designs do Paul Frank.

E tem também uns lindos de Alice nos Pais das maravilhas, outro de vilãs da disney, de Star Wars, Pepsi retrô …

Fora que lembrei agora que dos adesivos que sempre vinham nesses cadernos, na minha turma rolava muito escambo de adesivo.

Tantas opções … depois desse post longo e cheio de fotos, no próximo post sobre material escolar, vamos falar da guerra Fichário X Caderno : P

December 25th, 2011

Livros de história para não historiadores

Eu sempre gostei de História. É como cinema na vida real. Mas tinha uma coisa que eu nunca gostava: no colégio pelo menos, e especialmente em cursinhos pré-vestibulares, a história é sempre ensinada como fato e consequência, com um distanciamento do lado pessoal das entidades envolvidas, afinal, não interessa se Dom João gostava de comer asinhas de galinha com manteiga, interessa é se ele modernizou o Brasil, as consequencias de suas decisões, etc.

História ensinada assim não me encanta, porque se perde o fator cinematográfico e tudo se transforma numa sucessão de fatos e datas que somos obrigados a decorar na escola.

Eu já tentei ler livros mais aprofundados sobre História do Mundo. Por exemplo, já tentei ler livros de Eric Hobsbawn. Tentei, porque nunca passei de 50 páginas. Pra mim, são livros de historiador profissional, eu sou historiadora de fim de semana, que gosta de história como estória.

E é por isso que eu gosto tanto dos livros 1808 sobre a vinda da família real para o Brasil, quanto o 1822 sobre a Indepêndencia, ambos escritos por Laurentino Gomes, que talvez por ser jornalista, e não historiador, consiga fazer livros mais agradáveis de ler. Agradáveis não (só) por serem mais fáceis, mas por se aprofundarem na vida dos personagens, por tentarem descrever a personalidade dos reis, príncipes e demais envolvidos, e como isso afetou e influenciou em suas decisões.

Livros escolares sempre me passam a ideia que não importa muito quem está no poder, só os acontecimentos, que Dom João, Dom Pedro I e Dom Pedro II tem personalidades parecidas e só muda a época de reinado. Que se tivessem personalidades diferentes, isso pouco afetaria os rumos da história, pensamento completamente equivocado.

E só com um livro desses eu descobriria que a Imperatriz Leopoldina era nerd! Não gosto muito de samba ou carnaval e não torço por nenhuma escola de samba, mas se for pra torcer, é Imperatriz Leopoldinense na cabeça : P

December 4th, 2011

Cogumelos Pop

Nos últimos anos cogumelos tem ganhado uma reputação de serem muito saudáveis e seu consumo cada vez mais incentivado já que segundo pesquisas eles têm propriedades até mesmo contra o câncer. O primeiro cogumelo que todos entram em contato é sem dúvidas o Champignon, seu exemplar mais difundido na culinária brasileira e inserido em pratos que vão do strognoff a pizza. Outro que tem disputado o espaço do champignon é o shimeji, que tem ganho popularidade graças a difusão da culinária japonesa no Brasil.

Mas o fato é que a primeira vez que eu ouvi falar de cogumelos foi através de um desenho animado, um desenho do SBT do fim dos anos 80, início dos 90 chamado Nossa Turma, no original, Get Along Gang.

Era um desenho cujo personagem principal era um alce. Tinham outros animalzinhos também e todos viviam num trem. O desenho ficou realmente preso na minha mente graças a sua abertura com uma canção grudenta que nunca sofreu nenhuma adaptação para nossa língua portuguesa, era tocada em inglês mesmo. Lembro de canta-la num inglês estilo Sol do Big Brother quando era uma tenra criança.


Segundo esse video o nome do desenho era outro, mas no meu tempo era Nossa Turma, tenho certeza.

Voltando aos cogumelos, houve um episódio em que uma das menininhas ia num piquenique, comia um cogumelo selvagem e passava mal, super tenso. A lição do episódio era não coma cogumelos desconhecidos pois você pode morrer.

Lembro que não tinha entendido bem o episódio porque na minha cabeça nem existiam cogumelos selvagens, pelo menos nunca tinha visto cogumelos em bosques (não que eu tivesse ido a muitos), o certo é que se visse um, não comeria.

Mesmo eles parecendo tão bonitinhos na minha imaginação, como pequenos guarda-chuvinhas comestiveis.

Mas ao crescer percebi que cogumelos eram saborosos (não os selvagens!) e acabei virando fã de shimeji na manteiga e outras receitas com esses fungos mesmo que desincentivada por desenhos animados ou família (já que ninguém gosta). Entretanto é fato que cogumelos são criaturas que podem ser esteticamente bastante estranhas às vezes conforme essas fotos.

Alguns bem fálicos, mas isso não vem ao caso.

Mas esses são os cogumelos da culinária, o cogumelo também sempre esteve presente na cultura pop, como por exemplo no jogo Mario, com cogumelos vermelhos e verdes.

Além de serem úteis na culinária e nas jogadinhas de Mario, cogumelos são conhecidos pelos seus efeitos alucinógenos, esses eu não conheço, o fato é que poucos conhecem uma vez que são legais apenas na Holanda.

Não que a ilegalidade impeça as pessoas de os descobrir, mas nunca ouvi falar de tráfico de cogumelos.

November 16th, 2011

Big Brother Hungria

Todo mundo sabe que o Big Brother mais pornográfico do mundo é o Big Brother Polônia Descobri isso, pasmem, num intercâmbio cultural na Índia (leiam o post do Big Brother Polônia para entender). Como vocês devem imaginar, esse post é o mais visitado do blog, e não é surpresa que quando olho as estatísticas do blog, as palavras chaves que mais aparecem são: “Big Brother Polônia”. Só que ultimamente tenho recebido muitas visitas de pessoas procurando pelo “Big Brother Hungria”. Pensei, tem que ter acontecido alguma coisa de cunho sexual pra estarem procurando tanto por isso, afinal:

1. 90,45% do brasileiros sequer saber que a Hungria existe
2. 95,56% sequer sabem a língua que é falada lá.
3. 92,55% não sabem em qual continente está localizado esse grande país.
4. 99,34% não sabem se Hungria tem acento ou não (me incluo : P)

Eu não podia estar mais certa.

Pesquisando pela Internet, descobri que tem um video do BBH (Big Brother Hungria) de uma participante que resolveu tomar um banho completo em frente as câmeras, digamos que sem pudores. Enquanto no Big Brother Brasil as pessoas tomam banho de biquini ou sunga e mal conseguem lavar as partes intimas já que está tudo sendo transmitido, esta participante ficou toda pelada, se depilou, enfim, tomou seu banho na boa, normalmente.

Nem vou linkar o video porque nem vale a pena, querem ver baixaria de verdade em Big Brother, vejam o Big Brother Polônia que vocês ganham muito mais : P

Ah sim, Big Brother Brasil não é nada no quesito baixaria perto dos Europeus. A Europa sempre a frente, seja para o bem, seja para o mal : P

October 23rd, 2011

Cerveja de Chocolate

Embora eu seja uma apreciadora de bebidas alcoólicas, eu nunca fui uma fanática por cerveja e minhas incursões no mundo cervezístico nunca passaram do social. Inclusive, sou uma das 4 pessoas do mundo que gostam de Malzebier, cerveja capaz de elevar seus níveis de glicose instantanemente.

Mas foi ouvir que existe uma cerveja de chocolate para minha curiosidade aguçar. Chocolate é um sabor que nunca decepciona, não é como morango por exemplo, que só funciona como fruta, chocolate funciona com tudo: pizza, sorvete, coisas em pó, bolacha recheada, doceneta, etc. Embora a combinação chocolate + cerveja não pareça apetitosa num primeiro momento, sempre temos que lembrar:

Chocolate nunca decepciona.

O problema é que cervejas de chocolate não são tão fáceis de achar como uma Brahma por exemplo, mas nada que um pouco de boa vontade não resolva e eis que obtenho uma Backer Brown com aroma de chocolate, cerveja artesanal mineira.

Embora a própria cerveja afirme que é só o aroma, na minha imaginação eu esperava praticamente um leite com Nescau e cevada, mas era só o aroma mesmo : P

Mas não desisti das cervejas com chocolate, só desisto quando encontrar uma docinha.

Afinal, chocolate nunca decepciona.

October 21st, 2011

O espinafre do mal

Lendo esse post do Puxa Cachorra (segundo post que linko esse blog, mereço um link lá bah tri) sobre as lendas que nossas mães contavam quando eramos crianças e acreditavamos porque nao tinha um Google pra conferir, lembrei de mais uma grande mentira contada não só por nossas mães, mas por toda a mídia. Uma mentira deslavada que nos aterrorizou por anos a fio, a mentira que

o espinafre te deixa forte

O pior é que havia um desenho animado muito popular para endossar a tese, o famoso Popeye e seu espinafre em lata que lhe permitia nocautear Brutus facilmente. Qualquer cara feia na hora de comer o espinafrezinho que sua mãe fazia era motivo para ela relembrar os benefícios que essa folha verde-escura trazia para o marinheiro Popeye.

Interesante é que se você quisesse fumar cachimbo dizendo que o Popeye fazia, sua mãe não deixava.

Continuando, embora eu odiasse espinafre na infância, acabei crescendo e me habituando ao seu gostinho. Em recente viagem aos Estados Unidos, consumia os sanduíches da rede de fast-food Subway frequentemente. O fato é que o Subway dos Estados Unidos tem algumas opções ainda não disponíveis no Brasil. Uma delas é a possibilidade de acrescentar abacate no seu sanduiche, a outra é a opção de folhas de espinafre.

Certa vez li que quanto mais escura for a folha do vegetal que você come, mais saudável ela é. Por exemplo, alface americana, aquela alface verde clarinho quase branco, é supostamente uma alface desprovida de vitaminas e minerais, algo que não me choca visto que é a alface número 1 das cadeias de fast-food como Mc Donald’s e Burger King. Mas divago.

Com essa informação em mente, decido dar uma chance para o espinafre no meu Subway no lugar da Alface. Para minha total surpresa o gosto é agrádavel e decido sempre utiliza-la.

Ao voltar ao Brasil, incluo o espinafre em minha alimentação. Com esse crescente aumento no consumo do espinafre, decido pesquisar na internet seus benéficios. Eis as descobertas:

Perigo Oculto no Espinafre.

Popeye e o mito do espinafre.

Aparentemente, existe uma substância no espinafre chamada de acido oxálico que se consumida em grandes quantidades faz mal.

Popeye, seu maldito marinheiro, querendo me matar com esse tal ácido.

PS: Se espinafre deixava forte como no desenho, por que o Brutus nunca comia?

October 20th, 2011

Nostalgia Gamezistica – Como passar de uma fase difícil sem Internet

Lendo este brilhante texto onde rolou uma identificação total, relembrei de como era difícil jogar video game nos tempos de infância. Como tudo é fácil no seu Playstation3, Xbox 360 ou Nintendo Wii.

Pra quem não leu o texto e não está a fim de ler, trata sobre o fato de na maior parte dos jogos das eras 8 e 16 bits não terem possibilidade de salvar o progresso, o conceito desaparecido de última vida, a internet ajudando você sempre que trava numa fase, etc.

Isso me lembrou de quando eu travei numa fase do jogo Quackshot.

O jogo Quackshot é simplesmente um dos meu jogos favoritos. Uma espécie de Indiana Jones com o Pato Donald como personagem principal. No plot, Donald, com ajuda de seus três sobrinhos escoteiros, deve viajar pelo mundo em busca de um tesouro mítico que possivelmente o fará rico. Suas armas: pistola de desentupidores de pia, bolas de chiclé e milho. Óbvio que Bafo de Onça não deixará que a busca seja fácil.

O que me encanta nesse jogo além de sua jogabilidade e gráficos sensacionais pra época é o fato de você ter que viajar pra vários lugares, numa ordem certa (que você sozinho deve descobrir a partir das dicas dos personagens).

Uma dessas fases, chamada de Maharajah, se passa na Índia. Existe um momento em que você deve encontrar um tigre, o problema é que para chegar nele, tem um labirinto de portas.


Essa foto não é do tal labirinto, é de outra fase, não achei uma decente do labirinto.

Eu TOTALMENTE travei nesse labirinto. Por algum acaso das coincidências, eu NUNCA conseguia fazer a sequência certa de portas. Meu irmão, gamer na época, tampouco.

O que fazer nesse caso? Não havia Internet ou amiguinho que soubesse como passar.

O que você faria?

Normalmente eu simplesmente desistiria mas num jogo como esse eu não poderia. Então decidimos apelar para o HotLine.

Diferentemente do que o nome pode sugerir, o HotLine não era tele-sexo. Era um telefone, não sei bem financiado por quem, no qual gamers de todo o Brasil podiam ligar e pedir por dicas. O problema é que na época eu era extremamente tímida. Do tipo que tinha vergonha de ligar pra pedir uma pizza. Além do fato da minha imaginação Fantástico Mundo de Bob me levar a imaginar que ligar para lá conduziria a conversas como essa:

Conversa com a HotLine, versão minha imaginação

- HotLine, boa tarde, como possoa ajuda-la
- Oi, olha só, eu to jogando um jogo de video game, do mega drive, o quackshot…
- O que tu tá falando sua louca?
- Ahhh, er, é um jogo com o Pato Donald que ele viaja …
- Hahahahha, não sei do que você está falando, deixa eu perguntar aqui … Ah, tá, já sei qual o jogo, que jogo idiota. Tá, qual a dúvida que eu não tenho o dia todo?
- Tem uma fase, a Maharajah, onde tem um labirinto de portas, eu não sei a ordem certa …
- O quê ? Maharajah ? HAHAHAHA, você na sabe falar? que pronúncia tosca, hahahah, que mula HAHAHAHAHA. Ordem de portas? Como assim?
- É, tipo, tem que entrar nas portas certas pra passar…
- Olha, aqui é só pra jogo famoso, tipo Street Fighter, como fazer Hadouken, essas coisas, tá? Quando tu tiver uma dúvida normal tu liga, tá queridinha?

Mas a vontade de passar da tal fase era muito forte, e então meu irmão num ato de coragem resolveu finalmente ligar. Eu nunca soube exatamente como foi a conversa. Mas pelo o que eu ouvi e ele contou foi mais ou menos assim:

Conversa com a HotLine, versão real

- HotLine, boa tarde, como posso ajuda-lo
- Oi, olha só, eu to jogando um jogo de video game, do mega drive, o Quackshot…
- Ok, qual a dúvida?
- Tem uma fase, a Maharajah, onde tem um labirinto de portas, eu não sei a ordem certa …
- Ok, um minutinho que eu vou ver se tem alguma dica sobre esse jogo.

Alguns minutos depois

- Olha, não tem, desculpa.
- Ah tá, imagina, obrigado, tchau.

Apesar da conversa não ter sido tão ruim como na minha imaginação, a frustração foi total. Aparentemente, eu estava fadada a jamais passar dessa parte.

Mas eis que num golpe de sorte, eu meu irmão acertamos a combinação de porta e passamos da fase! Depois vieram outros labirintos piores, mas felizmente nenhum nos deixou tanto tempo travado como esse.


Foto super winner minha tirada faz 3 anos num inverno frio, pouco depois de ter terminado o jogo pela milionésima vez da minha vida, numa das minhas (re)jogadas … não disse que eu gostava desse jogo?

Meses depois, numa revista Ação Games apareceu como passar dessa fase. Me pergunto até hoje se a Ação Games não resolveu essa dúvida porque ela foi perguntada por meu irmão na HotLine.

PS: Se esse jogo tivesse sido lançado hoje em dia, pra sair dessa fase bastava acessar esse video do YouTube … a vida gamer está ficando fácil demais.

October 19th, 2011

Os dois episódios de Pokemon mais tristes

Depois do sucesso do post E o anime de Pokemon vai rumo aos 700 episódios (zero comentários, update: teve um comentário que eu tinha esquecido), mais um postzinho pokemon. Êêêê.

Hoje vamos falar dos dois episódios de pokemon mais tristes, aqueles em que seu coração ficou apertado, a voz embargada, os olhos lacrimejantes. O primeiro desses episódios é episódio 21, Adeus Butterfree.


Butterfree com seu cachecol sua echarpe e a Butterfree rosinha

Nesses episódio, o pokemon borboletinha roxo de Ash mostra que é macho e se apaixona por uma butterfree rosinha. Para tentar chamar a atenção da fêmea, ele utiliza todos os tipos de artíficios, inclusive uma echarpe amarela fashion. No final, Butterfree decide deixar Ash para transar crescer e virar adulta.


A despedida


ounnnnnnnnnnnnn

Esse episódio triste é brilhantemente retratado por essa imagem, entretanto não posso dizer que o episódio é trauma de infância para mim porque eu já era crescidinha, meu trauma de infância fica por conta do cavalo do filme A história sem fim.

Um adendo para esse episódio: quem já jogou Pokemon Red, Blue ou Yellow sabe que deixar uma Butterfree ir embora pra fazer sexo é uma decisão imensamente errada já que para obter uma Butterfree, é necessário evoluir um pokemonzinho chamado Metapod. Metapod é um pokemon sem golpes no qual para evoluir é preciso uma paciência do tamanho de um Snorlax. Imagina um esforço desses jogado por água abaixo porque seu pokemonzinho quer sem vergonhice sair por aí. Mas isso não vem ao caso. Vamos seguir para o próximo episódio triste de Pokemon.

O próximo é O adeus de Pikachu. Nesse Ash encontra um vale onde vários pikachus comunistas vivem felizes, dividindo tarefas, se divertindo muito e aprontando altas confusões. Pikachu fica muito tentado a continuar na vila, já que ali ele é feliz, Ash aceita, mas no final Pikachu decidi seguir com Ash e tudo na realidade não passou de um blefe do ratinho elétrico amarelo.

A parte triste fica por conta do momento em que Ash sai correndo e relembra seus bons momentos com uma musiquinha triste tocando ao fundo.

Na real, pra mim foi muito mais triste o episódio que o Charmander evoluia pra Charmeleon e depois praquele Charizard chato desobediente, ele era tão mais bonitinho e cute cute como Charmander *_*

October 13th, 2011

Seria o roteiro da novela A vida da gente plágio de um anime?

Em 1994, quando O Rei Leão, filme de maior bilheteria da Disney foi lançado, a grande polêmica foi uma acusação de plágio. Muitos viram semelhanças demais entre o desenho da Disney e um anime baseado em um mangá de Osamu Tezuka lançado nos anos 50. O anime em questão é Kimba – O leão branco. A semelhança não é apenas no nome dos protagonistas (Simba em O Rei Leão) mas também nos roteiros, que incluem morte dos pais, exílio e personagens extremamente parecidos. Se os roteiristas da Disney copiaram ou não, jamais saberemos.


Simba


Kimba

Aparentemente, plágios de animes chegaram ao mundo das novelas Brasileiras também. Kimi ga Nozomu Eien, anime adulto lançado em 2003 cujo título traduzido do japonês significa A eternidade que você desejou, tem um roteiro com muitas semelhanças com a nova e elogiada novela das seis da Rede Globo A vida da gente.

No anime, Suzumiya e Mitsuki são melhores amigas. Suzumiya se apaixona por Takayuki, mas logo no começo do namoro, sofre um acidente que a deixa em coma por anos. Durante o coma, Mitsuki começa a namorar Takayuki. Na novela, Ana (Fernanda Vasconcelos) e Manuela (Marjorie Estiano) são irmãs. Ana se apaixona por Rodrigo (Rafael Cardoso), mas entra em coma, durante o coma de 4 anos, Manuela entrará num relacionamento com Rodrigo.


Triângulo de A vida da gente

Enquanto na novela A vida da Gente, o tênis é o esporte, em Kimi Ga nozomu Eien, o esporte da vez é a natação.

Obviamente, existem diferenças e muitas inclusões na novela, visto que o anime tem apenas 14 episódios de 20 minutos, mas as semelhanças ainda assim são bastante significativas.


Triângulo de Kimi ga Nozomu Eien

Seria apenas mais uma mera coincidência, ou teriam os roteiristas se baseado mais uma vez em uma estória japonesa?

PS: Agradecimento ao Kero que me ajudou a achar essa semelhança.

October 5th, 2011

O símbolo da NBC !!!

Todo mundo que assiste seridos deve conhecer esse símbolo aqui:

Pra mim, sempre foi um monte de coisinhas coloridas e alegres, um símbolo nos mesmos moldes do símbolo do SBT na década de 90.

Recentemente descubro que na verdade é um pavão. Sim, um pavão.

Estou me sentindo enganada da mesma forma que me senti com o símbolo do Carrefour.